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Notícia da Raízen, Hapvida, Santander Brasil, Melnick e outros destaques

 

 

 

 

 

Publicado às 11h23

Notícias corporativas

Santander Brasil (SANB11) anuncia pagamento de R$ 2 bilhões em JCP [1]

O conselho de administração do Banco Santander Brasil (SANB11) aprovou a proposta de distribuição de juros sobre o capital próprio no montante bruto de R$ 2 bilhões. A informação foi divulgada após o fechamento do mercado na sexta-feira, 10. Após o Imposto de Renda Retido na Fonte, o valor líquido é de R$ 1,7 bilhão. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,45549257907. Terão direito aos juros sobre o capital próprio acionistas que se encontrarem inscritos nos registros da companhia no final do dia 21 de outubro de 2025 (inclusive). Dessa forma, a partir de 22 de outubro (inclusive), as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O pagamento é a partir do dia 7 de novembro de 2025.

Raízen diz que ‘não está considerando reestruturação de dívida ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial’ [2]

Em um fato relevante enviado ao mercado no começo da noite de sexta-feira, 10, a Raízen (RAIZ4) se manifestou sobre uma matéria publicada pelo jornal Valor Econômico nesta sexta-feira sobre sua estrutura de capital e títulos de dívida. Citando fontes, a matéria reporta que, pelo menos um grande investidor, desmontou uma posição em títulos de dívida externa (bonds) da Raízen, derrubando o valor do papel no mercado secundário e ajudando a trazer mais questionamentos do mercado sobre a provável reestruturação da companhia.

No fato relevante a Raízen esclarece que “não está considerando qualquer forma de reestruturação de dívida ou pedido de recuperação judicial ou extrajudicial”. A companhia ressaltou que mantém posição robusta de caixa, com R$ 15,7 bilhões em disponibilidades ao final do 1T 2025’26, e R$ 5,5 bilhões (US$ 1 bilhão) em linhas comprometidas de crédito rotativo (RCF) disponíveis, e segue executando sua estratégia de gestão financeira voltada à otimização do perfil de endividamento e da estrutura de capital.

A companhia divulgou ainda que foi informada por seus acionistas controladores de que seguem em curso discussões e avaliações sobre alternativas de capitalização da Raízen, com o objetivo de fortalecer sua estrutura de capital e apoiar sua estratégia de longo prazo.

“A Raízen reafirma a solidez de suas operações, o apoio de seus acionistas e parceiros e seu compromisso com a transparência e a divulgação tempestiva de informações relevantes ao mercado”, afirma no fato relevante.

Fitch afirma rating da Hapvida (HAPV3); perspectiva ‘estável’ [3]

A agência de classificação de risco Fitch afirmou na sexta-feira, 10, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ da Hapvida (HAPV3) e de suas primeira, segunda, terceira, quinta, sétima, oitava e nona emissões de debêntures. A agência também afirmou em ‘AAA(bra)’ o rating das quarta, quinta e sexta emissões cedidas pela antiga controlada BCBF Participações à Hapvida. Ao mesmo tempo, a Fitch atribuiu o rating ‘AAA(bra)’ à proposta de 10ª emissão de debêntures quirografárias da Hapvida, em série única, no montante de R$ 3,65 bilhões e com vencimento final em 2033. Os recursos serão usados para o pré-pagamento da totalidade do saldo devedor da segunda série da segunda emissão e da terceira emissão de debêntures da companhia, e o saldo remanescente será destinado ao reforço de caixa.

A perspectiva do rating corporativo é “estável”. A Fitch afirma em relatório que o rating da Hapvida reflete o seu “destacado posicionamento de mercado na fragmentada e competitiva indústria de saúde suplementar no Brasil, apoiado em robusta escala de negócios e elevado grau de verticalização das operações, o que lhe garante importantes vantagens competitivas perante os demais competidores”.

Também incorpora o que considera a “saudável liquidez da empresa e perfil de dívida bem escalonado”.

