
Publicado às 21h02
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Notícias corporativas
Banco ABC (ABCB4) poderá recomprar até 7,5 milhões de ações [4]
O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou um novo programa de recompra de ações para fins de permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A informação foi divulgada nesta sexta-feira, 26, após o fechamento do mercado. O banco poderá recomprar até o limite de 7,5 milhões de ações preferenciais. O prazo máximo para realização das operações autorizadas será de 18 meses, tendo como termo final o dia 26 de março de 2027.
Klabin (KLBN11) recebe R$ 600 milhões após concluir operação na área imobiliária [5]
A Klabin (KLBN11) informou na noite desta sexta-feira, 26, que concluiu o fechamento da operação na área imobiliária, com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$ 600 milhões, realizado pelo investidor institucional.
Em agosto deste ano, a Klabin celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. Na época, a Klabin destacou que a operação reforça a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do Retorno sobre o Capital Investido (ROIC).
Grazziotin (CGRA4) anuncia programa de recompra de ações [6]
A Grazziotin (CGRA4) anunciou nesta sexta-feira, 26, um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 979.382 ações, sendo até 215.869 ações ordinárias representativas de 10% das ações em circulação no mercado e de até 763.513 ações preferenciais, representativas de 10% das ações em circulação no mercado. As aquisições poderão ser feitas no período de 29/09/2025 até 27/03/2026.
“A companhia fará a aquisição de ações de própria emissão com o objetivo de incrementar a geração de valor para seus acionistas, por meio da aplicação de parte dos recursos disponíveis em caixa, na aquisição das ações em bolsa de valores, a preços de mercado, para permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Grazziotin.
Fitch afirma rating da Alliança Saúde (AALR3); perspectiva é ‘positiva’ [7]
A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘A(bra)’ da Alliança Saúde (AALR3). Ao mesmo tempo, a agência manteve o rating em perspectiva “positiva”.
Segundo a agência, o rating da Alliança reflete a sua mediana escala de negócios no fragmentado e competitivo setor de medicina diagnóstica no país, bem como sua moderada diversificação geográfica e concentração de receitas em serviços de imagem. A Fitch destacou que a classificação se apoia também nos “sólidos fundamentos de demanda do setor de saúde, com elevado potencial de crescimento a longo prazo”.
A perspectiva positiva incorpora a expectativa de contínuos ganhos de escala e avanços na rentabilidade da Alliança por meio da adição de novos contratos, parcerias e aquisições, aliados à manutenção de alavancagem líquida inferior a 3,5 vezes no horizonte do rating, afirmou a agência,
A análise também considera que a Alliança terá êxito em refinanciar seus passivos de curto prazo, com base nas negociações em curso. Uma frustração nessa premissa poderia levar a uma ação de rating negativa a curto prazo.
Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures [8]
A Eletrobras (ELET3) informou nesta sexta-feira, 26, que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão.
Fundamentos
Guararapes (GUAR3): XP eleva a ação para ‘compra’ [9]
O time de analistas da XP elevou a recomendação da Guararapes (GUAR3) para “compra”. A equipe acredita que a empresa, dona da Riachuelo, estabeleceu um claro “framework” estratégico para sustentar a melhora dos resultados por meio de maior produtividade das lojas, aprimorando sua proposta de produtos e adaptando/renovando os layouts para potencializar as categorias principais; e expansão da margem bruta, impulsionada pela maior verticalização/eficiência na fábrica, menores níveis de descontos e um mix de preços mais forte.
O time de analistas observa que a varejista vem apresentando resultados em melhora por seis trimestres consecutivos, o que vê como apenas o começo de um ciclo positivo.
Em relatório também destaca que a ação está negociada a um valuation atrativo. O preço-alvo foi estendido para o final de 2026 para R$ 14.
BB Seguridade (BBSE3): BTG vê perspectivas favoráveis para 2025, mas 2026 mais desafiador [10]
O BTG Pactual destacou em relatório a reunião da gestão da BB Seguridade (BBSE3) com investidores em São Paulo. A avaliação do time de analistas do banco é que a seguradora demonstrou otimismo com 2025, ressaltando que o ambiente de juros ainda elevados deve continuar favorecendo os resultados financeiros, enquanto a performance operacional segue resiliente, mesmo com os desafios no agronegócio.
Segundo a equipe de analistas, o diretor financeiro da companhia esclareceu que a deterioração recente no crédito rural se deve mais ao endividamento excessivo dos produtores durante o boom de preços da pandemia do que a eventos climáticos. O programa governamental de R$ 12 bilhões (MP 1.314) deve ajudar o Banco do Brasil na gestão de risco, com impactos indiretos positivos para a BB Seguridade ao fomentar o volume de negócios.
No relatório, o BTG destaca que, por outro lado, 2026 tende a ser mais desafiador para a companhia, diante da provável queda da Selic e da menor diferença entre índices de inflação, que atualmente favorece a BB Seguridade.
A gestão da empresa ressaltou que há margem para mitigar a desaceleração do crédito com maior penetração de seguros ligados ao capital de giro, investimentos e financiamento de grãos.
No segmento de previdência, o aumento do IOF impactou negativamente as contribuições, mas a empresa busca reverter isso incentivando planos com pagamentos periódicos e diversificando a base de clientes.
A equipe do BTG salienta que, apesar da pressão recente, a empresa reforçou sua visão positiva de longo prazo, com espaço relevante para ganho de penetração no seguro rural e potencial de recuperação do fluxo de caixa dos produtores com a normalização climática.
O time do banco vê a seguradora com valuation seja atrativo (P/L para 2025 de 7,4x e yield de 12%). Mas reiterou a recomendação “neutra”, citando a ausência de gatilhos relevantes no curto prazo, como a renovação do contrato de distribuição com o Banco do Brasil, ainda sem negociações em andamento.