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Ibovespa futuro, dólar, produção da Brava, notícia da Smart Fit, Méliuz e de outras companhias

Publicado às 9h36 – 9h52

Ibovespa futuro

Às 9h52 desta quarta-feira, 7, o Ibovespa futuro (INDG26 contrato com vencimento para 18 de fevereiro/26) tinha queda de 0,28% aos 165.840 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h49 o dólar comercial tinha alta de 0,09% cotado a R$ 5,384 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h29 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,13% (US$ 60,6). O Brent é referência para a Petrobras.

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 4,09% a 828 iuanes (US$ 118,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h30 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,05% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,06%. Nasdaq futuro caía 0,18%.

Notícias corporativas

Brava Energia (BRAV3) divulga dados de produção de dezembro/25

A Brava Energia (BRAV3) informou nesta quarta-feira, 7, os dados de produção preliminares e não auditados do mês de dezembro de 2025.

No mês de dezembro, a Brava registrou produção média de 74,6 mil boe/d, alta de 6% em relação ao mês anterior.

A Brava explicou que o resultado do mês é justificado pelo retorno de Atlanta e Papa-Terra para patamares normalizados de produção, após manutenção programada e intervenções durante o mês de novembro, parcialmente compensado pela parada programada em Parque das Conchas, pela interdição temporária de instalações em Potiguar e a redução na demanda de gás em Manati.

A companhia encerrou 2025 com produção média de 81,3 mil boe/d, um aumento de 46% em relação ao ano anterior, com destaque para Papa-Terra e Atlanta, que registraram os seus melhores resultados anuais históricos de produção e eficiência operacional.

No quarto trimestre de 2025 (4T25), a Brava registrou produção média de 76,8 mil boe/d. Segundo a petroleira, o resultado no trimestre foi impactado por manutenções programadas em ativos do portfólio e não reflete a capacidade atual de produção da companhia.

Smart Fit (SMFT3) encerra 2025 com 2.084 academias

Em 2025 a Smart Fit (SMFT3) acelerou seu ritmo de expansão e atingiu um novo recorde anual de aberturas líquidas de academias. No período, foram adicionadas 341 academias, a maior expansão da história, em linha com o guidance para o ano. Esse desempenho representa um crescimento de 20% da rede frente a 2024 e um aumento de 12% sobre a expansão de 305 unidades registrada em 2024.

Ao final de 2025, a companhia contava com 2.084 academias em 16 países, sendo 1.683 unidades próprias (81% do total) e 401 franquias (19%).

Das adições líquidas do período, 276 são unidades próprias (81% do total). Em relação ao mix por geografia, 161 academias foram adicionadas no Brasil (47% do total), 110 na região Outros Países (32%) e 70 no México (21%).

Méliuz (CASH3) informa sobre recebimento de auto de infração

O Méliuz (B3: CASH3 | OTCQX: MLIZY) informou nesta quarta-feira, 7, que, em 5 de janeiro de 2026, tomou conhecimento de auto de infração lavrado pela Receita Federal do Brasil, relacionado à glosa de créditos de PIS e COFINS referentes ao exercício social de 2021.

O valor do auto de infração é de R$ 30.702.968,51, sendo R$ 13.600.703,49 de principal e R$ 17.102.265,02 relacionados a multas e juros.

No fato relevante enviado ao mercado nesta quarta-feira, 7, a companhia afirmou que “discorda integralmente do entendimento adotado pela autoridade fiscal e entende que possui fundamentos jurídicos sólidos e consistentes para a defesa de sua posição, amparados, inclusive, na existência de precedentes favoráveis em discussões que apresentam similaridades relevantes”, ressaltando que seu modelo de negócios foi desenvolvido de “forma pioneira no mercado brasileiro, o que confere à matéria características específicas”.

O Méliuz destacou que apresentará tempestivamente a competente impugnação administrativa, nos termos da legislação aplicável.

A companhia também atualizou informações sobre seu programa de recompra de ações. O Méliuz encerrou o quarto trimestre de 2025 (4T25) com 3.755.000 ações recompradas, através de contratos de derivativos com contrapartes, o que corresponde a aproximadamente 41,12% do total do programa.

A companhia possui atualmente 604,69 Bitcoins que a preço de hoje correspondem a aproximadamente R$ 301,2 milhões, e R$ 67,3 milhões em caixa, conforme divulgado no último resultado divulgado referente ao terceiro trimestre de 2025 (3T25), somando um total de aproximadamente R$ 368,5 milhões de ativos líquidos.

O Méliuz ressaltou ainda que possui um business operacional, que nos últimos doze meses, findos no 3T25, gerou R$ 94,7 milhões de Ebitda e R$ 53,3 milhões de lucro líquido.

A companhia salientou que não possui endividamento, e que seu valor de mercado atual é de aproximadamente R$ 464,2 milhões.

