- Finance News - https://financenews.com.br -

Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

 

 

 

 

 

 

Publicado às 9h31 – atualizado às 9h46

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) abriu em alta nesta sexta-feira, 10. Às 9h45 subia 0,38% aos 142.3 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

O dólar comercial virou para alta. Às 9h43 subia 0,22% cotado a R$ 5,387 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h22 o preço do barril de petróleo Brent caía 1,38% (US$ 64,3). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,02% a 795 iuanes (US$ 111,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Notícias corporativas desta manhã:

Natura (NATU3) firma protocolo de incorporação da Avon Industrial 

A Natura informou nesta sexta-feira, 10, que firmou o protocolo de incorporação da Avon Industrial. Em um fato relevante enviado ao mercado, a Natura explica que, desde 2022, o grupo Natura vem executando uma estratégia de reorganização e simplificação de sua estrutura societária e de governança corporativa. 

A companhia destacou que, no contexto da simplificação operacional dos últimos anos, a operação da fábrica de Interlagos, operada pela Avon Industrial, foi desmobilizada gradualmente, de modo a concentrar as operações de fabricação de produtos na fábrica de Cajamar, operada pela Indústria e Comércio de Cosméticos Natura, sociedade controlada pela companhia. 

“O objetivo da incorporação é concluir essa etapa de simplificação da estrutura organizacional, que gerou ganhos de eficiência operacional nos últimos trimestres, e que pode resultar em potencial aceleração do aproveitamento de créditos fiscais indiretos”, afirmou a Natura. 

O conselho de administração da Natura aprovou a convocação da assembleia geral extraordinária, a ser realizada em 31 de outubro de 2025, às 11h, para, dentre outras deliberações, submeter a incorporação à aprovação de seus acionistas. 

Aura (AURA33) anuncia resultados preliminares de produção do 3T25  [1]

A Aura Minerals (B3: AURA33; Nasdaq: AUGO) reportou que a produção total no 3º trimestre de 2025, a preços correntes, atingiu 74.227 onças equivalentes de ouro (GEO) 16% acima do 2º trimestre de 2025 e 9% superior em comparação ao 3º trimestre de 2024. A preços constantes, a produção trimestral da Aura foi recorde, com aumento de 17% em relação ao 2º trimestre de 2025 e 15% acima do 3º trimestre de 2024, afirmou a mineradora. Os números foram divulgados nesta sexta-feira, 10.

Nos 9 primeiros meses de 2025, a produção total alcançou 198.347 GEO a preços correntes. Considerando os preços do guidance de produção para 2025, a produção dos 9 meses de 2025 foi de 203.592 GEO, 3% acima dos 9 meses de 2024, em linha para atingir as estimativas de produção de 2025.

“No terceiro trimestre de 2025, alcançamos uma produção recorde de 74.227 GEO, mesmo com Borborema ainda em fase de ramp-up. Nos primeiros nove meses de 2025, nossa produção total foi de 203.592 GEO no preço do guidance, com isso, estamos bem posicionados para nosso guidance de 2025 de 266.000–300.000 GEO. Destaco também o início da produção comercial em Borborema, que produziu mais de 10.000 onças com uma taxa de recuperação superior a 92%, pavimentando o caminho para a produção total durante os próximos meses”, afirmou Rodrigo Barbosa, CEO e presidente da Aura.

Leia aqui [2] a íntegra do fato relevante com mais dados.

Notícias da noite de quinta, 9:

JHSF (JHSF3) compra participação majoritária na BYS International [3]

A JHSF (JHSF3) anunciou nesta quinta-feira, 9, que firmou contrato de compra de participação majoritária da BYS International, empresa especializada na prestação de serviços internacionais de charters, administração e compra e venda de grandes embarcações. O segmento de grandes embarcações tem apresentado crescimento expressivo nos últimos anos, refletindo o aumento da demanda de clientes brasileiros e internacionais por este tipo de serviço. Em 2024, o segmento de iates e jatos foi o que mais cresceu no mercado global de alta renda, registrando aumento de 13% em relação a 2023, segundo estudo da Bain & Company. Atualmente, o mercado mundial de charters de barcos e serviços é estimado em US$ 12,4 bilhões, com expectativa de atingir US$ 22,7 bilhões em 2034, de acordo com dados da Global Market Insights.

