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Lucro da Motiva, São Martinho e da BB Seguridade, notícia da Vale, Yduqs, Raízen e outros destaques  

 

Publicado às 22h03

Notícias corporativas

Motiva (MOTV3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 606 milhões no 4T25 [1]

A Motiva (MOTV3) divulgou nesta segunda-feira, 9, que teve no quarto trimestre de 2025 (4T25) lucro líquido ajustado de R$ 606 milhões, alta de 68,3% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (4T24). O Ebitda ajustado cresceu 25,2% na base anual, para R$ 2,52 bilhões. A Receita Líquida Ajustada somou R$ 4,047 bilhão, expansão de 6,8% na comparação com o 4T24.

São Martinho (SMTO3) reporta lucro de R$ 424,1 milhões no 3T da safra 25/26 [2]

A São Martinho (SMTO3) divulgou nesta segunda-feira, 9, que teve lucro líquido de R$ 424,1 milhões no terceiro trimestre da safra 2025/26 (3T26). Esse valor corresponde à alta de 168,5% em relação ao mesmo período da safra anterior.

O Ebitda ajustado somou R$ 787,1 milhões no 3T26, queda de 25,6% em relação ao 3T25, com margem de 49,4%, queda de 8 pontos percentuais.

A receita líquida atingiu R$ 1,59 bilhão no 3T26, queda de 13,6% na base de comparação anual.

Yduqs (YDUQS) conclui aquisição da Unifametro [3]

A Yduqs (YDUQS) concluiu nesta segunda-feira, 9, a aquisição de 100% da participação societária da Empreendimento Educacional Maracanaú, mantenedora do Centro Universitário Fametro (Unifametro).

No contexto da mesma operação, a companhia passou a deter 100% do capital social da Cemape Cursos.

A conclusão da aquisição se deu tendo em vista a expedição pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) da certidão confirmando o trânsito em julgado da decisão que analisou e aprovou, sem restrições, o ato de concentração e o cumprimento das demais condições precedentes negociadas entre as partes.

Raízen contrata Rothschild & Co como assessora financeira  [4]

A Raízen (RAIZ4) selecionou a Rothschild & Co como assessora financeira, bem como os escritórios Pinheiro Neto Advogados e Cleary Gottlieb Steen & Hamilton LLP como assessores legais. A informação foi divulgada na noite desta segunda-feira, 9.

Os referidos assessores, em conjunto com a administração da companhia, iniciaram a avaliação de alternativas econômico-financeiras preliminares, em caráter exploratório, em linha com as melhores práticas de governança e de mercado.

“Tais avaliações não implicam, até o momento, na celebração de compromisso vinculante relacionado a eventual transação ou operação específica”, afirmou a Raízen em um fato relevante.

Os assessores vão auxiliar na elaboração de um diagnóstico de opções estratégicas voltadas ao fortalecimento da posição de liquidez e a otimização da estrutura de capital da companhia.

A agência Bloomberg reportou na semana que investidores se desfizeram de títulos da Raízen em meio à crescente preocupação de que seus dois principais acionistas, Cosan (CSAN3) e Shell, não cobrirão um déficit de quase US$ 4 bilhões.

Ainda de acordo com a agência, em reuniões realizadas para tratar das crescentes pressões financeiras sobre a empresa, a Raízen e seus consultores discutiram possíveis cenários, incluindo um haircut na dívida em uma reestruturação. A cisão de parte dos negócios, uma oferta de ações e uma injeção de capital também foram debatidas, informou a Bloomberg.

Vale atualiza sobre pedidos de bloqueio de recursos por autoridades  [5]

A Vale (VALE3) informou na noite desta segunda-feira, 9, em um fato relevante, que três pedidos de bloqueio patrimonial apresentados em caráter liminar, e que totalizavam R$ 2,846 bilhões, foram rejeitados pelos respectivos tribunais competentes.

Permanece pendente apenas a decisão referente a um pedido de bloqueio no valor de R$ 200 milhões.

A mineradora destacou, ainda, que outras medidas liminares de natureza diversa foram concedidas pelos juízos competentes, incluindo algumas já em atendimento, como a paralisação das operações das unidades de Fábrica e Viga (as quais foram suspensas pela Vale em 25 de janeiro de 2026) e a elaboração do Plano de Recuperação de Áreas Degradadas.

A Vale explicou que os extravasamentos registrados nas unidades de Fábrica e Viga, em janeiro de 2026, não têm qualquer relação com as barragens da companhia na região.

As estruturas permanecem em condições de segurança inalteradas e sob monitoramento contínuo, 24 horas por dia, sete dias por semana.

