Publicado às 10h44
Notícias corporativas
Eneva (ENEV3) e Âmbar disputam ativos de geração térmica da Petrobras, diz jornal [1]
O blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo, divulgou neste domingo, 28, que a Âmbar e a Eneva (ENEV3) estão disputando os ativos de geração térmica da Petrobras, avaliados em R$ 8 bilhões. Âmbar é a empresa de geração e comercialização de energia do grupo J&F, o mesmo que controla a JBS. A Eneva é a maior operadora privada de gás natural do Brasil e uma empresa integrada de energia, com atuação desde a exploração, produção e comercialização de gás e líquidos, até a geração e comercialização de energia elétrica.
Armac (ARML3) anuncia pagamento de dividendo e JCP [2]
A Armac (ARML3) informou que seu conselho de administração aprovou a proposta da diretoria de distribuição de dividendos intermediários à conta da Reserva de Lucros acumulados. A companhia também aprovou proposta da diretoria de declaração de juros sobre o capital próprio (JCP).
Os dividendos são no valor total de R$ 105,1 milhões, equivalentes a R$ 0,3037482066 por ação. O pagamento será até o dia 30 de dezembro de 2026. Serão pagos aos acionistas JCP no montante bruto de R$ 34,9 milhões, equivalentes a R$ 0,1009621821 por ação. O pagamento será em data a ser definida pela diretoria executiva.
Tanto os dividendos como os JCP terão como base de cálculo a posição acionária de 8 de janeiro de 2026 (data base). A partir de 9 de janeiro de 2026 as ações da Armac serão negociadas “ex” dividendos/JCP.
CSN Mineração (CMIN3) anuncia R$ 423,7 milhões em dividendo e JCP [3]
O conselho de administração da CSN Mineração (CMIN3) aprovou na sexta-feira, 26, a título de antecipação do dividendo mínimo obrigatório, a distribuição de R$ 423,7 milhões em proventos. São R$ 259,7 milhões a título de dividendos intermediários, correspondendo a R$ 0,0478111034424 por ação; e R$ 163,9 milhões, em juros sobre o capital próprio, correspondendo a R$ 0,0301908220805 por ação. Considerando a alíquota de 15%, o valor líquido de Imposto de Renda a ser pago será de R$ 0,0257440813647 por ação.
Terão direito ao recebimento desses dividendos e juros sobre o capital próprio acionistas com ações em 2 de janeiro de 2026. A partir do dia 5 de janeiro de 2026 as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos/ex-direitos sobre juros sobre o capital próprio. Os pagamentos desses proventos serão realizados até 31 de dezembro de 2026, devendo a data ser definida pela administração da companhia. Não haverá correção ou atualização monetária ou incidência de juros sobre o valor dos dividendos e dos juros sobre capital próprio entre a data da sua declaração e a data do seu efetivo pagamento.
Banco Pine (PINE4) anuncia pagamento de dividendo e JCP [4]
O conselho de administração do Banco Pine (PINE4), em reunião realizada nesta sexta-feira, 26, aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) e dividendo. Os JCP são no valor bruto total de R$ 23,7 milhões e a distribuição de dividendos é no valor de R$ 6,3 milhões. A distribuição de JCP representa um valor bruto de R$ 0,1022642 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. A distribuição de dividendos representa um valor de R$ 0,0271841 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio e dos dividendos ocorrerá em 17 de janeiro de 2026 e considerará a posição acionária do dia 8 de janeiro de 2026. A partir de 9 de janeiro de 2026 (inclusive), as ações de emissão do Banco Pine serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio e dividendos.
Wiz (WIZC3): assembleia aprova dividendo intercalar [5]
Acionistas da Wiz (WIZC3) reunidos em assembleia aprovaram a declaração e distribuição de dividendos intercalares. O valor soma R$ 50,5 milhões correspondente a R$ 0,31609118780 por ação. Terão direito ao recebimento dos dividendos intercalares acionistas da companhia titulares de posições acionárias nesta data, 26 de dezembro de 2025. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 29 de dezembro de 2025 (inclusive), primeiro dia útil posterior à realização da Assembleia Geral Extraordinária. Esses dividendos serão pagos até o dia 31 de dezembro de 2026.
Estudo de ações da Bolsa
Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Cxse3, Prio3, Slce3, Pomo4, e de Cogn3. Acesse o video aqui [6].
Agenda de proventos desta semana:
Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.