Fundada em 2012, a BYS é um grupo global com mais de 10 anos de experiência. Opera sob o modelo asset light e one stop shop, oferecendo ampla gama de serviços e sendo, atualmente, líder no atendimento a clientes brasileiros fora do Brasil.

O fundador da empresa, referência no setor, permanecerá como sócio e à frente da operação. “Com essa transação, a JHSF gera sinergias para sua base de clientes, fortalece seu portfólio de serviços e incorpora uma plataforma de alta capacidade com profissionais qualificados para atuar em um mercado de grande especialização”, afirmou a companhia destacando que a iniciativa reforça seu compromisso em antecipar-se às tendências, sempre com foco em qualidade, transparência e excelência.

Direcional (DIRR3) divulga a prévia do 3T25 [4]

A Direcional (DIRR3) divulgou na noite de quinta-feira, 9, seus resultados operacionais referentes ao 3º trimestre do exercício de 2025 (3T25).

A companhia lançou um VGV de R$ 2,2 bilhões (R$ 2 bilhões % companhia) no 3º trimestre de 2025, correspondendo a um crescimento de 54% sobre o 3T24 e de 13% em relação ao 2T25. Desse modo, o volume foi o maior já lançado em um único trimestre pela Direcional.

No 3T25, as vendas brutas alcançaram R$ 1,9 bilhão (R$ 1,6 bilhão % companhia), tendo o mês de setembro sido o melhor mês da história da Direcional, com um total de R$ 832 milhões (R$ 721 milhões % Direcional), evidenciando a resiliência da demanda que vem sendo observada ao longo de todo o ano. As vendas líquidas foram de R$ 1,6 bilhão no trimestre (R$ 1,4 bilhão % companhia), crescimento de 10% comparado ao 3T24.

Assim como ocorreu em relação aos lançamentos, a Direcional destacou a evolução de sua participação no VGV líquido contratado no trimestre, que chegou a 87%. Observando-se, portanto, as vendas líquidas no % companhia, houve crescimento de 16% em relação ao 3T24 e de 11% em relação ao 2T25.

O Grupo Direcional apresentou uma geração de caixa de R$ 114 milhões no 3T25. Desse modo, o montante total gerado nos nove primeiros meses do ano chegou a R$ 494 milhões.

Mitre (MTRE3) divulga a prévia operacional do 3T25 [5]

A Mitre (MTRE3) divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas líquidas VGV somaram R$ 279,7 milhões no período, queda de 13% na base anual de comparação. O volume de distratos no trimestre atingiu R$ 32,9 milhões, um acréscimo de 5,4% em relação ao 3T24. Durante o terceiro trimestre a companhia realizou a entrega de mais 3 empreendimentos, que somam 1.077 unidades e um Valor Geral de Vendas de aproximadamente R$ 655 milhões.

Prévia operacional da Plano&Plano (PLPL3) no 3T25 [6]

A Plano&Plano (PLPL3) divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). A companhia reportou R$ 1 bilhão em vendas líquidas 100% no mercado privado, alta de 12,6% na comparação ano a ano.

A construtora lançou nove empreendimentos, um recorde em sua história, e mais de 8,4 mil unidades. O VGV totalizou R$ 2,1 bilhões, alta de 99% em relação ao 3T24.

O ticket médio das unidades comercializadas no trimestre foi de R$ 280,2 mil, 27% superior em relação ao dado de 2024, em função da comercialização de produtos com maior valor agregado.

Cury (CURY3): prévia operacional do 3T25 [7]

A Cury (CURY3) divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). As vendas líquidas da companhia subiram 27% na comparação anual, a R$ 1,8 bilhão.

O VGV (Valor Geral de Vendas) também teve alta de 27%, totalizando R$ 1,9 bilhão.

A VSO (Venda sobre Oferta) líquida foi de 40,6%, queda de 3,3 pontos percentuais em relação aos 43,9% registrados no 3T24.