“As causas dos eventos seguem sendo apuradas de forma técnica, estruturada e transparente”, afirmou a companhia, destacando que continua a cooperar com as autoridades e está executando ações de remoção de sedimentos e limpeza das áreas afetadas, conforme seus compromissos.

Itaúsa divulga o cronograma de pagamentos dos JCP trimestrais de 2026. Confira as datas: [6]

A Itaúsa (ITSA4) divulgou nesta segunda-feira, 9, o cronograma de pagamentos dos juros sobre o capital próprio trimestrais deste ano (2026). O valor bruto é de R$ 0,0242425 (líquido de R$ 0,02) por ação, conforme cronograma abaixo:

Itaúsa pagará em 6 de março JCP anunciado em 1° de dezembro [7]

A Itaúsa (ITSA3, ITSA4) informou nesta segunda-feira, 9, após o fechamento do mercado, que seu conselho de administração deliberou pagar em 6 de março os juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 1º de dezembro de 2025.

O valor bruto é de R$ 0,0182 (líquido de R$ 0,01547) por ação. Esses JCP tem como base de cálculo a posição acionária final do dia 9 de dezembro de 2025. Desde 10 de dezembro/25 as ações da Itaúsa passaram a ser negociadas ex-direito a esses JCP.

Vale lembrar que os dividendos anunciados também em 1° de dezembro de 2025, no valor de R$ 0,77 por ação, já foram pagos em 19 de dezembro de 2025.

BB Seguridade (BBSE3) reporta lucro de R$ 2,3 bilhões no 4T25 [8]

A BB Seguridade (BBSE3) divulgou nesta segunda-feira, 9, após o fechamento do mercado, que no quarto trimestre de 2025 (4T25) teve lucro líquido gerencial recorrente de R$ 2,28 bilhões, resultado R$ 111,9 milhões superior ao registrado no mesmo período de 2024, alta anual de 5,1%. Segundo a companhia, o crescimento foi sustentado pelo resultado financeiro combinado das empresas do grupo, com expansão do saldo médio, alta da taxa Selic, redução do custo do passivo de planos previdência de benefício definido, decorrente da queda do IGP-M com 1 mês de defasagem, e resultado positivo de marcação a mercado, enquanto no 4T24 houve marcação negativa.

No ano, o lucro líquido gerencial recorrente foi de R$ 9,1 bilhões, equivalente a um incremento de R$ 930,2 milhões (+11,4%) em comparação a 2024.

explicado em grande parte por:

▪ Brasilseg (+R$ 334,3 milhões): diante do crescimento dos prêmios ganhos, redução de sinistralidade e aumento do resultado financeiro;

▪ Brasilprev (+R$ 283,1 milhões): impulsionado pela alta do resultado financeiro, com redução do custo do passivo e resultado positivo de marcação a mercado;

▪ BB Corretora (+R$ 227,0 milhões): em função do crescimento das receitas de corretagem e expansão do resultado financeiro; e ▪ Brasilcap (+R$25,0 milhões): sustentado pela alta do resultado financeiro.

A BB Seguridade também divulgou as projeções a serem acompanhadas no exercício de 2026 (guidance 2026). Para 2026, a companhia projeta crescimento entre 8% a 11% nas reservas de previdência PGBL e VGBL da Brasilprev e variação entre -3% e +2% nos prêmios emitidos da Brasilseg. O resultado operacional não decorrente de juros (ex-holding) deve apresentar queda entre 3% e 7%.

BB Seguridade: dividendo terá ‘data de corte’ em 12 de fevereiro e será pago em 2 de março [9]

A BB Seguridade (BBSE3) aprovou a distribuição de R$ 4,95 bilhões a título de remuneração aos acionistas sob a forma de dividendos, referente ao lucro líquido apurado no 2º semestre de 2025, acrescido do saldo de dividendos prescritos relativos a exercícios passados.

O valor do dividendo por ação é de R$ 2,54996501627. O valor do dividendo por ação atualizado até esta segunda-feira, 9 de fevereiro, é de R$2,58819548318.

Os dividendos serão atualizados pela taxa Selic, da data do balanço (31.12.2025) até a data do pagamento (02.03.2026) e terão como base a posição acionária de 12.02.2026, sendo as ações negociadas ex-dividendos a partir de 13.02.2026.

O valor relativo ao 2º semestre, somado ao dividendo já distribuído relativo ao 1º semestre, perfaz o valor de R$ 8,720 bilhões, conforme aprovado pelo conselho de administração em 17.12.2025, totalizando o percentual de distribuição do lucro de 96,7% para o ano de 2025.

Divulgam resultado nesta terça-feira, 10:

Suzano, Tim – após o fechamento do mercado.

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