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Notícia da JHSF, Petrobras, Lavvi, Trisul e de outras companhias

 

 

 

 

 

Publicado às 21h34

Notícias corporativas

Petrobras e PPSA assinam acordo de equalização do pré-sal de Jubarte  [1]

A Petrobras (PETR3, PETR4) informou nesta segunda-feira, 20, que assinou com a PPSA (Pré-Sal Petróleo) o Acordo de Equalização de Gastos e Volumes (AEGV), decorrente do Acordo de Individualização da Produção (AIP) da Jazida Compartilhada do Pré-Sal de Jubarte. O valor devido pela Petrobras à PPSA é de R$ 1,54 bilhão, a ser pago em parcela única até o fim de outubro. Deste total, R$ 1,47 bilhão já estava provisionado nas demonstrações contábeis do segundo trimestre de 2025 (2T25).

Segundo a Petrobras, o processo de negociação para equalização entre a Petrobras (Jubarte) e os parceiros de Argonauta – Shell Brasil Petróleo, Enauta Petróleo e Gás (Brava) e ONGC Campos – está em andamento e será divulgado ao mercado após sua conclusão.

Conforme divulgado em 23 de julho de 2025, a aprovação do AIP do Pré-Sal de Jubarte pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) resultou na definição das participações proporcionais de cada uma das empresas na jazida compartilhada, da seguinte forma: • Petrobras 97,250% • Shell 0,430% • Brava 0,198% • ONGC 0,232% • União (representada pela PPSA) 1,890%.

“Esta nova configuração demanda a negociação do AEGV para reconciliar as receitas obtidas da produção de óleo e gás natural, os gastos incorridos com os investimentos, os gastos operacionais, os royalties e participações especiais, de forma proporcional às participações das partes na jazida compartilhada”, explicou a Petrobras.

Trisul (TRIS3) divulga a prévia do 3T25  [2]

A Trisul (TRIS3) divulgou nesta segunda-feira, 20, a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25).

As vendas brutas (% Trisul) totalizaram R$ 456,2 milhões no 3T25, representando um incremento de 32,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24).

As vendas líquidas (% Trisul) atingiram R$ 409,5 milhões no 3T25, registrando crescimento de 30,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.

As informações são preliminares, não auditadas e sujeitas à revisão.

Lavvi (LAVV3) divulga a prévia do 3T25  [3]

A Lavvi Empreendimentos Imobiliários (LAVV3) divulgou nesta segunda-feira, 20, a prévia do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas líquidas contratadas no 3T25 totalizaram R$ 526 milhões na visão total, queda de 31% em relação ao terceiro trimestre de 2024 (3T24).

Excluindo as permutas e as comissões, as vendas líquidas %Lavvi totalizaram R$ 336 milhões no trimestre, queda anual de 31,7%. Ao final do 3T25, o estoque a valor de mercado era de R$2,5 bilhões, correspondendo a 1.674 unidades.

JHSF (JHSF3) conclui a 5ª expansão de seu aeroporto e anuncia a 6ª expansão [4]

A JHSF Participações (JHSF3) informou nesta segunda-feira, 20, que o São Paulo Catarina Aeroporto Executivo Internacional acaba de concluir sua 5ª expansão de capacidade, com a adição de novos hangares, pátios e uma nova taxiway.

Com a conclusão desta etapa, o aeroporto passa a contar com 16 hangares distribuídos em aproximadamente 50 mil m², além de 80 mil m² adicionais de pátios, que já se encontram com ocupação integral.

Com a capacidade atual, o aeroporto já se classifica entre os maiores FBO (Fixed Base Operator) do mundo, abrigando mais de 170 aeronaves hangaradas, sendo também líder do mercado em número de movimentos internacionais da aviação executiva no Brasil.

