
Publicado às 21h39 – atualizado às 22h59
Notícias corporativas
Isa Energia (ISAE4) anuncia o pagamento de R$ 279,3 milhões em dividendo [1]
O conselho de administração da Isa Energia (ISAE3, ISAE4) aprovou nesta terça-feira, 24, o pagamento aos acionistas de dividendos no valor total de R$ 279.322.375,71. Esse valor corresponde a R$ 0,423933 por ação de ambas as espécies. O pagamento será em 29 de abril de 2026. Confira na tabela abaixo a ‘data com’ (data de corte) e a data ex-dividendo.

Mercado Livre reporta lucro de US$ 559 milhões, queda anual [2]
O Mercado Livre (B3: MELI34; Nasdaq: MELI) divulgou nesta terça-feira, 24, que teve lucro líquido de US$ 559 milhões no quarto trimestre de 2025 (4T25), queda de 12,5% na base anual de comparação.
O lucro operacional, ou lucro antes de juros e impostos (EBIT), cresceu 8%, para US$ 889 milhões. A margem EBIT caiu para 10,1%, ante 13,5% no ano anterior.
A receita teve expansão de 45% no ano, para US$ 8,8 bilhões.
MBRF e governo do Paraná anunciam R$ 375 milhões para fortalecer produção de alimentos [3]
O Governo do Paraná e a MBRF (MBRF3) anunciaram nesta terça-feira, 24, o investimento de R$ 375 milhões para o fortalecimento da cadeia produtiva de aves e suínos no Estado. O aporte, que é o maior até o momento dentro do Fundo de Investimento Agrícola do Paraná (FIDC Agro Paraná), visa impulsionar a produção de alimentos, ampliar a base de integração e fortalecer a competitividade do agronegócio paranaense.
A iniciativa vai combinar recursos públicos e privados e prevê investimentos tanto na expansão e fortalecimento da base de produtores integrados, quanto nas unidades produtivas da companhia. Do total de recursos, R$ 300 milhões serão aportados pela MBRF, enquanto que os R$ 75 milhões restantes contarão com subsídio do Governo do Paraná.
A parceria com a MBRF, empresa fruto da fusão entre Marfrig e BRF, é a terceira fechada dentro desse modelo, que tem o fundo estruturado pela Fomento Paraná, instituição financeira estadual.
O FIDC tem por objeto preponderante a aquisição de direitos creditórios originados de operações de crédito vinculadas às atividades agroindustriais desenvolvidas no estado do Paraná, notadamente aqueles representados por Cédulas de Produto Rural Financeiras (CPR-F).
“Os recursos captados no FIDC destinam-se à concessão de crédito à companhia e aos produtores rurais integrados à sua cadeia produtiva, contribuindo para o fortalecimento da produção integrada, o incremento da eficiência operacional e a promoção da sustentabilidade do agronegócio paranaense”, afirmou a companhia.
Moody’s Local Brasil afirma rating da Valid; perspectiva estável [4]
A agência de classificação de risco Moody’s Local Brasil afirmou nesta terça-feira, 24, o Rating Corporativo AA.br da Valid (VLID3). A perspectiva é “estável”.
Ao mesmo tempo, a agência afirmou o rating AA+.br da 10ª emissão de debêntures, com garantia real, e o rating AA.br da 11ª emissão de debêntures, sem garantia real, emitidas pela companhia.
A afirmação do rating “reflete seu forte posicionamento competitivo e a diversificação de negócios, com atuação destacada nos segmentos de identificação e governo digital (ID), banking e meios de pagamentos (Pay) e conectividade (Mobile), com uma ampla base de clientes e presença em diversas regiões geográficas”, destaca a agência em relatório.
Celesc: conselho aprova suplementação de R$ 42,7 milhões no orçamento do plano de desligamento incentivado [5]
A Centrais Elétricas de Santa Catarina – Celesc (CLSC3; CLSC4) informou nesta terça-feira, 24, que seu conselho de administração aprovou a suplementação de R$ 42,7 milhões no orçamento do Plano de Desligamento Incentivado (PDI) e a execução orçamentária no limite de até R$ 83,5 milhões, possibilitando o desligamento dos empregados inscritos e aptos.
Os impactos financeiros totais do PDI serão apurados ao final do período de adesão, devidamente contabilizados e oportunamente divulgados ao mercado, afirmou a companhia em um comunicado.
