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Mercados nesta quarta, minério, petróleo, provento da Panvel e RD Saúde, notícia da Moura Dubeux, Dasa, Tupy e de outras empresas

 

 

 

 

 

 

Publicado às 7h59 – atualizado às 10h com mais notícias 

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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

O mercado monitora os desdobramentos do shutdown nos Estados Unidos. O governo norte-americano entrou em paralisação nesta quarta-feira, 1º de outubro, depois de o Congresso não conseguir aprovar um projeto orçamentário estendendo o financiamento federal. Serviços públicos devem começar a ser suspensos. Os futuros em Nova York operam em queda.

Alemanha (DAX): +0,51% 

Londres (FTSE 100): +0,74%

Japão (Nikkei 225): -0,84% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): feriado

Hong Kong (Hang Seng): feriado

Petróleo Brent: -0,21% (US$ 65,8). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: -0,22% (US$ 62,2)

Bitcoin futuro: +1,51% (US$ 113.715)

Minério de ferro em Dalian 

A Bolsa de Dalian está fechada devido ao feriado na China.  

Futuros de ações em Nova York 

Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,52% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,60%. Nasdaq futuro caía 0,71%.

Notícias corporativas

Gerdau (GGBR4) reduz investimento para 2026 [4]

O conselho de administração da Gerdau (GGBR4) aprovou a projeção para o plano de investimentos em Capex para 2026, no valor de R$ 4,7 bilhões, representando uma significativa redução em relação aos últimos anos. O Capex para o ano de 2025 permanece inalterado no valor de R$ 6 bilhões. As informações foram divulgadas nesta quarta-feira, 1°.

O montante, para ambos os anos, se refere a projetos voltados à manutenção e competitividade. Os projetos de manutenção estão associados ao prolongamento de vida útil e às melhorias operacionais dos equipamentos com o objetivo de manter o desempenho das unidades. Os projetos de competitividade estão relacionados ao crescimento de produção, aumento de rentabilidade e modernização das unidades.

A Gerdau e a Metalúrgica Gerdau (GOAU4) reiteraram que a execução do plano de investimentos em Capex mencionado “estará diretamente relacionada às condições do mercado e do cenário econômico dos países em que operam e dos setores em que atuam”.

Em relação aos projetos de manutenção, as companhias estimam uma média de investimento de aproximadamente R$ 3 bilhões por ano, para os próximos cinco anos, considerando o estado atual dos ativos, os patamares atuais de câmbio e de inflação. 

Grupo SBF (SBFG3) anuncia desinvestimento na NWB e da participação na X3M

O Grupo SBF (SBFG3) anunciou nesta quarta-feira, 1°, que sua administração optou estrategicamente por simplificar seu portfólio e concentrar esforços e recursos em suas principais unidades de negócio: Centauro e Fisia. 

Como parte desse movimento, informou o desinvestimento da operação da NWB, a plataforma de mídia digital esportiva, e de sua participação na X3M, empresa especializada na organização de corridas e eventos esportivos. 

“Acredita-se que essa simplificação estratégica permitirá direcionar todo foco e recursos para as iniciativas de crescimento e rentabilidade das operações mais relevantes da companhia”, afirmou a SBF em um fato relevante.

Cade aprova possível compra das ações da Novonor, que controla Braskem, por Nelson Tanure

O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) aprovou na terça-feira, 30, a possibilidade de venda da participação da Novonor na Braskem ao FIP Petroquímica Verde, Fundo ligado ao empresário Nelson Tanure. A decisão foi unânime e sem restrições. 

“Os termos e condições do ato de concentração submetidos à apreciação Cade não possuem caráter definitivo e vinculante quanto à potencial transação”, afirmou a Novonor em um comunicado da Braskem divulgado nesta quarta-feira, 1°. 

A Novonor destacou que as tratativas com o Fundo seguem em curso e os termos e condições quanto à potencial transação poderão vir a ser ajustados entre as partes.

Dimed – Panvel (PNVL3) anuncia juros sobre o capital (JCP)  [5]

O conselho de administração da Dimed – Panvel (PNVL3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no montante de R$ 3 milhões, representando o valor total de R$ 0,02009804483 para as ações ordinárias da companhia, sendo o valor líquido, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte, de R$ 0,01708333810. O pagamento dos JCP será conforme a posição acionária de 3 de outubro de 2025. O pagamento será realizado em parcela única, sendo a data definida posteriormente em assembleia que deliberar sobre as contas do exercício de 2025.

RD Saúde (RADL3) anuncia R$ 140,7 milhões em juros sobre o capital [6]

O conselho de administração da RD Saúde (RADL3) aprovou a distribuição de juros sobre capital próprio no montante total bruto de R$ 140,7 milhões. O valor bruto a ser pago por ação é de R$ 0,082136419 e não sofrerá atualização monetária. O benefício aplica-se à posição acionária do dia 3 de outubro de 2025 (próxima sexta-feira). A partir de 6 de outubro as ações da companhia serão negociadas “ex juros sobre capital próprio”. O pagamento vai ocorrer até dia 30 de maio de 2026, em data a ser oportunamente fixada pela administração.