No período, foram produzidas 4 mil unidades, 17,8% maior em relação ao ano anterior. O banco de terrenos aumentou 19%, a R$ 23 milhões em VGV.

Cyrela (CYRE3) divulga a prévia operacional do 3T25 [8]

A Cyrela (CYRE3) divulgou a prévia operacional do terceiro trimestre de 2025 (3T25). A companhia informou que o valor dos lançamentos de imóveis no período subiu 62% na comparação anual, a R$ 5,05 bilhões. No período, foram lançados 18 empreendimentos.

Das vendas líquidas do 3T25, R$185 milhões foram relativas à venda de estoque pronto (5%), R$1,28 bilhão, à venda de estoque em construção (36%) e R$2,08 bilhões à venda de lançamentos (59%).

As vendas totais contratadas da Cyrela foram de R$3,55 bilhões, alta de 11% na comparação com o 3T24.

Do VGV lançado no período, 84% serão reconhecidos via consolidação e 16% via método de equivalência patrimonial. No ano, o VGV de lançamentos chegou a R$ 14,03 bilhões, crescimento de 123% em relação a 2024.

Armac (ARML3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital  [9]

A Armac (ARML3) anunciou o pagamento de juros sobre o capital no montante bruto de R$ 21.699.500,00. Esse valor corresponde a R$ 0,0626613471 por ação. A partir de 15 de outubro de 2025 as ações da Armac serão negociadas “ex” estes juros sobre o capital próprio. O pagamento será efetuado em data a ser definida pela diretoria executiva.

Banco Pine (PINE4) anuncia o pagamento de juros sobre o capital [10]

O conselho de administração do Banco Pine (PINE4) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio no valor bruto total de R$ 23.200.462,79. O valor bruto é de R$ 0,1025173 por cada ação ordinária e cada ação preferencial. O crédito dos juros sobre o capital próprio ocorrerá em 29 de outubro de 2025 e considerará a posição acionária do dia 20 de outubro. A partir de 21 de outubro de 2025 (inclusive), as ações de emissão do Pine serão negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.

Eletrobras (ELET3) concluiu a venda da UTE Santa Cruz  [11]

A Eletrobras (ELET3) concluiu a venda do último ativo termelétrico, a UTE Santa Cruz, para o grupo J&F, sucessora da Âmbar Energia no acordo. A Eletrobras recebeu o montante de R$ 703,5 milhões que, somados aos valores levantados quando do fechamento da venda das termelétricas da Eletronorte, totalizaram R$ 3,6 bilhões, além do caixa gerado pelas usinas entre a assinatura do acordo e seus respectivos fechamentos.

A Eletrobras ainda mantém o direito ao recebimento do earn-out acordado entre as partes, no valor base total de R$ 1,2 bilhão.

“Essa transação representa o encerramento do processo de desinvestimentos dos ativos termelétricos, e a partir desta data, o portfólio de geração da Eletrobras passa a ser composto exclusivamente por fontes 100% renováveis, em linha com o seu compromisso Net Zero 2030”, afirmou a companhia em um comunicado.

Camil (CAML3) reporta queda no lucro líquido no segundo trimestre fiscal  [12]

A Camil (CAML3) divulgou nesta quinta-feira, 9, o resultado do segundo trimestre fiscal (2T25). No período reportou lucro líquido de R$ 79 milhões, queda de 33,7% na comparação com o 2T24. O Ebitda da Camil  caiu 12,9% na base anual, para R$ 250,6 milhões. A receita líquida somou R$ 2,97 bilhões, queda de 8,6% no ano.

Norges Bank eleva participação na Hapvida (HAPV3) [13]

O Norges Bank elevou participação na Hapvida (HAPV3), conforme anunciado pela companhia na quinta-feira, 9. O Norges Bank Investment Management informou a aquisição de ações que representam 5,001% ou 25.159.466 ações do total de ações ordinárias de emissão da Hapvida.

Nosso canal no Whatsapp com notícias de empresas: entre aqui   [14]

Canal no Whatsapp sobre dividendo: entre aqui  [15]

Canal de dividendo de BDR: entre no canal aqui [16]