Publicado às 11h18
Leia também:
BlackRock eleva participação na Copel (CPLE3) [1]
A gestora norte-americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Copel (CPLE3), conforme informado pela companhia brasileira na sexta-feira, 6.
A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações ordinárias emitidas pela Copel, sendo que, em 3 de fevereiro de 2026, suas participações, de forma agregada, passaram a ser 148.301.789 ações ordinárias e 1.458.171 American Depositary Receipts (ADRs), representativos de 5.832.685 ações ordinárias de emissão da companhia, totalizando 154.134.474 ações ordinárias de emissão da Copel, representando 5,167% do total de ações ordinárias; além de 690.443 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações ordinárias com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,023% do total de ações ordinárias.
“O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.
Raízen (RAIZ4): controladores seguem avaliando alternativas para a redução da alavancagem [2]
A Raízen (RAIZ4) divulgou neste fim de semana que seus controladores seguem avaliando, de forma prioritária, alternativas para a redução da alavancagem e o equacionamento da estrutura de capital.
“Tais avaliações podem abranger a análise preliminar de diferentes transações e estruturas”, afirmou a Raízen em um comunicado, destacando que, até a presente data, não há decisão tomada ou compromisso vinculante celebrado pela companhia ou por seus acionistas controladores em relação a nenhuma dessas alternativas.
A agência Bloomberg reportou na semana passada que investidores se desfizeram de títulos da Raízen em meio à crescente preocupação de que seus dois principais acionistas, Cosan (CSAN3) e Shell, não cobrirão um déficit de quase US$ 4 bilhões.
Ainda de acordo com a agência, em reuniões realizadas para tratar das crescentes pressões financeiras sobre a empresa, a Raízen e seus consultores discutiram possíveis cenários, incluindo um haircut na dívida em uma reestruturação. A cisão de parte dos negócios, uma oferta de ações e uma injeção de capital também foram debatidas, informou a Bloomberg.
Guararapes (RIAA3) avalia realização de oferta pública de distribuição de ações [3]
A Guararapes (RIAA3), dona da Riachuelo, emitiu um fato relevante na noite de sexta-feira, 6, onde informa que estuda alternativas de captação que inclui a realização oferta pública de distribuição de ações.
“Como parte de sua estratégia corporativa, está atenta a oportunidades e avalia, de forma contínua e permanente, potenciais alternativas de captação que possam contribuir para otimização da sua estrutura de capital, bem como para enquadramento do percentual mínimo de ações em circulação, nos termos do regulamento do segmento do Novo Mercado da B3 S.A. – Brasil, Bolsa, Balcão, o que inclui a realização de potencial oferta pública de distribuição de ações ordinárias de sua emissão”, afirmou a companhia.
A Guararapes destacou que nenhuma decisão definitiva foi tomada a respeito da realização da potencial oferta pública, tampouco contratados assessores financeiros.
Ibama aplica multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras por vazamento de fluido na Foz do Amazonas [4]
O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) multou a Petrobras em R$ 2,5 milhões devido ao descarte de 18,44 m³ de fluido de perfuração na Bacia da Foz do Amazonas. O caso ocorreu em 4 de janeiro.
Em nota divulgada em 6 de janeiro a petroleira estatal afirmou que “foi identificada perda de fluido de perfuração em duas linhas auxiliares que conectam a sonda de perfuração ao poço Morpho”, na Margem Equatorial Brasileira.
Segundo a companhia, “a perda do fluido de perfuração foi imediatamente contida e isolada”.
A Petrobras assegurou que “adotou todas as medidas de controle e notificou os órgãos competentes. O fluido utilizado atende aos limites de toxicidade permitidos e é biodegradável, portanto não há dano ao meio ambiente ou às pessoas.”
O fluido de perfuração é usado para limpar e lubrificar a broca durante a perfuração de poços de petróleo e gás. A substância mistura água, argila e produtos químicos. O composto ajuda a controlar a pressão do poço e prevenir o colapso das paredes.
Apesar da multa, a atividade foi retomada no local nesta semana após autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP).
O Poço Morpho está localizado em bloco exploratório (FZA-M-059) a cerca de 175 quilômetros da costa do Amapá e a 500 km da foz do Rio Amazonas.
Espaçolaser (ESPA3) altera programa de recompra de ações [5]
A MPM Corpóreos – Espaçolaser (ESPA3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a alteração do programa de recompra de ações. A quantidade máxima de ações que podem ser adquiridas no âmbito do referido programa passou a ser de até 10 milhões de ações. O atual programa foi aprovado em dezembro de 2024.
