
Publicado às 14h02
A equipe do BTG avalia que a performance operacional refletiu fraqueza em ações, parcialmente compensada por crescimento de dois dígitos nas demais verticais. O banco manteve a recomendação de “compra”, citando um portfólio mais diversificado e menos cíclico, forte geração de caixa e alto yield, com potencial de reprecificação se o ciclo macroeconômico ajudar. Em relatório o BTG reporta que, segundo o CEO da B3, o ADTV (Volume Médio Diário de Negociações) pode até dobrar com queda de juros, reforçando a tese de médio/longo prazo. O banco tem preço-alvo de R$ 16 para as ações.
Já o time de analistas da Genial Investimentos destaca que a B3 reportou lucro líquido recorrente de R$ 1,26 bilhão no 3T25, leve queda de 1,7% na base trimestral, mas alta de 2,6% no ano. O resultado veio 3,2% acima do consenso de mercado e em linha com suas estimativas.
A avaliação é que a retração sequencial reflete, principalmente, a normalização do resultado financeiro, que no trimestre anterior havia sido positivamente impactado por efeitos não recorrentes, criando uma base comparativa mais forte. “Ainda assim, a diversificação de portfólio da companhia ajudou a compensar a queda de receita em ações e derivativos, principais linhas de negócio da B3”, afirma a Genial, que também tem classificação de “compra” com preço-alvo de R$ 15,80.
Importante:
O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários [1].
Siga o canal no Whatsapp com notícias de empresas: entre aqui [2]