Axia Energia (AXIA3) esclarece notícia no Valor Econômico [1]

A Axia Energia (AXIA3) prestou esclarecimentos solicitados pela B3 sobre a notícia veiculada pelo jornal Valor Econômico, em 2 de janeiro de 2026, sob o título “Justiça do Rio determina que Axia provisione R$ 750 milhões para PLR”.

Em um comunicado divulgado na noite de terça-feira, 6, após o fechamento do mercado, a Axia, explicou que foram ajuizadas duas ações civis coletivas promovidas por entidades sindicais, que têm por objeto “pleitear supostos reflexos no pagamento de Participação nos Lucros ou Resultados (PLR) a seus empregados, oriundos da capitalização de reservas de lucros e bonificação em ações aprovadas na Assembleia Geral Extraordinária realizada em 19 de dezembro de 2025”.

A companhia informou que adotará todas as medidas judiciais cabíveis para buscar a “revogação da decisão liminar – a qual foi deferida parcialmente – e, ao final, a improcedência dos pedidos formulados”.

“As ações partem de premissas que não são compatíveis com o tratamento jurídico-societário e contábil aplicável às operações citadas, uma vez que a bonificação de ações não se confunde com distribuição de dividendos”, afirmou a Axia.

GPA (PCAR3): Rafael Ferri e Hugo Fujisawa pedem convocação de assembleia [2]

O GPA (PCAR3) recebeu dos acionistas Rafael Ferri e Hugo Shoiti Fujisawa, pedido de convocação de assembleia geral para deliberar a eleição de todo o conselho de administração, tendo, para tanto, indicado os seguintes candidatos para concorrer em eventual procedimento de voto múltiplo: Daniel Vinicius Alberini Schrickte e Gustavo Viana Volpato.

O pedido ocorre tendo em vista que o conselho de administração da companhia foi eleito em 6 de outubro de 2025 pelo procedimento de voto múltiplo e, desde então, dois conselheiros renunciaram a seus respectivos cargos, deixando-os vagos.

O GPA informou ainda que seu conselho de administração analisará o requerimento de convocação e o atendimento dos requisitos legais para eventual convocação da assembleia requerida no prazo legal aplicável.

Rafael Ferri e Hugo Shoiti Fujisawa são titulares de ações representativas, em conjunto, de 3,2156% do capital social do GPA.

B3 bate recorde histórico com 75 leilões em 2025, com geração de R$ 240 bi em investimentos [3]

Em 2025, a B3 (B3SA3) alcançou um marco histórico ao realizar 75 leilões, que resultaram na alienação ou concessão de 98 ativos públicos à iniciativa privada. Essas operações viabilizaram R$ 243,8 bilhões em investimentos, entre Capex e Opex, com potencial para criar cerca de 1,6 milhão de empregos diretos e indiretos. Esse resultado supera o desempenho de 2024, quando foram realizados 64 leilões e contratados R$ 180 bilhões em investimentos.

“A B3 tem um papel fundamental como infraestrutura de mercado para viabilizar projetos que impulsionam o desenvolvimento do país. Em 2025, alcançamos um marco histórico com 75 leilões realizados, oferecendo um ambiente seguro, transparente e eficiente para conectar ativos públicos a investidores privados. Essa atuação reforça nosso compromisso em contribuir para a modernização da infraestrutura nacional e para a geração de valor à sociedade”, diz Guilherme Peixoto, superintendente de Relacionamento e Governança em Licitações da B3.

O setor de rodovias foi novamente protagonista, com 20 leilões realizados, o dobro do ano anterior. Os projetos somaram R$ 106,6 bilhões em investimentos e abrangem cerca de 8,5 mil quilômetros de estradas.

Outros setores também tiveram avanços significativos em 2025. Na área de saneamento, ocorreram oito leilões: quatro no Pará, dois em Pernambuco e dois no Espírito Santo, com investimentos previstos de R$ 44,5 bilhões. O setor de energia registrou cinco leilões, que vão mobilizar R$ 5,5 bilhões de investimentos e mais de 13 mil empregos.

No segmento portuário, foram sete leilões, totalizando R$ 5,9 bilhões em investimentos, incluindo a concessão inédita do canal de acesso ao Porto Paranaguá (PR), o maior investimento já contratado pela Antaq em leilões realizados na B3. Já no setor de iluminação pública, foram concedidos quatro projetos, com aportes de R$ 443,1 milhões para modernizar quase 100 mil pontos de iluminação pública com a tecnologia LED, beneficiando aproximadamente 930 mil pessoas.

No ano marcado pela realização da COP30 no Brasil, a B3 também atuou em setores estratégicos como manejo florestal sustentável e reflorestamento, com cinco leilões que somam R$ 290,9 milhões em investimentos e estimativa de geração de 3,3 mil empregos, destinando mais de 4,5 bilhões de metros quadrados para a implementação de práticas que conciliam preservação ambiental e geração de renda local.

Outro marco foram os leilões no setor de infraestrutura social, como hospitais, escolas e presídios. Ao todo, foram viabilizados oito certames, mais que o dobro de 2024, com investimentos de R$ 12,5 bilhões.