Axia Energia (AXIA3): conselho aprova emissão de debêntures simples [6]
A Axia Energia (AXIA3) informou que seu conselho de administração aprovou a captação de debêntures simples, não conversíveis em ações, em até 3 séries, no montante de R$ 1,6 bilhão, com possibilidade de lote adicional de até 25% do volume da emissão, conforme o resultado do procedimento de bookbuilding, podendo o volume total da operação chegar a R$ 2 bilhões, por meio da sua 8ª emissão.
Brava (BRAV3) informa sobre renúncia no Comitê de Auditoria Estatutário [7]
A Brava Energia (BRAV3) informou que Ricardo Fraga Lima renunciou ao cargo de membro do Comitê de Auditoria Estatutário da Companhia. Em decorrência da renúncia mencionada acima, o Comitê passa a ser formado pelos seguintes membros: Mateus Tessler Rocha, Harley Lorentz Scardoelli e André Marcelo da Silva Prado, todos com mandato unificado de dois anos, contados a partir de 1º de agosto de 2024 e coincidentes com os mandatos dos membros do conselho de administração.
A Brava vai divulgar os resultados do quarto trimestre (4T25) em 11 de março.
C&A (CEAB3) contrata KPMG para prestação dos serviços de auditoria independente [8]
A C&A (CEAB3) divulgou que seu conselho de administração aprovou a contratação da KPMG Auditores Independentes para a prestação dos serviços de auditoria independente a partir do exercício social de 2026, em substituição ao atual auditor independente da companhia, a Ernst & Young Auditores, que permanecerá responsável pela auditoria das demonstrações financeiras relativas ao exercício social findo em 31 de dezembro de 2025, tendo manifestado formalmente sua anuência à substituição.
A C&A afirmou que a substituição decorre de procedimentos competitivos, com avaliação de critérios técnicos, de independência e comerciais, observadas as diretrizes da política de contratação de auditor externo.
Os trabalhos da KPMG como novo auditor independente terão início a partir da revisão das informações financeiras trimestrais relativas ao primeiro trimestre de 2026 (ITR 1T26).
Azul anuncia o fechamento da oferta de títulos de dívida [9]
A Azul (AZUL53) informou na noite de sexta-feira, 6, que sua subsidiária Azul Secured Finance LLP concluiu a oferta privada no exterior de US$ 1,375 bilhão de títulos de dívida seniores com garantia prioritária, com remuneração de 9,875% e vencimento em 2031.
A oferta teve por finalidade proporcionar o financiamento de saída (exit financing) no contexto do plano de reestruturação da companhia aprovado no Chapter 11 do United States Bankruptcy Code (recuperação judicial).
A Azul destacou que segue conduzindo a implementação das etapas previstas no Plano do Chapter 11 com foco, disciplina e alinhamento às diretrizes já estabelecidas, avançando conforme o cronograma previsto e mantendo consistência na execução das iniciativas em curso.
Companhias que divulgam resultado do 4T25 nesta semana:
A temporada de resultados do quarto trimestre de 2025 (4T25) ganha força na semana que vem. Destaque para o balanço da Vale (VALE3) e da Ambev (ABEV3) na quinta-feira, 12; do Banco Brasil (BBAS3), na quarta-feira, 11; e da BB Seguridade (BBSE3), na segunda-feira. A BB Seguridade deve divulgar os detalhes do dividendo anunciado em dezembro de 2025 [10]. Confira a agenda abaixo:
Segunda-feira, 9
BTG Pactual – antes da abertura do mercado.
BB Seguridade, São Martinho, Motiva – após o fechamento do mercado.
Terça-feira, 10
Suzano, Tim – após o fechamento do mercado.
Quarta-feira, 11
Klabin, Banco Inter – antes da abertura do mercado.
Banco do Brasil, Banrisul, Log, Guararapes, Totvs, Assaí, Neoenergia – após o fechamento do mercado.
Quinta-feira, 12
Ambev – antes da abertura do mercado.
Vale, Copasa, Raízen, Jalles Machado – após o fechamento do mercado.
Sexta-feira, 13
Usiminas – antes da abertura do mercado.
Estudo de ações da Bolsa
Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Pomo4, Itub4, Bbas3, Cxse3, Bbse3, Isae4, e de Taee11. Acesse aqui [11]o vídeo.
Companhias que pagam provento nesta semana:
Segunda, 9
BB Seguridade (BBSE3) deve divulgar detalhes de dividendo anunciado em dez/25 [10]
Neoenergia (NEOE3) paga dividendo anunciado em dezembro/25 [12]
Quarta, 11
Banco ABC Brasil (ABCB4) paga JCP [13]
Quinta, 12
Alupar (ALUP11) paga dividendo aprovado em dezembro/25 [14]
Sexta, 13
BTG (BPAC11) paga juros sobre o capital anunciado em dez/25 [15]
BTG Pactual (BPAC11) paga JCP anunciado em 22/12 [16]
Cogna (COGN3) paga 1° distribuição de dividendo [17]
