
Publicado às 14h
O time de analistas do BTG Pactual continua com a visão de que a Gerdau (GGBR4) é a melhor operadora do segmento de aço do Brasil, mas destaca em relatório que após uma alta de 40% em seis meses, o risco-retorno ficou menos atrativo.
O banco tem recomendação “neutra” para a siderúrgica, principalmente devido ao valuation, com poucas mudanças no modelo. O preço-alvo foi elevado de R$ 20 para R$ 25 por ação.
A avaliação é que a Gerdau continua com dois caminhos opostos: forte desempenho nos Estados Unidos e fundamentos fracos no Brasil. No Brasil, não se observam benefícios relevantes de antidumping em 2026, o que limita a perspectiva de recuperação doméstica, comenta a equipe do BTG, salientando que a divisão norte-americana permanece forte, mas o potencial de revisões positivas já está amplamente precificado.
O acordo USMCA em 2026 surge como risco, podendo comprimir spreads regionais, explica a equipe. O USMCA é a sigla para United States-Mexico-Canada Agreement (T-MEC em espanhol). É um acordo de livre comércio entre Estados Unidos, México e Canadá que substituiu o NAFTA.
Ainda de acordo com o relatório, no Brasil, preços pressionados, importações elevadas e fraca precificação devem persistir.
As estimativas de 2026 foram elevadas em 8%, levando o Ebitda consolidado a R$ 11,9 bilhões.
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Importante:
O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários [2].