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Notícia da B3, Telefônica Brasil, Brisanet, Helbor, Vale e de outras companhias

 

 

 

 

 

Publicado às 21h21 – atualizado às 21h37

Notícias corporativas

Hapvida (HAPV3) anuncia programa de recompra de ações

A Hapvida (HAPV3) aprovou um programa de recompra de ações com a finalidade de maximizar a geração de valor para os acionistas por meio de uma administração eficiente da estrutura de capital. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira, 14. A administração da companhia, por meio de sua diretoria estatutária, definirá o momento e a quantidade de ações a serem adquiridas, podendo chegar até 20 milhões de ações pelo período de 18 meses.

B3 (B3SA3) divulga os dados operacionais de setembro de 2025 [1]

A B3 (B3SA3) divulgou nesta terça-feira, 14, os dados operacionais de setembro de 2025. A companhia reportou volume financeiro médio diário de R$ 22,9 bilhões em setembro deste ano, queda de 0,4% na comparação com o mesmo mês de 2024. Em relação a agosto, a queda foi de 4,5%.

O número de contas ativas atingiu 6.185.403 em setembro, 2,4% a mais do que no mesmo mês de 2024 e 0,2% maior do que em agosto. A quantidade de investidores pessoa física foi de 5.387.941 milhões, alta anual de 3,3% e mensal de 0,2%.

Telefônica Brasil (VIVT3) anuncia R$ 380 milhões em juros sobre o capital [2]

A Telefônica Brasil (VIVT3) informou nesta terça-feira, 14, após o fechamento do mercado, que seu conselho de administração aprovou a declaração de juros sobre capital próprio (JCP) no montante bruto de R$ 380 milhões. Com retenção de imposto de renda na fonte, à alíquota de 15%, resulta no montante líquido de R$ 323 milhões. O valor líquido por ação é de R$ 0,10. O crédito dos JCP será realizado com base na posição acionária constante dos registros da companhia ao final do dia 27 de outubro de 2025. Após essa data as ações serão consideradas “ex-juros”. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria da companhia.

Brisanet (BRST3) divulga dados operacionais de setembro/25 [3]

A Brisanet (BRST3) divulgou os dados operacionais de setembro de 2025 nesta terça-feira, 14, após o fechamento do mercado. Em setembro a operadora de internet alcançou a marca de 1.538.952 clientes de banda larga fixa, volume 9,8% maior que o de setembro de 2024.

No mês, o número de casas passadas (quantos clientes em potencial pode alcançar) foi de 7,149 milhões, crescimento de 1,2% na comparação anual.

A presença da companhia abrange os nove estados do Nordeste, com cobertura em 158 municípios.

A Agility Telecom, franqueadora da Brisanet, conta com 59 franqueados que atendem principalmente cidades menores e áreas rurais, totaliza 135.813 clientes. Somando as operações diretas e as franquias, a base de banda larga fixa alcança quase 1,7 milhão de clientes em todo o Nordeste. Com mais de 56 mil novos clientes em setembro, a base móvel da companhia chegou a 700.710 chips ativos.

Banco de Brasília (BSLI3) se manifesta sobre notícia na imprensa [4]

O BRB – Banco de Brasília (BSLI3) recebeu da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) um pedido de esclarecimento das informações divulgadas em 12 de outubro de 2025, no blog de Lauro Jardim, no jornal O Globo. O blog reportou que o BRB comprou uma carteira de crédito de R$ 1 bilhão do Master.

Em nota divulgada na noite desta terça-feira, 14, o BRB refutou a notícia que “tem feito negócios às margens” do Banco Central do Brasil e informou que mantém “o regulador atualizado tempestivamente de todas as suas operações”.

O BRB também explicou que realiza negócios com diversas outras instituições financeiras, “em linha com seu planejamento estratégico, que prevê o desenvolvimento dos negócios e a ampliação da atuação da instituição por meio do aproveitamento de oportunidades existentes no mercado”.

“As operações realizadas pelo BRB seguem a dinâmica natural do mercado financeiro, sempre com o objetivo de gerar eficiência, rentabilidade e crescimento sustentável e com volume aderente ao porte da companhia e respeitando os limites da Declaração de Apetite a Riscos – RAS”, afirmou a instituição financeira, ressaltando que essas operações são realizadas com absoluto respeito às normas que regem o Sistema Financeiro Nacional, às orientações dos órgãos reguladores e fiscalizadores, e em consonância com a governança corporativa.

