
Publicado às 17h56
A Orizon (ORVR3), neste mês de dezembro, anunciou a aquisição da Vital, empresa de gestão de resíduos pertencente à família Queiroz Galvão, que possui 12 aterros com recebimento de 5,3 milhões de toneladas por ano e contratos de coleta que totalizam 3,4 milhões de toneladas.
Após a operação, os acionistas da Vital deterão 30% da Orizon, enquanto os atuais controladores da Orizon ficarão com 30,1% e o free float representará 39,9%.
Na avaliação do time de analistas do BTG Pactual, a aquisição praticamente dobra o tamanho da Orizon, elevando a capacidade de disposição de resíduos de 9 milhões para 14,3 milhões de toneladas.
Ainda segundo o time do banco, a Vital deve gerar cerca de R$ 500 milhões de Ebitda em 2025, nível semelhante ao da Orizon, resultando em Ebitda combinado próximo de R$ 1 bilhão.
Será firmado um acordo de acionistas com prazo de 20 anos, definindo responsabilidades estratégicas, composição do conselho e participação de membros independentes.
Em relatório, a equipe do BTG destaca que, com a operação, a Orizon passa a atuar também na coleta de resíduos, principalmente por meio de contratos integrados de longo prazo, preservando as barreiras de entrada dos aterros.
No acumulado do ano até o pregão de 26 de dezembro/25 os papéis da Orizon tinham valorização de 83,5%. O BTG tem classificação de “compra” para a companhia.
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O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários [2].