Sabesp retifica valor por ação de JCP anunciado em dezembro [4]

A Sabesp (SBSP3) divulgou na terça-feira, 6, que retificou o valor por ação dos juros sobre o capital (JCP) anunciados em 19 de dezembro de 2025. O JCP passou de R$ 2,63053993 para R$ 2,567766478 por ação.

Em um comunicado divulgado após o fechamento do mercado, a companhia informou que fez o ajuste para refletir a estrutura do capital social após o aumento de capital aprovado na reunião do conselho de administração de 18 de dezembro de 2025, e para desconsiderar as 3.554.430 ações ordinárias mantidas em tesouraria pela companhia em 23 de dezembro de 2025.

Esses juros sobre o capital serão pagos em 30 de abril de 2026. Tem direito acionistas que constarem da base acionária da Sabesp no final do pregão de 23 de dezembro de 2025. As ações de emissão da companhia passaram a ser negociadas “ex-proventos” na B3 a partir de 26 de dezembro de 2025 (inclusive).

Embraer registra 91 aeronaves entregues no 4º trimestre e supera marca do 4T24 [5]

A Embraer (B3: EMBJ3 / NYSE: EMBJ) entregou 91 aeronaves no quarto trimestre (4T25). O resultado foi superior aos do 3T25 e 4T24, quando as entregas somaram 62 e 75 aeronaves, respectivamente.

Durante o 4T25, foram entregues 32 novos jatos comerciais – 15 do modelo E195-E2, o maior avião do segmento em produção pela Embraer.

No período, a performance da aviação comercial superou o resultado do 3T25 e do 4T24, quando foram registradas 20 e 31 entregas, respectivamente.

Em 2025, a Aviação Comercial entregou 78 jatos, em linha com as estimativas de 77-85 aeronaves para o ano.

A Aviação Executiva realizou 53 entregas, versus 41 jatos entregues no 3T25 e 44 no 4T24. O destaque do trimestre ficou com o Phenom 300, com 23 unidades entregues.

Em 2025, a Aviação Executiva entregou 155 jatos, no topo das estimativas de 145-155 aeronaves para o ano.

No segmento de Defesa & Segurança, a companhia entregou 2 modelos KC-390 Millennium, e 4 A-29 Super Tucano durante o trimestre.

No ano de 2025, a empresa entregou um total de 244 aeronaves na Aviação Comercial, Aviação Executiva e Defesa & Segurança, acima das 206 unidades entregues no ano anterior.

d1000 (DMVF3) espera abrir 40 novas lojas e reformar outras 10 lojas em 2026 [6]

A d1000 Varejo Farma Participações (DMVF3) divulgou que cumpriu o guidance de abertura de 30 lojas em 2025 e 10 reformas. Além disso, a companhia abriu outras 2 unidades (além do guidance), totalizando 32 aberturas e 10 reformas, encerrando o ano de 2025 com 300 lojas no portfólio.

Para 2026, a d1000 espera abrir 40 novas lojas e reformar outras 10 lojas.

A Rede d1000 espera investir cerca de R$ 135 milhões distribuídos em Capex e capital de giro. Atualmente, a Rede d1000 conta com 81% do seu portfólio de lojas dividido entre lojas novas, ampliadas e/ou reformadas.

Agenda de proventos desta quarta, 7:

Vale (VALE3) [7]

A mineradora Vale paga dividendo nesta quarta-feira, 7, no valor de R$ 1,24 por ação. Importante lembrar que esse valor é uma parte da remuneração aos acionistas anunciada em 27 de novembro de 2025 no total de R$ 3,58 por ação. A outra parte será paga em 4 de março de 2026, no valor de R$ 0,76 por ação, sob a forma de dividendos, além de R$ 1,56 por ação, sob a forma de juros sobre o capital próprio (JCP). Tem direito ao recebimento detentores de ações de emissão da Vale no encerramento dos negócios da B3 no dia 11 de dezembro de 2025. As ações da mineradora são negociadas ex-dividendo na B3 desde 12 de dezembro de 2025.

Tenda (TEND3) [8]

A Tenda paga nesta quarta, 7, o dividendo aprovado em 18 de dezembro no montante total de R$ 100 milhões, equivalentes a R$ 0,82 para cada ação ordinária. As ações da companhia são negociadas ex-dividendos desde 26 de dezembro.

Mitre (MTRE3) [9]

A Mitre paga nesta quarta-feira, 7, a primeira parcela do dividendo anunciado em 18 de dezembro. Essa primeira parcela teve ‘data com’ em 22/12/2025 e a data ex-direito em 23/12/2025.

Espaçolaser (ESPA3) [10]

A Espaçolaser paga nesta quarta, 7, o dividendo intermediário anunciado em 22 de dezembro no valor de R$ 0,02 por ação. Tem direito aos dividendos as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 30 de dezembro de 2025. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 2 de janeiro de 2026.

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