Moura Dubeux (MDNE3) reporta R$ 1,3 bi lançado e R$ 1,1 bi vendido no 3T25 [7]

A Moura Dubeux (MDNE3) apresentou a prévia dos seus resultados operacionais para o terceiro trimestre de 2025 (3T25). Esses resultados operacionais são preliminares, ainda sujeitos à revisão da auditoria.

No 3T25 a companhia lançou cinco projetos totalizando um Valor Geral de Vendas (VGV) Bruto de R$ 1,503 bilhão e um VGV Líquido de R$ 1,340 bilhão.

O volume das Vendas e Adesões Líquidas (%MD) no 3T25 foi de R$ 1,065 bilhão, aumento de 6% em relação ao terceiro trimestre de 2024 (3T24) e uma redução de 10,7% em relação ao segundo trimestre de 2025 (2T25).

No 3T25, a Moura Dubeux apresentou consumo de caixa de R$ 77 milhões.

Dasa (DASA3) anuncia a venda da Mantris e a operação de diagnósticos na Argentina [8]

A Dasa (DASA3) anunciou na noite de terça-feira, 30, que assinou dois contratos definitivos para vender a Diagnóstico Maipú por Imágenes e Medical Investment (operação de diagnósticos na Argentina); e a Mantris, subsidiária voltada à medicina ocupacional e gestão integrada de saúde. O valor total das transações foi de R$ 704,8 milhões.

“Essas transações marcam mais um passo importante na execução do plano estratégico e financeiro da companhia”, afirmou a Dasa em um fato relevante enviado ao mercado.

Em 2024 a companhia comunicou ao mercado a decisão de separar seus negócios em duas frentes: Diagnósticos, que constitui o core business da companhia e Hospitais e Oncologia, com a criação da Rede Américas em associação com a Amil.

Nessa linha, a Dasa vem desinvestindo de ativos não estratégicos ou fora do seu core, o que incluiu, em 2024, a venda da Dasa Empresas (negócio de corretagem de seguros) e, agora, a Mantris (saúde ocupacional) e a Diagnósticos Maipú, operação de qualidade na Argentina, mas com baixa sinergia com as atividades no Brasil.

“Esses movimentos reforçam a estratégia da companhia de concentrar-se em seu core de diagnósticos, com foco em eficiência operacional e na melhoria contínua dos resultados, ao mesmo tempo que fortalecem a posição financeira da Dasa e a redução do endividamento”, afirmou a Dasa.

Azul (AZUL4) reporta resultado operacional ajustado de R$ 425,6 milhões em agosto  [9]

A Azul (AZUL4) divulgou informações financeiras consolidadas preliminares e não auditadas referentes ao mês de agosto. A receita líquida total atingiu R$ 1,88 bilhão. O Ebitda ajustado atingiu R$ 664,9 milhões. A margem Ebitda ajustada foi de 35,2%.

O resultado operacional ajustado, que exclui custos não recorrentes ligados à reestruturação, somou R$ 425,6 milhões, o que representa margem de 22,5%.

MWM, subsidiária da Tupy (TUPY3), firma parceria comercial e tecnológica com a chinesa Yuchai  [10]

A Tupy (TUPY3) anunciou que sua subsidiária, MWM-Tupy do Brasil  (MWM), firmou contrato de parceria comercial e tecnológica com a companhia chinesa Yuchai, uma das maiores fabricantes de motores do mundo.

A MWM torna-se distribuidora dos produtos Yuchai na América Latina, aumentando a gama de motores próprios, com destaque para aplicações off-road, incluindo soluções híbridas diesel / elétricas. Com o acordo, a MWM amplia também seu portfólio de grupos geradores, passando a oferecer soluções para aplicações que demandam alta capacidade energética, como datacenters. A parceria abrange ainda a distribuição de motores marítimos para embarcações de trabalho de grande porte, incluindo aplicações para novos combustíveis, como metanol e gás liquefeito.

No campo tecnológico, o acordo contempla o desenvolvimento de motores a biometano e etanol, atendendo a alta demanda por soluções de descarbonização viável que se beneficiam da matriz energética renovável disponível no país, além de estudos para a localização de motores de grande porte, que passariam a ser produzidos no Brasil.

A Yuchai passa a utilizar também a rede de distribuição de peças de reposição da MWM (aftermarket), composta por aproximadamente 1.000 pontos de venda na região, para atendimento dos clientes atuais e futuros. Atualmente, milhares de motores Yuchai já operam no Brasil, utilizados principalmente nos setores de geração de energia, construção e agronegócio.

