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Provento da CSU, Movida, Brisanet, Eucatex, notícia da Brava, Petrobras, Eneva e de outras companhias

Publicado às 21h55

Notícias corporativas

CSU Digital (CSUD3) aprova pagamento de proventos no valor de  R$ 1,83 por ação

O conselho de administração da CSU Digital (CSUD3) aprovou a distribuição de proventos. A distribuição aprovada, no valor bruto total de R$ 76 milhões, corresponde a R$ 1,838027458 por ação ordinária, já excluídas as ações mantidas em tesouraria, sendo tal montante composto da seguinte forma: 

-pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP), no montante bruto de R$ 26 milhões, equivalentes a R$ 0,628798867 por ação ordinária; e 

-distribuição de dividendos intermediários, no montante bruto de R$ 50 milhões, equivalentes a R$ 1,209228591 por ação ordinária. 

O pagamento de JCP e dos dividendos intermediários será realizado em 30 de dezembro de 2025, com base na posição acionária de 19 de dezembro de 2025, sendo as ações de emissão da companhia negociadas “ex-JCP” e “ex-dividendos intermediários” a partir de 22 de dezembro de 2025.

Movida (MOVI3) anuncia R$ 255 milhões em JCP

O conselho de administração da Movida (MOVI3) aprovou a declaração de juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 255 milhões. O valor bruto por ação é R$ 0,75. O pagamento dos JCP será realizado até dia 31 de dezembro de 2026 com base na posição acionária da Companhia em 19 de dezembro de 2025 (inclusive). As ações da Companhia serão negociadas na bolsa de valores ex-JCP a partir de 22 de dezembro de 2025.

A companhia também informou que realizará oportunamente um aumento de capital social privado dentro do limite do capital autorizado. O futuro aumento de capital tem por objetivo a preservação da estrutura de capital e da posição de caixa da companhia, mantendo a distribuição de lucros no patamar de 25% do lucro líquido do exercício social, explicou a Movida.

Brisanet (BRST3) aprova JCP

O conselho de administração da Brisanet (BRST3) aprovou nesta terça-feira, 16, o pagamento de juros sobre o capital próprio (JCP), no montante de R$ 18 milhões, o que corresponde ao valor bruto de R$ 0,04 por ação ordinária. O valor líquido é de R$ 0,03 por ação ordinária. Tem direito acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia em 19 de dezembro de 2025, passando as ações a serem negociadas “ex-JCP” a partir de 22 de dezembro de 2025. A companhia informou que a data do pagamento dos juros sobre o capital próprio aprovados será deliberada em “momento oportuno”, com previsão de ocorrer no primeiro semestre de 2026. 

Eucatex (EUCA4) aprova juros sobre o capital

O conselho de administração da Eucatex (EUCA4) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio, no valor de R$ 1,022660 por ação ordinária, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,869261 por ação ordinária e no valor de R$ 1,124950 por ação preferencial com retenção de 15% de imposto de renda na fonte, resultando em juros líquidos de R$ 0,956207 por ação preferencial. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 16. A ‘data com’ é 30/12/25, sendo que as ações passarão a ser negociadas “ex juros sobre capital próprio” a partir do dia 02/01/26. Os valores serão pagos até o dia 31/12/26. 

Eternit (ETER3) descontinua atividades da operação de telhas de concreto

A Eternit (ETER3) informou nesta terça-feira, 16, que seu conselho de administração aprovou a descontinuidade das atividades da operação telhas de concreto, que era executada pela controlada Tégula. O desempenho operacional deste segmento apresentou volumes de operação significativamente abaixo do esperado, com resultado deficitário, e a administração da companhia concluiu que a manutenção da atuação nesse segmento deixou de atender aos critérios econômico-operacionais rentáveis, levando à decisão de descontinuidade definitiva da operação, explicou a Eternit. Os impactos financeiros serão refletidos, como operação descontinuada na demonstração de resultado. 