A JHSF afirmou que, diante da demanda contratada por novas aeronaves e bases de serviço (MROs – Maintenance, Repair, and Overhaul), o aeroporto dará início a 6ª expansão, que incluirá a construção de mais três hangares, totalizando cerca de 10 mil m², além de 15 mil m² adicionais de pátios, com conclusão da primeira fase no 1º semestre de 2026.

O aeroporto, além da 6ª expansão, dispõe ainda de capacidade para futuras ampliações, podendo chegar a mais de quatro vezes a metragem atualmente existente, destacou a companhia. Considerando o crescimento do mercado endereçável de jatos executivos de médio e grande porte no Brasil, a companhia ressaltou que seguirá avaliando a evolução da demanda para definir as próximas fases.

Log-In (LOGN3) compra imóvel comercial em Manaus que pertencia à Gradiente [5]

A Log-In – Logística Intermodal (LOGN3) divulgou nesta segunda-feira, 20, que sua subsidiária Tecmar celebrou acordo para adquirir um imóvel comercial localizado em Manaus de propriedade da Gradiente. O montante da operação é de até R$ 40 milhões.

“A companhia entende que a operação vai capturar sinergias estratégicas e necessárias para a expansão dos negócios da Tecmar na região, permitindo ampliar a oferta de serviços logísticos, incluindo transporte, armazenagem, pré-stacking de contêineres, se consolidando ainda mais como uma solução logística relevante e eficiente para indústria e varejo no pólo industrial de Manaus”, afirmou a Log-In.

BTG Pactual mantém uma visão construtiva para a Petrobras antes da divulgação do Plano de Negócios 2026–2030 [6]

A equipe do BTG Pactual mantém uma visão construtiva para a Petrobras antes da divulgação do Plano de Negócios 2026–2030, que, segundo o banco, pode revisar para baixo o capex e o opex, enquanto o guidance de produção tende a subir. O Plano está previsto para ser divulgado no fim de novembro. O plano atual (2025–2029) ainda considera o preço do barril do Brent, referência para a Petrobras, a US$ 83, frente à média anual de US$ 70, sugerindo espaço para ajustes conservadores. O time do BTG escreve em relatório que, mesmo com preços menores de petróleo, a companhia deve gerar forte fluxo de caixa e dividendos em 2026.

A avaliação é que, embora o espaço para ajustes de capex diminua, os projetos não aprovados seguem como instrumento essencial para preservar a posição de dívida neutra e otimizar retornos aos acionistas. A equipe de analistas calcula que para manter a atratividade em termos ajustados ao risco, a Petrobras precisa sustentar um retorno para o acionista cerca de 5 p.p. acima de concorrentes globais, caso contrário, o apelo relativo da ação tende a enfraquecer.

Agenda de provento desta terça, 21:

TIM (TIMS3) [7]

A TIM paga nesta terça-feira, 21, R$ 320 milhões em juros sobre capital próprio anunciados em 22 de julho. O valor bruto por ação é R$ 0,13. A ‘data com’ foi de 25 de julho.

A TIM também paga na terça-feira, 21, a terceira parcela dos dividendos complementares anunciados em 27 de março de 2025. O valor soma R$ 684 milhões. O dia 3 de abril de 2025 é a data para identificação dos acionistas com direito a receber os valores. As ações adquiridas após essa são negociadas ex-direito a esses dividendos. O valor por ação é R$ 0,28. A 1ª e 2ª parcelas dos dividendos complementares já foram pagas em 22/04/2025 e 23/07/2025, respectivamente.

Allos (ALOS3)   [8]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Allos anunciados em 15 de setembro, é nesta terça-feira, 21. Os papéis serão negociados ex-JCP a partir de 22 de outubro. A data de pagamento é em 4 de novembro e o valor por ação é R$ 0,10.

Santander Brasil (SANB11)  [9]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Santander Brasil anunciados em 10 de outubro, é nesta terça-feira, 21. Dessa forma, a partir de 22 de outubro (inclusive), as ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor líquido por unit SANB11 é R$ 0,45. pagamento é a partir do dia 7 de novembro de 2025.

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