A perspectiva “estável” reflete a expectativa de manutenção de uma saudável geração operacional de caixa e margens operacionais relativamente estáveis entre 11% e 12% nos próximos anos, bem como de alavancagem líquida inferior a 2,5 vezes no horizonte do rating, salienta a agência.

Enjoei (ENJU3): conselho aprova venda de participação da Cresci Perdi por R$ 36,1 milhões [4]

O conselho de administração da Enjoei (ENJU3) aprovou a venda da participação equivalente a 25% do capital social da Cresci e Perdi Participações, adquirida pela companhia em 2024, por R$ 36,1 milhões.

“A transação foi contratada, uma vez que, a despeito da inexistência de indícios de qualquer impacto nas operações e nas demonstrações financeiras do grupo Cresci e Perdi, a companhia tomou conhecimento de descumprimento contratual relevante que impossibilitava a continuidade da sociedade de forma imediata”, explicou a Enjoei em um comunicado ao mercado na sexta-feira, 10.

Ainda segundo a companhia, após a avaliação de cenários, e em defesa de seus interesses, o conselho de administração aprovou a transação, mediante acordo prévio entre as partes envolvidas.

O Enjoei ressaltou que, dentre suas estratégias de crescimento, segue com a expansão de seus negócios por meio de lojas físicas no mercado de usados.

Melnick (MELK3) divulga a prévia do 3T25 [5]

A Melnick (MELK3) divulgou no fim de semana a prévia operacional do terceiro trimestre (3T25). No terceiro trimestre de 2025 (3T25) as vendas líquidas correntes da Melnick foram de R$ 152,6 milhões contra R$ 167,9 milhões no 3T24.

No 3T25 foi entregue um empreendimento, totalizando R$ 45 milhões de VGV bruto (R$ 14 milhões % Melnick) e 430 unidades.

No período ocorreu o lançamento de dois empreendimentos no 3T25, totalizando um VGV bruto de R$ 128 milhões (R$ 119 milhões % Melnick). Acesse aqui [6] a íntegra do comunicado com mais detalhes.

Geopolítica

Guerra tarifária EUA x China tem novo capítulo e eleva aversão ao risco nos mercados  [7]

A guerra tarifária entre Estados Unidos e China ganhou um novo capítulo neste fim de semana e os desdobramentos dessa nova fase serão um dos principais eventos no radar do mercado nos próximos dias. Na sexta-feira, o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou que seu governo vai impor uma tarifa adicional de 100% sobre produtos importados da China a partir de 1º de novembro. A medida foi uma retaliação a uma decisão do governo chinês de restringir a exportação de elementos ligados às terras raras.

Neste domingo, 12, o Ministério do Comércio da China afirmou que “se os EUA persistirem em agir unilateralmente, a China tomará medidas correspondentes para defender seus direitos e interesses legítimos.”

O anúncio de Trump na sexta-feira foi feito com o mercado de ações já fechado. Mas diante dos rumores de que a Casa Branca adotaria retaliações, os principais índices em Nova York tiveram fortes quedas. O Dow Jones caiu 1,90%, o S&P 500 fechou em baixa de 2,71% e Nasdaq caiu 3,56%.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibov, Vale3, Petr4, Bbdc4, Vbbr3, Wege3, Cury, Dirr3, Mdne3, Plpl3. Acesse aqui [8]o vídeo.

Proventos

Confira aqui as 3 companhias que anunciaram provento naa semana que passou. [9]

Agenda de proventos desta semana:

14/10

Armac (ARML3) tem data com para juros sobre o capital  [10]

15/10

CSU Digital (CSUD3) paga juros sobre o capital [11]

Fundamentos

Clique nos links abaixo para ler os detalhes:

Camil (CAML3): BTG avalia que resultado do 2° trimestre fiscal superou expectativas [12]

Direcional (DIRR3): a avaliação da prévia operacional do 3T25 [13]

Plano&Plano (PLPL3): a avaliação da prévia operacional do 3T25 [14]

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