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Vale (VALE3) informa sobre novos pedidos de bloqueio de recursos por autoridades 

Publicado às 21h44

A Vale (VALE3) informou na noite desta quinta-feira, 5, que identificou três novas medidas judiciais relacionadas aos extravasamentos registrados nas unidades operacionais de Fábrica e Viga, em Ouro Preto e Congonhas, no estado de Minas Gerais. 

As ações buscam a adoção de medidas liminares distintas, incluindo bloqueios patrimoniais, e foram propostas pelas seguintes autoridades: Ministério Público Federal, desta vez, referente ao extravasamento na unidade de Viga, com pedido de bloqueio patrimonial de R$ 200 milhões;  Estado de Minas Gerais, em relação aos extravasamentos na unidade Viga, com o requerimento de bloqueio patrimonial de R$ 1 bilhão; e Ministério Público do Estado de Minas Gerais e o Estado de Minas Gerais, em relação aos extravasamentos na unidade de Fábrica, com o requerimento de bloqueio patrimonial de R$ 846 milhões. 

“A companhia esclarece que os extravasamentos ocorridos nas unidades de Fábrica e Viga em janeiro de 2026 não têm qualquer relação com as barragens da Vale na região, as quais permanecem com condições de segurança inalteradas e sob monitoramento contínuo, 24 horas por dia, 7 dias por semana”, afirmou a mineradora em um fato relevante. A Vale destacou ainda que segue cooperando com as autoridades e apresentará suas manifestações dentro dos prazos legais. 

“As causas dos eventos continuam sendo apuradas de forma técnica e estruturada, com transparência”, ressaltou a Vale. 

A companhia informou também que já iniciou os trabalhos para a remoção de sedimentos e que está trabalhando no desenvolvimento do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas, conforme compromissos com autoridades. 

No dia 1° de fevereiro a Vale emitiu um comunicado onde afirmava que tomou conhecimento sobre a existência de uma Tutela Cautelar Antecedente interposta pelo Ministério Público Federal referente ao extravasamento ocorrido na mina de Fábrica, em Ouro Preto/MG, envolvendo o escoamento de água e sedimentos para áreas a jusante. O MPF pleiteia a adoção de medidas liminares, incluindo um bloqueio patrimonial no valor de R$ 1 bilhão.

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