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Atualização: Ibovespa no negativo, dólar sobe com força e outros destaques da sessão

Gráfico diário do Ibovespa às 12h55

 

 

 

 

 

 

Publicado às 13h02

Ibovespa

Em meio a temores com a política fiscal do governo federal, às 13h02 o Ibovespa tinha queda de 0,66% aos 140.768 pontos. 

Dólar

O dólar têm forte alta nesta sexta-feira e se aproxima de R$ 5,50 em meio ao fluxo de saída de investidores estrangeiros. De acordo com analistas de mercado, o fluxo ocorre de forma bastante intensa e destoa da grande maioria das moedas na sessão desta sexta. Às 13h01 o dólar subia 2,01% cotado a R$ 5,483 na venda. Na máxima da sessão até agora a moeda chegou a R$ 5,49.

Vale (VALE3)

Os papéis da mineradora reduziram os ganhos. Às 13h01 as ações da Vale tinham alta de 0,29% cotadas a R$ 59,28. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 1,02% a 795 iuanes (US$ 111,5).

Petrobras (PETR3, PETR4)

As ações ON e PN da Petrobras tinham queda neste começo de tarde com o preço do barril de petróleo Brent em baixa de 3%. A commodity desvaloriza com a redução da tensão no Oriente Médio em meio ao acordo de cessar-fogo em Gaza. Às 13h as ações preferenciais da estatal caíam 0,89% cotadas a R$ 29,94.

Camil (CAML3)

Às 12h59 as ações da Camil subiam 3,45%. O time de analistas do BTG Pactual avalia em relatório que a Camil superou expectativas no trimestre. O desempenho no Brasil foi impulsionado por volumes 4% acima das projeções, mas queda de 1,5% no ano, especialmente em arroz, após base forte de 2T24. Em contrapartida, categorias de maior valor agregado cresceram 12%, com destaque para café (+40%). A companhia reduziu dívida líquida em R$ 161 milhões, com alívio no capital de giro, mas a alavancagem ainda é alta impactada por sazonalidade, salienta o banco, que manteve a recomendação de “compra”, destacando potencial de recuperação de margens, mas sob um cenário que exige cautela diante dos preços baixos do arroz e da dívida atrelada ao CDI.

Cyrela (CYRE3)

Às 12h59 as ações caíam 2,77%. O mercado repercute a prévia operacional da Cyrela no terceiro trimestre (3T25). A XP considera os dados operacionais da Cyrela sólidos, apoiados pela forte expansão contínua dos lançamentos acima das expectativas e pelas vendas líquidas e VSO resilientes, superando os pares do setor. O BTG também ressalta que a Cyrela apresentou sólido desempenho no 3T25, em linha com as projeções.

Direcional (DIRR3)

Às 12h59 os pápéis da companhia caíam 5,09%. Para o BTG Pactual, a Direcional apresentou resultados operacionais robustos no terceiro trimestre (3T25), ligeiramente abaixo das estimativas otimistas, mas ainda consistentes. O time do banco avalia que a alavancagem permanece baixa, e a Direcional segue bem-posicionada para capturar o bom momento do Minha Casa Minha Vida e surpreender em crescimento. Destacando que os fundamentos sólidos e a execução consistente em ambos os segmentos, o banco manteve a recomendação de “compra”. Para a XP a Direcional apresentou dados operacionais sólidos no terceiro trimestre de 2025, embora ligeiramente abaixo das suas estimativas.

Plano&Plano (PLPL3)

A XP destaca em relatório que os lançamentos superaram suas estimativas em 46% e reflete melhorias notáveis no ambiente de aprovação de projetos da empresa. Considerando o forte volume de lançamentos de projetos nos nove primeiros meses de 2025, atingindo R$ 4,2 bilhões (%Co), a equipe acredita que há um risco sólido de alta para suas estimativas para 2025. Mas acredita que a redução da VSO (vendas sobre oferta) no 3T25, impulsionada por uma forte concentração de lançamentos em setembro, juntamente com o contínuo consumo de caixa, pode levar a uma reação marginalmente negativa do mercado.

Mitre (MTRE3)

Na avaliação do BTG a Mitre reportou resultados ligeiramente abaixo das estimativas no 3T25, com vendas líquidas de R$ 280 milhões, queda de 13% no ano e razão de vendas sobre oferta de 13%, refletindo menor giro de estoques. A desaceleração nas vendas de estoque reflete o cenário macro desafiador para o segmento de média e alta renda, salienta o banco. O BTG destaca que a empresa segue com valuation atrativo mas manteve a recomendação “neutra” devido a falta de catalisadores de curto prazo e o contexto mais fraco de demanda.

Natura (NATU3)

Natura firmou protocolo de incorporação da Avon Industrial. [1]

Ambipar (AMBP3)

Às 12h59 as ações da companhia subiam 13,8%. Mexe com as ações nesta sexta-feira a decisão favorável que a Ambipar obteve em ação judicial contra o Bradesco. De acordo com informações do Valor Econômico, o banco acusava a companhia de fraudar credores e pediu restrições ao controlador Tercio Borlenghi, mas a juíza Ana Laura Correa Rodrigues, da 3ª Vara Cível, negou o pedido e extinguiu o processo, afirmando não haver indícios de ocultação ou dissipação de bens. A Ambipar informou nesta sexta que seu controlador, Tércio Borlenghi Junior, teve participação reduzida, citando venda ‘irregular’ das ações (leia mais aqui [2]). 

BDR:

Dow (D1OW34)

O Banco B3, na qualidade de depositário e emissor do Programa de BDR Nível I Não Patrocinado da Dow Inc (D1OW34), informou nesta sexta-feira, 10, que foi aprovado em 09/10/2025 o pagamento de dividendos no valor de USD 0,350000000, que considerando a taxa de conversão (USD / R$) de 5,3538, corresponde a um valor prévio de R$ 0,316873935 por BDR. O evento será pago no dia 18/12/2025, aos titulares de BDRs em 26/11/2025. O valor informado acima já está deduzido de 30% de IR, 0,38% de IOF e 3% referente a tarifa cobrada pelo Banco B3. 

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