A Eternit afirmou que segue revisando seu portfólio de negócios, com foco em operações alinhadas à sua estratégia e aos critérios de rentabilidade e eficiência operacional.

J.P. Morgan reduz participação na Alpargatas (ALPA4) 

Certas sociedades controladas pelo JP Morgan venderam um total de 1.618.899 ações preferenciais de emissão da Alpargatas em 15 de dezembro de 2025. Diante disso, a participação do grupo econômico do JP Morgan diminuiu para 4,74% do total das ações preferenciais emitidas pela companhia, detendo o grupo JP Morgan, agora, 16.299.546 ações preferenciais da Alpargatas. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 16. 

A diminuição da participação teve motivação exclusiva de investimento e de proteção de riscos financeiros assumidos em operações celebradas com clientes e não visa, portanto, alterar a composição do controle ou da estrutura administrativa da companhia, afirmou o banco.

Petrobras anuncia assinatura de parceria estratégica no segmento de energia renovável no Brasil

A Petrobras informou nesta terça-feira, 16, que celebrou acordo para estabelecimento de uma parceria estratégica no segmento de energias renováveis onshore, por meio da aquisição de 49,99% das subsidiárias da Lightsource bp no Brasil. A parceria será estruturada como uma joint venture, com gestão compartilhada entre Petrobras e Lightsource bp. Esta joint venture tem como objetivo desenvolver projetos rentáveis de energia renovável e aumentar a presença da Petrobras e da Lightsource bp entre os principais players do setor de energia renovável brasileiro. A Lightsource bp, empresa do grupo bp, contribuirá para a joint venture com seu pipeline que inclui entre 1 e 1,5 GW em estágio mais avançado de desenvolvimento, além de outros projetos menos maduros no Brasil, bem como a usina solar fotovoltaica de Milagres, em Abaiara, Ceará, que está em operação desde 2023 com 212 MWp de capacidade instalada – uma das maiores do estado. Por meio dessa iniciativa, a Petrobras dá um passo significativo e estratégico ao ingressar no segmento de geração de energia solar, ampliando sua atuação no mercado de fontes renováveis no Brasil. “A entrada da Petrobras neste segmento reforça o compromisso da companhia com a diversificação de seu portfólio e a construção de um futuro mais sustentável, estando alinhado ao Plano de Negócios 2026-2030”, afirmou a petroleira estatal.

O fechamento do negócio (closing) está sujeito às aprovações pertinentes, incluindo as dos órgãos reguladores competentes. A petroleira ressaltou ainda, que no atual estágio, “o valor da transação não é materialmente relevante para a Petrobras”.

Eneva (ENEV3): ‘não há negociações com relação à aquisição de ativos de E&P de propriedade da Brava’

A Eneva (ENEV3) informou na noite desta terça-feira, 16, que não há negociações em curso com relação à aquisição de ativos de E&P de propriedade da petroleira Brava (BRAV3). A afirmação ocorre após o site Pipeline, do Valor, divulgar que a Brava negocia a venda de três poços de gás para Eneva.

“Embora analise constantemente oportunidades de negócios que possam fortalecer a sua posição no seu setor de atuação, não há negociações em curso com relação à aquisição de ativos de E&P de propriedade da Brava Energia”, destacou a Eneva em um comunicado ao mercado.

Ainda segundo o Pipeline, a colombiana Ecopetrol estuda uma oferta não vinculante por um bloco de ações da Brava, de 15%. 

Azzas (AZZA3) anuncia R$ 320 milhões em dividendo  [1]

O conselho de administração da Azzas (AZZA3) aprovou a distribuição de dividendos no montante total de R$ 320 milhões, equivalente ao valor de R$ 1,58 por ação ordinária. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 16. Terão direito as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 19 de dezembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações serão negociadas ex-direitos ao recebimento dos dividendos a partir de 22 de dezembro de 2025, inclusive. O pagamento será realizado em uma única parcela em 30 de dezembro de 2025.

Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em dividendo extraordinário [2]

A Allos (ALOS3) anunciou nesta terça-feira, 16, o pagamento de dividendo extraordinários no valor de R$ 438 milhões. Os dividendos intermediários serão pagos três tranches iguais de R$ 146 milhões cada, correspondente a R$ 0,29 por ação.

A primeira será paga em 05/01/2026 com data de corte em 19/12/2025 (data ex-direito em 22/12/2025).

A segunda será paga em 03/02/2026 com data de corte em 21/01/2026 (data ex-direito em 22/01/2026).

A terceira será paga em 03/03/2026 com data de corte em 19/02/2026 (data ex-direito em 20/02/2026).

Camil (CAML3) anuncia dividendo no valor de R$ 420 milhões  [3]

O conselho de administração da Camil (CAML3) aprovou nesta terça-feira, 16, o pagamento de dividendos no montante de R$ 420 milhões às contas de reservas de lucros e lucros acumulados no exercício. O pagamento será feito em 12 parcelas ao longo de 2026, 2027 e 2028. Veja aqui [3] a tabela abaixo as datas de pagamento, data com direito e data ex-direito.

M.Dias Branco (MDIA3) anuncia R$ 200 milhões em dividendos extraordinários  [4]

A M.Dias Branco (MDIA3) informou nesta terça-feira, 16, que foi aprovado o pagamento de dividendos extraordinários no valor total de R$ 200 milhões. O valor por ação é de R$ 0,5963326976. A data-base é 19 de dezembro de 2025. As ações serão consideradas “ex-dividendos” a partir de 22 de dezembro. O pagamento ocorrerá em 30 de dezembro de 2025, mesma data de pagamento dos dividendos mensais de R$ 0,03 por ação, já aprovados em 21 de fevereiro de 2025. Assim, o valor total a ser pago na referida data será de R$ 0,6263326976 por ação. de 2025.

Pague Menos (PGMN3) anuncia  R$ 170 milhões em JCP [5]

O conselho de administração da Pague Menos (PGMN3) aprovou o pagamento de R$ 170 milhões em juros sobre o capital, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,2585531386 por ação. O valor líquido é de R$ 0,2197701678 por ação. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 16.

Terão direito aos JCP acionistas detentores de ações ordinárias de emissão da companhia ao final do pregão na data base de 23 de dezembro de 2025. A partir de 26 de dezembro de 2026, inclusive, as ações serão negociadas na condição “ex-JCP”. O pagamento será em 2 de fevereiro de 2026.

A companhia anunciou ainda um aumento de capital de, no mínimo R$ 95.008.577,36, e, no máximo, R$ 144.500.003,46. Serão emitidas, no mínimo, 17.242.936 de ações e, no máximo, 26.225.046 ações. O preço de emissão será R$ 5,51 por ação.

TIM (TIMS3) anuncia R$ 2,21 bilhões em proventos [6]

O conselho de administração da TIM (TIMS3) aprovou nesta terça-feira, 16, a distribuição de proventos que totalizam R$ 2,210 bilhões como antecipação da remuneração aos acionistas relativa ao exercício de 2025.

Os proventos aprovados serão pagos da seguinte forma: R$ 1,79 bilhão na forma de dividendos, correspondentes à 0,7482883774, por ação ordinária, sendo a data de 19 de dezembro de 2025, como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber esses valores. Desta forma, as ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de dividendos. O pagamento ocorrerá até o dia 30 de dezembro de 2025; e R$ 420 milhões a título de juros sobre capital próprio (JCP), correspondentes à 0,1755760439, por ação ordinária, sendo a data de 22 de dezembro de 2025, como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber tais valores. Desta forma, as ações adquiridas após a referida data estarão ex-direito de distribuição de JCP. O pagamento ocorrerá até o dia 30 de junho de 2026.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia juros sobre o capital  [7]

O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3), em reunião realizada nesta terça-feira, 16, aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP). O valor líquido é de R$ 297,5 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,09303984838. O crédito será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 29 de dezembro de 2025. Após esta data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.

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