PetroReconcavo conclui aquisição de 50% de ativos de gás natural da Brava no RN [11]

A PetroReconcavo (RECV3) informou a conclusão da aquisição de 50% dos ativos de midstream de gás natural localizados no estado do Rio Grande do Norte (RN) detidos pela 3R Potiguar, subsidiária da Brava Energia (BRAV3).

A PetroReconcavo realizou nesta terça-feira o pagamento à Brava de R$ 168,8 milhões, equivalentes a 50% do valor total da transação, após os ajustes de preço.

Esse valor se soma ao montante de R$ 127,9 milhões, correspondentes a 35% do valor total da transação, já pagos em duas parcelas, sendo a primeira na assinatura do contrato em 5 de junho de 2025 e a segunda paga na aprovação da transação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) em 25 de julho de 2025.

A partir desta terça-feira, 30, a operação dos referidos ativos de midstream passa a ser regulada por um Joint Operating Agreement (JOA), sendo que a Brava permanecerá atuando como operadora dos ativos e as partes constituirão um Comitê Operacional (Operations Committee), composto por seus respectivos representantes, responsável pela definição das diretrizes orçamentárias, de custos e de eficiência para as operações.

Ainda conforme o contrato, de acordo com a evolução do processo de transferência imobiliária, a PetroReconcavo deverá realizar de forma fracionada o pagamento dos 15% do valor remanescente.

“A conclusão da aquisição representa um marco relevante na implementação do plano de resiliência e eficiência operacional da PetroReconcavo, reforçando a otimização de custos e assegurando maior segurança no escoamento e processamento da sua produção de gás natural no Estado do Rio Grande do Norte”, afirmou a petroleira em um fato relevante.

Americanas (AMER3) aceita proposta para aquisição da Uni.Co  [12]

A Americanas (AMER3) aceitou uma proposta vinculante da Fan Store Entretenimento (BandUP!) para a venda da Uni.Co por R$ 152,9 milhões.

Em um fato relevante enviado ao mercado, a varejista destaca que a BandUP! será qualificada para participar do processo competitivo de alienação da UPI Uni.Co, com sua proposta vinculante na condição de “stalking horse”. A BandUP! terá ainda o direito de, a seu exclusivo critério, cobrir a oferta de maior valor acima do preço base que seja eventualmente apresentada no referido processo competitivo, desde que a nova oferta da proponente seja, no mínimo, 1% superior ao preço de aquisição estipulado na melhor oferta.

A BandUP! é um dos principais players de cultura pop no Brasil, atuando com um portfólio de produtos, focado em vestuário e acessórios, de mais de 200 marcas licenciadas da cultura geek, incluindo filmes, séries, músicas e games.

“A proposta vinculante está em linha com o disposto no plano de recuperação judicial da companhia, o qual prevê a alienação da UPI Uni.Co em processo competitivo”, afirmou a Americanas.

Carrefour decide descontinuar voluntariamente programa de BDRs [13]

O Itaú Unibanco, na qualidade de instituição depositária do programa de BDRs Nível I patrocinado lastreados em ações de emissão do Carrefour, informou que o Carrefour decidiu descontinuar voluntariamente o programa de BDRs. Segundo comunicado do Carrefour, a decisão de descontinuar o programa de BDRs tem como objetivo concentrar a liquidez dos valores mobiliários do Carrefour na França (Euronext Paris) e maximizar o retorno aos acionistas, considerando que 98,76% dos BDRs inicialmente emitidos foram cancelados por solicitação de seus respectivos detentores. A descontinuação está sujeita à aprovação da B3 e da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Assim que essas aprovações forem obtidas, o Carrefour e o Itaú divulgarão aos detentores de BDRs os procedimentos e condições para a descontinuação. Após a conclusão do processo, serão adotadas as medidas necessárias para o cancelamento do registro do Programa de BDRs junto à CVM.

Agenda de provento desta quarta, 1°:

Bradesco (BBDC4)  [14]

O Bradesco paga nesta quarta, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,01 por ação ordinária e R$ 0,01 por ação preferencial. A data-base foi 1° de setembro.

Banestes (BEES3)  [15]

O Banestes paga nesta quarta, 1°, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02 por ação, ordinária e preferencial. A data-base foi 1° de setembro.

Itaú (ITUB4)  [16]

O Itaú paga nesta quarta, 1°, JCP mensal no valor de R$ 0,015 líquido por ação. A data-base foi 29 de agosto.

Itaúsa (ITSA4)  [17]

A Itaúsa paga nesta quarta, 1°, JCP trimestral no valor de R$ 0,02 líquidos por ação. A data base foi 29 de agosto.

Vulcabras (VULC3)  [18]

A Vulcabras (VULC3) paga nesta quarta, 1°, a terceira parcela do dividendo intermediário anunciado em 6 de maio. A ‘data com’ dessa parcela foi em 17/09/2025 (a data ex-direito foi em 18/09/2025). O valor a ser pago é de R$ 0,125 por ação.