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Mercados nesta quinta, minério, petróleo, notícia da Vale, Klabin, Irani, dividendo da Mater Dei e outros destaques

 

 

Publicado às 7h53

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)

Alemanha (DAX): +0,69% 

Londres (FTSE 100): +0,03%

Japão (Nikkei 225): +2,38% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,06% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,68% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,32% (US$ 62,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,46% (US$ 59,2)

Bitcoin futuro: -0,52% (US$ 93.577)

Ouro (contrato para dez/25 – onça-troy): -0,04% (US$ 4.231)

Minério de ferro em Dalian (7h51 – hora de Brasília) 

Nas negociações diurnas, o contrato futuro do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,06% a 777 iuanes (US$ 110). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. 

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,06% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,02%. Nasdaq futuro subia 0,01%.

Notícias corporativas

Vale (VALE3) esclarece nota da Advocacia-Geral da União 

Em atenção à nota divulgada pela Advocacia-Geral da União (AGU), a Vale (VALE3) esclareceu nesta quinta-feira, 4, que a decisão em questão foi proferida em primeira instância, portanto, seu teor será objeto de recursos cabíveis. 

“A companhia acredita que a referida decisão contraria a atual legislação da CFEM e de Preços de Transferência ao desconsiderar o preço determinado pela Secretaria da Receita Federal para as exportações”, afirmou a Vale em um comunicado ao mercado.

Na quarta-feira 3, a AGU informou que assegurou na Justiça Federal a continuidade da cobrança de mais de R$ 730 milhões da mineradora Vale, referentes à Compensação Financeira pela Exploração de Recursos Minerais (CFEM). A decisão, proferida pela 9ª Vara Federal de Execução Fiscal do Rio de Janeiro, julgou improcedentes os embargos apresentados pela empresa e validou os cálculos da Agência Nacional de Mineração (ANM), destacou a AGU. A agência adotou como base de cálculo da CFEM o valor da venda final dos produtos minerais exportados, e não o valor da transação entre empresas do mesmo grupo econômico, explicou a AGU. 

No processo, a Vale alegava que a CFEM deveria ser calculada com base nas vendas feitas pela controladora brasileira às subsidiárias no exterior: Vale International S.A. (Suíça) e CVRD Overseas Ltd. (Ilhas Cayman), argumentando que essas transações refletiriam o valor real da exportação. A empresa sustenta ainda que as controladas seriam juridicamente autônomas e que a ANM não teria competência para requisitar informações dessas entidades estrangeiras.

Novonor confirma que ‘estão em andamento negociações’ com IG4 [1]

A Braskem (BRKM5) se manifestou sobre as informações divulgadas pelo blog do jornalista Lauro Jardim, no O Globo. O blog divulgou que depois de “uma travada” por causa de alguns detalhes no acerto final, voltou a “esquentar” o acordo para transferir a participação da Novonor, antiga Odebrecht, na Braskem à IG4 Capital. Segundo o blog, o contrato caminha para ser assinado até a semana que vem. A IG4 representa os bancos credores – Itaú, Bradesco, Santander, BB e BNDES.

Em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quarta-feira, 3, a Braskem afirma que consultou sua acionista Novonor.

“Informamos que estão em andamento negociações entre a Novonor S.A. e a IG4 Solutions LLC acerca de um acordo destinado a estabelecer um compromisso de exclusividade entre as partes. Ressaltamos, no entanto, que nenhum documento, vinculante ou não, foi assinado entre as partes e que não há qualquer garantia de que as partes venham a celebrar referido acordo”, afirmou a Novonor em resposta à Braskem.

A Braskem também consultou sua acionista Petrobras, que afirmou: “a companhia esclarece que não é parte do acordo entre Novonor e IG4 mencionado na notícia. A Petrobras reitera que não há decisão tomada em relação à sua participação na Braskem e segue estudando alternativas.”