GPA (PCAR3): prejuízo de R$ 572 milhões no 4T25 [6]
O GPA (PCAR3) divulgou nesta terça-feira, 24, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) prejuízo líquido (controladores consolidado) de R$ 572 milhões. Esse valor é menor que o prejuízo de R$ 1,1 bilhão registrado no mesmo trimestre de 2024 (4T24).
No acumulado de 2025 o prejuízo somou R$ 824 milhões, queda de 65,8% em relação ao prejuízo de R$ 2,4 bilhões de 2024.
O Ebitda ajustado somou R$ 510 milhões no 4T25, crescimento de 2,5% na base anual de comparação.
A receita líquida atingiu R$ 5,11 milhões, queda anual de 2%.
“O quarto trimestre apresentou melhora em indicadores operacionais, com margem Ebitda ajustada de 10%, redução do prejuízo líquido e avanço na geração de caixa operacional. Esses resultados refletem os primeiros impactos da agenda de eficiência implementada ao longo do ano e reforçam o potencial de melhoria da performance da Companhia ao longo de 2026”, afirmou o CEO, Alexandre Santoro, em sua mensagem no release de resultados.
Iguatemi (IGTI11) reporta lucro líquido R$ 145 milhões no 4T25; lucro ajustado foi de R$ R$ 158,9 milhões [7]
A Iguatemi (IGTI11) divulgou nesta terça-feira, 24, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 158,9 milhões, queda de 3,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). Sem ajustes, o lucro líquido somou R$ 145 milhões no 4T25, alta anual de 3%.
O Ebitda ajustado somou R$ 324,5 milhões, leve alta de 3% na base anual de comparação.
A receita líquida ajustada da companhia atingiu R$ 422,6 milhões, expansão de 12,6% no ano.
No 4T25, as vendas mesmas lojas (SSS) cresceram 5,9% e as vendas mesmas áreas (SAS) tiveram alta de 8,4% em relação ao mesmo período do ano anterior. Os aluguéis mesmas lojas (SSR) subiram 6,6% e os aluguéis mesmas áreas (SAR) aumentaram 5,9% na base anual de comparação.
C&A (CEAB) reporta lucro líquido de R$ 313,2 milhões no 4T25; lucro ajustado foi de R$ 269,8 milhões [8]
A C&A (CEAB3) divulgou nesta terça-feira, 24, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado (desconsidera efeitos não recorrentes) de R$ 269,8 milhões, crescimento de 7,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (4T24).
Já o lucro líquido foi de R$ 313,2 milhões no 4T25, alta de 22,9% na comparação anual.
O Ebitda ajustado consolidado foi de R$ 560,1 milhões no 4T25, queda de 5,6% ante o 4T24.
A receita operacional líquida da varejista somou R$ 2,47 bilhões no 4T25, queda de 3,2% ante o mesmo período de 2024.
Divulgam resultados nesta quarta-feira, 25:
Weg – antes da abertura do mercado.
Engie Brasil, Copasa, Intelbras, Kepler Weber, lochpe-Maxion, Nubank – após o fechamento do mercado.
Agenda de proventos desta quarta, 25:
Isa Energia (ISAE4) [9]
A Isa Energia (ISAE4) paga nesta quarta-feira, 25, a 2° parcela dos JCP anunciados em 19 de dezembro. A data de corte dessa segunda parcela foi em 29 de janeiro de 2026. O valor líquido é de R$ 0,21 por ação. Vale lembrar que a terceira parcela tem data de corte em 26 de fevereiro de 2026 (data ex-direito em 27 de fevereiro).
Schulz (SHUL4) [10]
A Schulz paga nesta quarta-feira os JCP anunciados em 22 de dezembro de 2025. Desde 30 de dezembro de 2025 as ações são negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento será feito pelo valor líquido de R$ 0,08 por ação por ação preferencial e R$ 0,08 por ação ordinária.
Grendene (GRND3) [11]
A Grendene (GRND3) paga nesta quarta-feira, 25, R$ 300 milhões em dividendo. Esse valor corresponde a R$ 0,33. As ações da companhia passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 29 de dezembro de 2025. Vale lembrar que o valor de R$ 279,9 milhões, correspondente a R$ 0,31, será pago em 20 de maio de 2026.