Segunda, 29
Vulcabras (VULC3) paga 3° parcela de dividendo intercalar [7]
Eucatex (EUCA4) pagará em 29/12 JCP aprovado por assembleia em abril/25 [8]
Tegma (TGMA3) paga dividendo [9]
RD Saúde (RADL3) paga dividendo [10]
Melnick (MELK3) paga dividendos [11]
Unifique (FIQE3) tem data com para dividendo [12]
Minerva (BEEF3) paga dividendos [13]
Log (LOGG3) paga dividendo no valor de R$ 3,18 por ação [14]
Bradesco tem data com para JCP complementar [15]
Isa Energia (ISAE4) tem data com para 1° parcela de JCP dez/25 [16]
Plano&Plano (PLPL3) tem data com para dividendo [17]
BTG Pactual (BPAC11) tem data com para JCP anunciado em 22/12 [18]
Banco ABC Brasil (ABCB4) tem data com para JCP [19]
Multiplan (MULT3) tem data com para juros sobre o capital [20]
Schulz (SHUL4) tem data com para JCP [21]
Terça, 30
M.Dias Branco (MDIA3) paga dividendo mensal [22]
Tenda (TEND3) paga dividendo anunciado em julho [23]
Isa Energia (ISAE4) paga 3° parcela de JCP [24]
Profarma (PFRM3) tem data com para a 3° parcela do dividendo intermediário [25]
Grupo Mateus (GMAT3) paga juros sobre o capital [26]
Copel tem data com para juros sobre capital próprio [27]
3tentos (TTEN3) tem data com para dividendo [28]
Ambev (ABEV3) paga dividendo [29]
HBR (HBRE3) tem data com para dividendo [30]
Copel tem data com para dividendos [32]
Neoenergia (NEOE3) tem data com para JCP [33]
Alpargatas (ALPA4) paga dividendo [34]
Cemig (CMIG4) paga 2° parcela dos proventos referentes ao exercício 2024 [35]
Grazziotin (CGRA3, CGRA4) paga dividendo de R$ 3,95 por ação [36]
Rede D’Or (RDOR3) paga dividendo e JCP [37]
Bradespar (BRAP4) paga parte do dividendo anunciado em 15/12/25 [38]
Vivara (VIVA3) paga até essa data dividendos [39]
Boa Safra (SOJA3) paga juros sobre o capital [40]
Azzas (AZZA3) tem data com paga dividendo [41]
CSU Digital (CSUD3) paga dividendo e JCP [42]
Cemig (CMIG4) paga R$ 417,3 milhões em dividendo [43]
Guararapes (GUAR3) paga dividendo [44]
Sanepar (SAPR4, SAPR11) tem data com para JCP [45]
Elektro Redes (EKTR4) tem data com para JCP [46]
Coelba (CEEB5) tem data com para JCP [47]
Espaçolaser (ESPA3) tem data com para dividendos [48]
B3 (B3SA3) tem data com para juros sobre o capital [49]
Banco Mercantil (BMEB3; BMEB4) tem data com para dividendos [50]
TPI (TPIS3) tem data com para dividendo intermediário [51]
Romi (ROMI3) tem data com para juros sobre o capital [52]
Sexta, 2 de janeiro
Bradesco (BBDC4) paga JCP mensal [53]
Banestes (BEES3) paga JCP [54]
Itaú (ITUB4) paga JCP mensal [55]
Itaúsa (ITSA4) paga JCP trimestral [56]
Caixa Seguridade (CXSE3) tem data com para dividendo anunciado em novembro/25 [57]
Banco Santander Brasil (SANB11) tem data com para JCP [58]
Proventos na semana que passou:
Confira aqui 20 companhias que anunciaram provento na semana passada. [59]
Artigos com análise de fundamentos:
Confira abaixo os artigos que foram destaque nesta semana no Finance News.
Boa Safra (SOJA3): recuperação de margens em 2026? [60]
Em um relatório divulgado no último dia 17 de dezembro, o time de analistas do BTG escreve que, após o IPO em 2021 e o follow-on em 2024, a Boa Safra (SOJA3) passou por um forte ciclo de capex, elevando sua capacidade de processamento de sementes de soja para 280 mil big bags em 2025. Antes, a expectativa era de expansão adicional da capacidade para 360 mil big bags nos próximos anos.
Ainda de acordo com a equipe do banco, essa estratégia foi revista, com a administração passando a priorizar rentabilidade em vez de crescimento de volume.
A avaliação é que o rápido crescimento trouxe ineficiências operacionais, com a taxa de utilização caindo para 67% em 2024.
Para o banco, a empresa enfrenta perdas maiores por questões de qualidade e de portfólio, o que levou à decisão de pausar novas expansões.