PetroReconcavo anuncia reestruturação organizacional da diretoria estatutária [2]

O conselho de administração da PetroRecôncavo (RECV3) aprovou ajustes na estrutura e atribuições da diretoria estatutária, com o objetivo de fortalecer seu foco estratégico. Nesse contexto, foi deliberado que, a partir do dia 1º de janeiro de 2026, João Vitor Silva Moreira passará a ser o vice-presidente de operações, responsável principalmente pela gestão segura e eficiente da produção, em substituição a Troy Patrick Finney que passará a ser o vice-presidente de desenvolvimento de portfólio, responsável principalmente pela estratégia e gestão de subsuperfície. Rafael Procaci da Cunha, vice-presidente financeiro e de relações com investidores, passará a acumular as áreas de M&A, além de planejamento e alocação de capital.

Klabin (KLBN11) anuncia mudanças na diretoria [3]

O conselho de administração da Klabin (KLBN11) aprovou, com eficácia a partir de 1° de janeiro de 2026, a eleição de Maria Gabriela Woge Liguori como diretora estatutária, para assumir a diretoria financeira e de relações com investidores (CFO e DRI). O conselho também aprovou a criação do cargo de diretor estatutário comercial de papéis e a eleição de Marcos Paulo Conde Ivo, atual CFO, para ocupar essa nova diretoria estatutária.

Com experiência de mais de 20 anos em gestão de áreas financeiras em empresas como Votorantim, Ultra e BRF, Gabriela Woge está há 3 anos na Klabin liderando a diretoria de finanças corporativas e RI. Marcos Ivo tem 16 anos de trajetória na Klabin.

A Klabin também anunciou que concluiu a operação anunciada em 22 de outubro de 2025 com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$300 milhões, realizado pelo investidor institucional. A operação a que a Klabin se refere foi a criação de uma sociedade de propósito específico (SPE) para atividades imobiliárias no Paraná. Segundo um comunicado divulgado em outubro, caberia a Klabin um aporte de 15 mil hectares de terras produtivas e ao investidor institucional um aporte de R$ 300 milhões em caixa, na data do fechamento da operação.

Irani (RANI3) elege novo CEO [4]

A Irani (RANI3) avançou em seu processo de sucessão. O conselho de administração aprovou a eleição de Odivan Carlos Cargnin, atual diretor de administração, finanças e de relações com investidores da companhia, para a posição de diretor-presidente a partir de 1º de janeiro de 2026. Odivan Carlos Cargnin está há 30 anos na Irani. O executivo acumulará, temporariamente, o cargo de diretor de administração, finanças e de RI.

Sérgio Luiz Cotrim Ribas deixará o cargo de diretor-presidente no dia 31 de dezembro de 2025, permanecendo como assessor especial do conselho de administração até abril de 2026, para apoiar a transição.

Cemig (CMIG4): homologado novo acordo em dissídio coletivo sobre plano de saúde [5]

A Cemig (CMIG4) divulgou que foi homologado pelo Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região, em dissídio coletivo, o acordo celebrado com as entidades representativas dos empregados Sindicato Intermunicipal dos Trabalhadores na Indústria Energética de Minas Gerais; Sindicato de Engenheiros no Estado de Minas Gerais; Sindicato dos Técnicos Industriais de Minas Gerais; Sindicato dos Eletricitários de Juiz de Fora e de aposentados da Associação dos Eletricitários Aposentados e Pensionistas da Cemig e Subsidiárias.

Esse acordo, em conjunto com o anterior já homologado com outras entidades sindicais, conforme informado em 19 de setembro [6], prevê o pagamento de indenização compensatória (buyout) no valor total máximo de R$ 1,25 bilhão, a ser pago pro rata, em seis parcelas, sendo a última em 2030, e considera a totalidade de 15.496 aposentados e pensionistas titulares, ativos e inscritos no plano de saúde PSI da Cemig Saúde, em fevereiro de 2025.

