
Publicado às 21h12
A desestatização da Copasa (CSMG3) deverá adotar o modelo de oferta pública de distribuição secundária de ações, sem parcela primária. A informação foi divulgada em um fato relevante enviado ao mercado na noite desta quarta-feira, 28.
Ainda segundo o documento, a venda da totalidade das ações detidas pelo governo do estado de Minas Gerais pode ocorrer se o processo não atrair nenhum investidor estratégico. Caso ao menos um investidor de referência/estratégico seja alocado na desestatização, o Estado poderá manter fatia de 5% na Copasa.
De acordo com a proposta, esse investidor estratégico poderá ficar com até 30% do capital social da empresa, podendo comprar mais papéis no âmbito da oferta.
Os recursos obtidos pelo Estado com a venda das ações da Copasa na oferta deverão ser utilizados para pagamento da dívida do Estado com a União.