
Publicado às 13h02
A Prio (PRIO3) caminha para um 2026 transformacional, quando deve dobrar a produção para cerca de 200 mil barris por dia (bpd), impulsionada por corte de custos e maior eficiência operacional. A avaliação é do BTG Pactual.
Em um relatório, seus analistas escrevem que a petroleira segue como uma forte tese de geração de caixa, podendo devolver ao acionista o equivalente ao seu valor de mercado em três anos via fluxo de caixa livre para o acionista.
A equipe do banco destaca que o campo de Peregrino será essencial na redução de custos. O time calcula que a substituição de diesel por gás a partir de abril/maio de 2026 deve gerar economia anual de US$ 120 milhões, enquanto ganhos logísticos e renegociações podem reduzir o opex para US$ 250–270 milhões/ano. Em Frade/Wahoo, o primeiro óleo está previsto para março/abril de 2026, com execução avançada e desenvolvimento gradual até 40 mil bpd.
Para o banco a política de capital da Prio segue disciplinada, com foco em projetos de Taxa Interna de Retorno (TIR) elevada e rápida maturação, mantendo alavancagem em torno de 0,7–1,0x Dívida Líquida/Ebitda.
A equipe de analistas do BTG ressalta ainda que, após a redução de riscos, a empresa deve considerar recompras ou dividendos extraordinários, priorizando recompra pela flexibilidade para futuras aquisições.
Importante:
O Finance News não faz recomendação de compra ou venda de ativos. O texto acima tem por objetivo informar. O preço-alvo é uma projeção baseada em uma metodologia e varia dependendo da instituição financeira. Procure profissionais especializados e certificados para tomar qualquer decisão sobre investimentos. Para mais detalhes acesse o site da Comissão de Valores Mobiliários [1].
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