Além disso, o mercado de sementes também passa por correção, com excesso estrutural de oferta e queda de preços. Estima-se que cerca de 30% do volume de sementes no Brasil tenha permanecido sem venda ao fim da safra, comenta a equipe, destacando que mudanças no canal de distribuição tornaram as vendas mais pulverizadas e elevaram os custos comerciais. Como resultado, o Ebitda por big bag caiu significativamente e as margens recuaram.
A Boa Sofra passou a focar em eficiência, com expectativa de leve recuperação de margens em 2026, afirma o time do BTG. Seus analistas salientam no relatório que diante do novo posicionamento e de um valuation considerado justo, a recomendação foi revisada para “neutro”, com preço-alvo de R$ 12 por ação.
Orizon (ORVR3): com aquisição da Vital companhia dobra de tamanho [61]
A Orizon (ORVR3), neste mês de dezembro, anunciou a aquisição da Vital, empresa de gestão de resíduos pertencente à família Queiroz Galvão, que possui 12 aterros com recebimento de 5,3 milhões de toneladas por ano e contratos de coleta que totalizam 3,4 milhões de toneladas.
Após a operação, os acionistas da Vital deterão 30% da Orizon, enquanto os atuais controladores da Orizon ficarão com 30,1% e o free float representará 39,9%.
Na avaliação do time de analistas do BTG Pactual, a aquisição praticamente dobra o tamanho da Orizon, elevando a capacidade de disposição de resíduos de 9 milhões para 14,3 milhões de toneladas.
Ainda segundo o time do banco, a Vital deve gerar cerca de R$ 500 milhões de Ebitda em 2025, nível semelhante ao da Orizon, resultando em Ebitda combinado próximo de R$ 1 bilhão.
Será firmado um acordo de acionistas com prazo de 20 anos, definindo responsabilidades estratégicas, composição do conselho e participação de membros independentes.
Em relatório, a equipe do BTG destaca que, com a operação, a Orizon passa a atuar também na coleta de resíduos, principalmente por meio de contratos integrados de longo prazo, preservando as barreiras de entrada dos aterros.
No acumulado do ano até o pregão de 26 de dezembro/25 os papéis da Orizon tinham valorização de 83,5%. O BTG tem classificação de “compra” para a companhia.
Tenda: a avaliação do investor day da companhia [62]
O BTG comentou em relatório sobre o Investor Day da Tenda (TEND3), realizado no último dia 12 de dezembro. Segundo a equipe do banco, os principais destaques foram a divulgação do guidance para 2026 das marcas Tenda e Alea, a diversificação do mix de lançamentos da Tenda, as limitações impostas pelo landbank e a estratégia de verticalização da Alea.
O guidance prevê vendas líquidas consolidadas entre R$ 5,35 bilhões e R$ 5,95 bilhões, Ebitda de R$ 950 milhões a R$ 1,05 bilhão para a Tenda e resultado negativo para a Alea.
O lucro líquido projetado varia entre R$ 520 milhões e R$ 600 milhões, com queima de caixa da Alea estimada entre R$ 60 milhões e R$ 80 milhões. O ponto médio do lucro ficou abaixo das estimativas, sugerindo revisões negativas.
A companhia indicou que o guidance é conservador, sobretudo em margens. A Tenda pretende ampliar projetos no Minha Casa Minha Vida faixa 3, elevando a participação no mix. O landbank segue como principal gargalo de crescimento. A Alea reduzirá sua atuação geográfica e buscará escala via verticalização. A administração reiterou confiança na tese da Alea. A recomendação de compra foi mantida.
BR Partners (BRBI11): as expectativas para o banco, segundo a XP [63]
O time de analistas da XP ressaltou em relatório divulgado no começo deste mês de dezembro que conversou com o CEO e fundador do BR Partners (BRBI11), Ricardo Lacerda, e Vinicius Carmona, Head de RI. A avaliação é que as conversas reforçaram a expectativa de que o quarto trimestre de 2025 (4T25) parece ser um ponto de inflexão para o M&A (fusões e aquisições) e com DCM (Debt Capital Markets – Mercados de Capitais de Dívida) mantendo o ritmo.
A expectativa é de um primeiro semestre de 2026 igualmente robusto, impulsionado pelo adiantamento natural de captações no período pré-eleitoral e por um ambiente macroeconômico mais favorável.
Com menos balanço e mais geração recorrente, o BRBI acredita que pode sustentar um ROE (Return on Equity ou Retorno sobre o Patrimônio Líquido) acima de 25% no próximo ano, destaca o time.
BTG reinicia cobertura do Banco Pine (PINE4) [64]
O BTG reiniciou a cobertura do Banco Pine (PINE4) com recomendação de compra e preço-alvo de R$ 15 por ação para 2026. Em relatório o time de analistas destaca que, após um longo processo de reestruturação iniciado após a crise de 2015, o banco reposicionou seu modelo de negócios, migrando de um foco corporativo para uma atuação mais diversificada e rentável.
