- Finance News - https://financenews.com.br -

Atualização: Petrobras e Prio em alta; Eneva no positivo e outros destaques

 

Publicado às 13h51

Ibovespa

Às 13h50 o Ibovespa caía 0,64% aos 178.495 pontos. Às 13h48 o dólar comercial subia 0,08% a R$ 5,250 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

Às 13h47 as ações PN da Petrobras subiam 1,91% a R$ 47,90. O preço do barril de petróleo Brent subia 2,84% no horário a 110 dólares. A notícia deste começo de tarde é que os países europeus e o Japão falaram em ajudar a liberar Estreito de Ormuz.

Prio (PRIO3)

Com a alta do barril de petróleo, às 13h47 as ações da Prio tinham valorização de 3,70%. Também impacta positivamente o anúncio da petroleira de abertura do primeiro poço produtor do Campo de Wahoo. [1]

PetroReconcavo (RECV3)

A PetroReconcavo divulgou resultados em linha com as expectativas no 4T25, comenta o time da XP em relatório. O Ebitda ficou em R$ 295 milhões, apenas 1% acima da estimativa, mas com queda de 10% na base trimestral. A queda sequencial nos resultados reflete os preços mais baixos do Brent e volumes de produção menores, avalia a equipe. O lucro líquido de R$ 51 milhões superou as estimativas de R$ 30 milhões. A petroleira também divulgou seu relatório atualizado de certificação de reservas. As reservas totais (petróleo + gás) 1P diminuíram -2% (-2,5 milhões de barris), enquanto as 2P caíram -1% (-1,6 milhões de barris). Por outro lado, os investimentos 1P aumentaram US$ 75,5 milhões (+12%). Às 13h46 as ações RECV3 caíam 2,84%.

Eneva (ENEV3)

Após saltarem 15% na véspera, as ações subiam 3% às 13h46 desta quinta com analistas e investidores repercutindo o impacto do leilão histórico para reserva energética. A avaliação é que o resultado foi amplamente positivo para as geradoras participantes, especialmente Eneva e Copel. A Eneva contratou 5,0 GW de capacidade, incluindo 1,5 GW de ativos existentes e 3,5 GW de novas usinas termelétricas, superando expectativas de mercado.

Vivara (VIVA3)

A companhia apresentou resultados fracos no 4T25, com crescimento sólido de receita líquida em linha com as estimativas, mas Ebitda e lucro líquido abaixo do esperado, pressionados por menores incentivos fiscais, maiores despesas de vendas e resultado financeiro mais fraco, salienta a equipe de analistas do BTG em relatório. Às 13h45 as ações VIVA3 tinham baixa de 2,43%

Vale (VALE3)

Às 13h45 as ações da Vale tinham desvalorização de 1,48% cotadas a R$ 75,99.

Minerva (BEEF3)

Às 13h44 as ações caíam 10,2%. Em relatório o BTG Pactual comenta que a companhia encerrou 2025 com receitas e Ebitda recordes de R$ 55 bilhões e R$ 4,8 bilhões, respectivamente, apoiados pela aquisição dos ativos da Marfrig, que já parecem totalmente integrados. Ainda assim, o último trimestre foi mais fraco, avalia. O Ebitda somou R$ 1,17 bilhão, 9% abaixo da estimativa, com margem de 8,2%, também abaixo no ano/ano, trimestre/trimestre e frente à projeção. O capital de giro voltou a consumir caixa no trimestre, com aumento de forfait (risco sacado), queda nos adiantamentos de clientes e alguma formação de estoques, resultando em consumo de R$ 600 milhões. Já a XP ressalta que a Minerva entregou resultados abaixo das suas estimativas, o que provavelmente levará a revisões negativas de lucro, especialmente devido a margens mais fracas do que o esperado e queima de caixa acima do previsto no trimestre.

MBRF (MBRF3)

Às 13h44 as ações da companhia subiam 0,23%. A MBRF encerrou 2025 com resultados operacionais muito fortes, com margens robustas em BRF e na operação de bovinos na América do Sul compensando o ano fraco em bovinos nos Estados Unidos, além de crescimento consistente de volumes ao longo do ano, destacou o time de analistas do BTG.

Moura Dubeux (MDNE3)

Moura Dubeux rebateu as acusações em uma disputa por uma área chamada de ‘Cassino Americano’ no Recife (leia mais aqui) [2].

CSN (CSNA3)

A CSN se manifestou sobre a matéria veiculada pelo Broadcast, em 17 de março, sob o título “Para liberar US$ 1,5 bi à CSN, bancos cobram venda de negócio de cimentos”. A companhia afirmou que está estruturando um empréstimo ponte com um sindicato de bancos com o objetivo de iniciar o reperfilamento das suas obrigações de curto e médio prazos, colocando parte dos ativos a serem alienados como garantia da operação”. A CSN esclareceu que incluiu a CSN Cimentos como garantia da estrutura como forma de obter condições mais vantajosas para a transação.

Azzas (AZZA3)

A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, em nome de alguns de seus clientes, alienou ações ordinárias emitidas pela Azzas, sendo que, em 16 de março de 2026, suas participações, passaram a ser de 10.285.249 ações ordinárias, representando aproximadamente 4,981% do total de ações ordinárias de emissão da companhia. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.

Hapvida (HAPV3)

Às 13h42 as ações da Hapvida saltavam 16%. Segundo o Valor Econômico, a Hapvida estuda fechar unidades ociosas ou passar a ofertar uma rede credenciada. Para o time do BTG Pactial, a companhia reportou um 4T25 muito fraco, com Ebitda ajustado em queda de 34% ano/ano e margem 90bps menor na base trimestral, apesar da sazonalidade favorável, com desempenho pior do que o já fraco terceiro trimestre de 2025.

Metalúrgica Gerdau (GOAU4)  [3]

A Metalúrgica Gerdau paga nesta quinta-feira, 19, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação. A ‘data com’ (data de corte) para ter direito foi em 10 de março de 2026.

Itaú (ITUB4)  [4]

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital do Itaú anunciado em 26 de fevereiro, é nesta quinta-feira, 19. As ações serão negociadas “ex-JCP” a partir de sexta, 20. O valor soma R$ 3,85 bilhões, sendo R$ 0,34 por ação. Com retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte, resulta em juros líquidos de R$ 0,28 por ação, que serão pagos até 31.08.2026.

Itaúsa (ITSA4) [5]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Itaúsa anunciados no último dia 16, é nesta quinta, 19 de março. A partir do dia 20 as ações serão negociadas “ex-JCP”. O montante bruto é de R$ 1,3 bilhão (R$ 0,116 por ação), correspondente ao montante líquido de R$ 1,1 bilhão (R$ 0,0957 por ação), considerando a retenção de 17,5% de imposto de renda na fonte. O pagamento será em 31 de agosto de 2026.

Sabesp (SBSP3) [6]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Sabesp anunciados no último dia 16, é nesta quinta, 19 de março. A partir do dia 20 as ações serão negociadas “ex-JCP”. O montante bruto é de R$ 583,5 milhões, correspondente a R$ 0,82 por ação. Esse JCP será pago em 30 de abril de 2026.

Receba notícias de empresas no Whatsapp: entre aqui   [7]