A companhia informou que os dois acordos firmados possibilitam a transição dos 15.496 participantes para os novos planos de saúde, com o encerramento do patrocínio da Cemig ao PSI em 31/12/2025. O acordo possui natureza resolutiva e alcança os representados ou filiados das entidades signatárias.

Alliança Saúde (AALR3) se manifesta sobre notícia na imprensa [7]

A Alliança Saúde (AALR3) se manifestou sobre as informações do blog do jornalista Lauro Jardim no jornal O Globo. Segundo o blog, o empresário Nelson Tanure contratou o BTG Pactual para vender ou arranjar um sócio para a Alliança, sua empresa de diagnóstico de saúde. Ainda de acordo com Lauro Jardim, “se for para vender, Tanure quer R$ 4 bilhões pela empresa”.

Em um comunicado, a Alliança informou que contatou seus acionistas controladores a fim de obter os esclarecimentos a respeito das informações veiculadas no blog.

Segundo a companhia, os controladores confirmaram que estão em discussões com o Banco BTG Pactual a fim de avaliar a sua contratação para potencial assessoria na estruturação de alternativas de negócios envolvendo a Alliança. “No entanto, informaram que não foi celebrado, até o momento, nenhum instrumento ou mandato com a instituição para esta finalidade, tampouco existem negociações em curso com terceiros interessados envolvendo a Alliança ou mesmo decisão definitiva dos controladores para a realização de qualquer operação”, destacou a companhia.

A Alliança divulgou ainda que, ao contrário do informado no blog, não foi estipulado pelos controladores qualquer suposto valor para uma potencial operação envolvendo a companhia.

Hospital Mater Dei (MATD3) anuncia dividendo [8]

O conselho de administração do Hospital Mater Dei (MATD3) aprovou o pagamento de dividendos intercalares. O montante total é de R$ 50 milhões, com valor por ação ordinária em R$ 0,15. O pagamento ocorrerá até 31/12/2025. A data será oportunamente divulgada pela companhia. Tem direito ao pagamento acionistas constantes da posição acionária de 8 de dezembro de 2025, sendo que as ações, a partir de 9 de dezembro de 2025 (inclusive), serão negociadas “ex” estes dividendos.

Pagam provento ou tem data com nesta quinta, 4:

Lavvi (LAVV3)  [9]

A Lavvi paga nesta quinta-feira, 4, dividendos adicionais no valor de R$ 150 milhões, correspondente a R$ 0,76 por ação ordinária. Tem direito aos dividendos declarados as pessoas titulares de ações da companhia na data-base de 21 de novembro de 2025.

Cury (CURY3)  [10]

A Cury paga nesta quinta-feira, 4, dividendos intercalares no montante total de R$ 250 milhões. Esse valor corresponde a R$ 0,85 por ação ordinária. Tem direito aos dividendos declarados as pessoas inscritas como acionistas da companhia na data-base de 27 de novembro de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive.

Camil (CAML3)  [11]

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo e JCP da Camil anunciado em 27 de novembro, é nesta quinta, 4. As negociações de ações da companhia, a partir do dia 5 de dezembro, inclusive, serão realizadas na condição “ex-juros sobre capital próprio”. O dividendo e os JCP serão pagos em 12 de dezembro de 2025. Os valor bruto dos JCP soma R$ 19 milhões, correspondente ao valor bruto unitário de R$ 0,05 por ação ordinária. O valor do dividendo soma R$ 6 milhões, correspondente a R$ 0,01 por ação ordinária.

Blau Farmacêutica (BLAU3) [12]

A data com para ter direito aos JCP da Blau é nesta quinta, 4. As negociações de ações da companhia, a partir do dia 5 de dezembro, inclusive, serão realizadas na condição “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento será realizado em 16 de dezembro de 2025. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,11 sujeito à retenção do imposto de renda na fonte à alíquota de 15%.

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