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Atualização: WEG em alta, Petrobras e Vale no negativo e outros destaques

Gráfico diário do Ibovespa às 13h26

 

 

 

 

Publicado às 13h28

Ibovespa

O Ibovespa operava entre perdas e ganhos. Às 13h27 tinha leve queda de 0,06% aos 142.517, pontos. Às 13h25 o horário o dólar comercial tinha baixa de 0,40% cotado a R$ 5,441 na venda.

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações da Petrobras operavam em queda neste começo de tarde. Às 13h26 as ações PN caíam 0,54% cotadas a R$ 29,58.

Vale (VALE3)

Às 13h26 as ações da Vale caíam 1,04% cotadas a R$ 60,23. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,90% a 773,5 iuanes (US$ 108,5).

WEG (WEGE3)

Às 13h26 as ações da WEG subiam 2,62% a R$ 38,40. A companhia anunciou a aquisição de 54% do capital social da Tupinambá Energia (Tupi Mob), empresa com destacada atuação no mercado de softwares e serviços completos para gestão de redes de recarga de veículos elétricos. “A Tupi Mob fortalece a estratégia da WEG de liderar a transformação do setor de mobilidade elétrica. A aquisição também abre caminho para a expansão gradual do modelo em mercados internacionais, consolidando um ecossistema inovador e eficiente para recarga de veículos elétricos”, afirmou a WEG em um comunicado ao mercado.

B3 (B3SA3)

A B3 lançou nesta quinta-feira, 16, o Índice Tesouro Selic B3 (TSLC), desenvolvido para fornecer uma referência precisa e atualizada sobre o desempenho das Letras Financeiras do Tesouro (LFTs), títulos públicos pós-fixados atrelados à taxa Selic e emitidos pela Secretaria do Tesouro Nacional (STN). Esse é o primeiro indicador de títulos públicos criado pela B3. A metodologia do Índice Tesouro Selic B3 assegura que apenas os títulos mais líquidos e representativos façam parte do indicador. Além disso, a ponderação das LFTs na carteira do índice é determinada pelo valor de mercado e pelo volume médio diário de negociação, e o rebalanceamento dos índices acontece a cada três meses.

Multi (MLAS3)

Às 13h25 as ações da companhia caíam 9%. O Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) julgou processos administrativos fiscais movidos contra o Grupo Multi. O julgamento foi encerrado com empate, no qual foram proferidos três votos favoráveis e três votos desfavoráveis. O desempate foi dado pelo presidente da turma com voto de qualidade desfavorável à companhia. Em um fato relevante enviado ao mercado nesta quinta-feira, 16, o Grupo Multi afirmou que “continuará a tomar todas as medidas necessárias à defesa de seus direitos, o que fará mediante avaliação do inteiro teor da decisão em conjunto com seus advogados, tão logo divulgada”. Ainda de acordo com a companhia, não há, neste momento, alteração no prognóstico de perda para essas contingências, no valor atualizado de R$ 1,11 bilhão que seguem classificadas como de perda “possível”.

Vivara (VIVA3)

A equipe de analistas da XP destaca em relatório que espera que a Vivara apresente resultados fortes no terceiro trimestre (3T25), com crescimento consistente da receita e forte expansão da margem bruta como principal destaque. A Vivara divulgado o resultado em 5 de novembro.

Embraer (EMBR3)

A XP também espera resultados sólidos da Embraer no terceiro trimestre de 2025 (3T25). A equipe comenta em relatório que os números podem trazer alguma luz sobre as margens estruturais daqui para frente, já que o 3T25 deve refletir totalmente os impactos tarifários dos Estados Unidos em sua divisão Executiva. A Embraer divulga seus resultados em 4 de novembro.

Suzano (SUZB3)

Em relatório o BTG Pactual ressalta que as ações seguem pressionadas devido ao real mais forte e preços da celulose. No entanto, a equipe do banco afirma que a gestão da companhia mantém disciplina com foco em desalavancagem e eficiência de custos. Em celulose, o ambiente segue difícil, sugerindo leve excesso de oferta, avalia o BTG.

Eletrobras (ELET3)

Para a Genial Investimentos, a venda da participação minoritária da Eletrobras na Eletronuclear, anunciada em 15 [1] de outubro, marca um movimento estratégico de desalavancagem de riscos e foco em ativos de maior retorno e previsibilidade. A avaliação é que a companhia se beneficia da liberação de garantias expressivas, constituição de crédito fiscal, liberação da integralização de recursos da empresa no projeto e da transferência integral de obrigações futuras associadas ao projeto de Angra III.

Klabin (KLBN11)

A Klabin contratou uma linha de financiamento na modalidade Term Loan (empréstimo liberado de uma só vez e pago ao longo do tempo em parcelas), no valor de US$ 150 milhões, equivalentes a R$ 819,3 milhões na câmbio atual. A Klabin afirmou que a emissão é parte do contínuo processo de gestão do endividamento da companhia.

Pine (PINE4)

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito aos juros sobre o capital do Banco Pine, anunciados em 13 de outubro, é nesta quinta, 16. A partir de 17 de outubro as ações serão negociadas “ex-direitos aos JCP. O valor bruto por ação é de R$ 0,25. O pagamento ocorrerá no dia 27 de novembro de 2025.

Comgás (CGAS5; CGAS3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Comgás, anunciado também em 13 de outubro,  [2]é nesta quinta-feira, 16. As ações da companhia serão negociadas “ex’ dividendos a partir de 17 de outubro, inclusive. O valor total é de R$ 700 milhões. A quantia de R$ 537.010.765,49 será paga às ações ordinárias, no valor de R$ 5,17 por ação. O montante de R$ 162.989.234,51 será pago às ações preferenciais, no valor de R$ 5,68 por ação. O pagamento aos acionistas ocorrerá em 31 de outubro de 2025.