Helbor (HBOR3) divulga a prévia do terceiro trimestre [5]

A Helbor Empreendimentos (HBOR3), incorporadora residencial, divulgou nesta terça-feira, 14, os resultados operacionais preliminares e não auditados relativos ao terceiro trimestre de 2025 (3T25). No 3T25, as vendas brutas totais somaram R$ 478,8 milhões, representando uma queda de 3,1% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (3T24) e um aumento de 2,5% na comparação com o segundo trimestre de 2025 (2T25). A participação da Helbor foi de 65,8%, crescimento de 14,0 p.p. em relação ao 3T24.

O VSO Total atingiu 16,9% no 3T25, uma redução de 2,1 p.p. frente ao 3T24, enquanto o VSO da parte Helbor foi de 16,3%. A redução no VSO é explicada, principalmente, pelo lançamento do Collage Bela Vista, ocorrido no final de setembro, cujas 461 unidades passaram a compor o cálculo do VSO, mas sem tempo hábil para gerar vendas significativas dentro do trimestre, explicou a companhia.

No 3T25, a Helbor lançou três empreendimentos, sendo dois localizados na cidade de São Paulo — Stay Moema e Collage Bela Vista — e a 3ª fase do Patteo Mogilar, localizado em Mogi das Cruzes. O VGV líquido total dos lançamentos foi de R$ 496,6 milhões, com 95% de participação da Helbor.

No 3T25, também foram entregues três empreendimentos: Reserva Caminhos da Lapa (Fases 2 e 3), New Patteo Osasco e Figueira Leopoldo, somando um VGV total líquido de R$ 730,9 milhões, com 49% de participação Helbor, sendo 69% vendido e 61% repassado até o final de setembro.

Vale (VALE3) paga juros das debêntures incentivadas da 10ª emissão em 15/10 [6]

A Vale (VALE3) anunciou nesta terça-feira, 14, que realizará o pagamento de juros remuneratórios das debêntures simples, não conversíveis em ações, da 10ª emissão, séries 1ª, 2ª e 3ª (debêntures incentivadas) em 15 de outubro de 2025, no valor total de R$ 199.838.323,19, aos detentores com posição em custódia na B3 e/ou no Banco Itaú Unibanco, banco escriturador e liquidante das debêntures incentivadas, no fechamento do dia 14 de outubro de 2025. Acesse aqui [6] a tabela com os detalhamentos das remunerações por série e por debênture.

Taesa (TAEE11) anuncia pagamento de juros a detentores das debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries da 12ª emissão  [7]

A Transmissora Aliança de Energia Elétrica – Taesa (TAEE11) informou nesta terça-feira, 14, aos detentores das debêntures da 1ª, 2ª e 3ª séries da 12ª emissão de debêntures todas nominativas, escriturais, simples, não conversíveis em ações, emitidas em 15 de abril de 2022, que realizará o pagamento de juros no dia 15 de outubro de 2025, no valor total de R$ 40.919.369,02. Acesse aqui [7] a tabela com os detalhes.

A avaliação do Goldman Sachs para o Bradesco, Santander Brasil, BB e Itaú [8]

O time de analistas do Goldman Sachs elevou a recomendação para as ações do Bradesco (BBDC4) de “venda” para “neutro”. O preço-alvo passou de R$ 15 para R$ 17. A avaliação é que o Bradesco registrou geração de capital melhor do que o previsto. A lucratividade permanece em ritmo de recuperação gradual. A expectativa do banco americano é que o Bradesco apresente no terceiro trimestre (3T25) a maior expansão dos lucros trimestrais entre seus pares no setor. O Bradesco divulga o resultado do 3T25 em 29 de outubro.

A equipe de analistas do Goldman Sachs cortou a recomendação para o Santander Brasil (SANB11). Passou de “neutro” para “venda”. O preço-alvo das units foi reduzido de R$ 28 para R$ 26. O Santander Brasil divulga o resultado do 3T25 em 29 de outubro.

O Goldman manteve a  recomendação “neutra” para o Banco do Brasil (BBAS3). No entanto, elevou o preço-alvo de R$ 20 para R$ 21. A avaliação é que os desafios do banco estatal parecem já estar precificados no valuation descontado do papel.

Com relação ao Itaú (ITUB4), a equipe do Goldman Sachs manteve a recomendação de “compra” devido ao que considera a forte rentabilidade do banco. O preço-alvo da ação foi elevado de R$ 42 para R$43.

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