A entrada antecipada no mercado de crédito consignado privado tornou-se um dos principais vetores de crescimento, sustentando retornos sobre o patrimônio acima de 30%, observa a equipe.
A avaliação é que, apesar da forte valorização das ações no ano e de um múltiplo P/BV elevado, o valuation em termos de P/L (Preço/Lucro) projetado para 2026 e 2027 é considerado atrativo. O banco retomou a lucratividade em 2021 e reforçou sua estratégia em 2022 com melhorias na equipe, expansão do crédito varejo com garantias e diversificação de funding.
O time do BTG ressalta ainda que o lançamento do novo consignado privado em 2025 impulsionou o crescimento da carteira e permitiu spreads mais elevados, e o lucro líquido cresceu de forma expressiva no terceiro trimestre de 2025, elevando o ROE (Retorno sobre o Patrimônio Líquido) para patamares elevados.
Para o BTG, as projeções indicam ROEs ainda elevados nos próximos anos, embora em trajetória gradual de normalização.
“A avaliação baseada em modelo de dividendos sustenta a manutenção da recomendação de compra, mesmo considerando um custo de capital mais elevado”, explica a equipe no relatório.
Camil (CAML3): XP atualiza estimativas [65]
Em relatório divulgado em 22 de dezembro/25, o time de analistas da XP atualizou suas estimativas para a Camil (CAML3). Foi mantida a recomendação “Buy” e o preço-alvo de R$ 8,6 por ação. A equipe reduziu as estimativas de Ebitda ajustado para 2025 e 2026 em 2% e 5%, respectivamente, ficando 8% abaixo do consenso para ambos os períodos.
A avaliação é que o case de investimento continua oferecendo um potencial atrativo de valorização no longo prazo e uma interessante história de desalavancagem. Mas, devido à alta dependência de taxas de juros e preços do arroz, o time espera que a ação continue negociando com múltiplos de lucro projetado para os próximos 12 meses, que permanecem incertos.
A XP projeta que os resultados do 3T25 (novembro/2025) sejam melhores na base anual, mas refletindo bases fáceis. Para a equipe de analistas, a virada operacional deve ocorrer apenas no 2T26 (agosto/2026).
Copasa (CSMG3): entenda por que a XP elevou o preço-alvo [66]
Em um relatório divulgado em 23 de dezembro/25 a XP informou que está atualizando suas estimativas para a Copasa e estabelecendo um novo preço-alvo para o final de 2026 de R$ 53,6 por ação.
A equipe destaca que as chances de privatização da Copasa aumentaram substancialmente e agora vê a privatização como o caminho óbvio, após todos os obstáculos políticos terem sido superados.
Ainda de acordo com o relatório, o processo de revisão tarifária trouxe novas e melhores metodologias, aumentando a lucratividade de longo prazo. Os únicos pontos pendentes são a efetiva renovação da concessão do município de Belo Horizonte e o próprio processo de privatização (cujos termos ainda são desconhecidos pelo mercado).
Após incorporar os novos números da revisão tarifária; a redução do custo de capital próprio e a atualização do modelo para o terceiro trimestre (3T25), o novo preço-alvo para o final de 2026 para a Copasa é de R$ 53,6 por ação, contra R$ 41,6 por ação anteriormente.
Foi mantida a recomendação de “compra” e visão “construtiva” para o papel.
Fitch afirma ratings da Alupar (ALUP11) [67]
A agência de classificação de risco Fitch afirmou os IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moedas Estrangeira ‘BB+’ e Local ‘BBB-’ da Alupar Investimento (ALUP11) e de sua subsidiária Alupar Chile Inversiones SpA (Alupar Chile). A agência também afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Alupar e de debêntures locais em circulação no mercado no seu nível individual e no âmbito de quatro subsidiárias: Empresa de Transmissão Baiana, Transmissora do Café, Transmissora Paraíso de Energia e Windepar Holding.
A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”. A agência destacou que os ratings da Alupar refletem o baixo risco de seu negócio, devido à sua diversificada carteira de ativos de transmissão de energia elétrica no Brasil, segmento que apresenta receitas previsíveis e margens operacionais elevadas.
As atividades em geração de energia da empresa lhe ajudam a diluir riscos operacionais e regulatórios.
A Fitch acredita que o grupo manterá elevada flexibilidade financeira e alavancagem condizente com seus ratings, apesar do fluxo de caixa livre (FCF) negativo decorrente do ciclo de elevados investimentos.
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