
Publicado às 21h20 – atualizado às 22h
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Notícias corporativas
S&P eleva rating da Vale (VALE3); perspectiva ‘estável’ [4]
A agência de classificação de risco S&P, uma das principais do mundo, elevou nesta terça-feira, 16, o rating da mineradora Vale (VALE3) de “BBB-” para “BBB”. A perspectiva é “estável”.
Em relatório, a agência menciona que a Vale retirou sua última barragem da lista de classificadas como nível 3 de risco de emergência em agosto de 2025 e “aprimorou consideravelmente sua supervisão e controles de risco nos últimos anos”.
A S&P ressalta que a Vale manteve a alavancagem controlada e um balanço patrimonial forte, apesar dos preços gerais mais fracos, e alinhou seus planos de investimento e remuneração aos acionistas com as condições de mercado.
A perspectiva “estável” reflete a visão da agência de que a Vale “manterá a alavancagem sob controle e manterá forte liquidez, ajustando pagamentos de dividendos, investimentos em capital e recompras de ações, se necessário”.
Allos (ALOS3) cancela 38,7 milhões de ações em em tesouraria [5]
O conselho de administração da Allos (ALOS3) aprovou o cancelamento de parte das ações mantidas em tesouraria no montante total de 38.745.962 ações ordinárias, sem redução do valor do capital social, correspondente a 7,1% do total atual de ações. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 26.
Desde 2023, a companhia aprovou quatro programas de recompras de ações, totalizando, até o momento, a aquisição de 68.460.900 ações. Considerando o cancelamento aprovado nesta terça-feira, desde o início do primeiro programa de recompra, foram canceladas 69.745.962 ações, que correspondem a 12,2% do total de ações em 2023.
A Allos reforçou que o programa de recompra de ações aprovado em 28 de janeiro de 2025 continua vigente.
A companhia também divulgou que recebeu carta de renúncia de Luiz Alves Paes de Barros ao cargo de membro efetivo de seu conselho de administração. O colegiado nomeou Christovam Galdi Mestieri como membro efetivo, com mandato até a primeira Assembleia Geral a ser realizada.
JHSF (JHSF3) celebra acordo para estruturação de veículo de investimento
A JHSF Participações (JHSF3) celebrou nesta terça-feira, 16, acordo vinculante, em regime de garantia firme, para a estruturação de um veículo de investimento em constituição no montante de aproximadamente R$ 4,6 bilhões. O veículo terá como política de investimento a compra e venda de estoques, lotes e produtos imobiliários da companhia, prontos e em desenvolvimento, nos complexos Cidade Jardim e Boa Vista, dentre outros da JHSF, sendo eles: Boa Vista Estates; Boa Vista Village; Reserva Cidade Jardim, São Paulo Surf Club Residences (fase 1); e Fazenda Santa Helena (fase 1).
“A JHSF, considerando sua consolidada expertise no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários únicos de alta renda, seguirá à frente do desenvolvimento de todos os projetos envolvidos na transação, seguindo o compromisso com a qualidade e a excelência que fazem parte do DNA da companhia”, explicou em fato relevante a JHSF.
A companhia ressaltou que a transação constitui um marco relevante para si e para o mercado de capitais brasileiro, ao viabilizar, de forma pioneira, estratégias avançadas alinhadas às praticadas em mercados internacionais maduros.
“A conclusão da transação trará para a JHSF uma estrutura de capital ainda mais dinâmica e moderna, na qual os projetos de incorporação imobiliária atuais e futuros, desenvolvidos e geridos pela companhia, poderão ser conduzidos conjuntamente com capital de investidores, por meio de veículos específicos, permitindo para a empresa equilíbrio e eficiência de seu capital entre os segmentos de Renda Recorrente e Incorporação. Esse movimento permitirá ao mercado uma visão mais precisa do valor intrínseco e do potencial de geração de valor da JHSF”, explicou a companhia.
Goldman Sachs atinge participação de 5,04% na Copasa (CSMG3) [6]
O Goldman Sachs informou que em 15 de setembro foram realizadas operações que resultaram em uma posição de derivativos com liquidação física equivalente a 19.146.747 ações, equivalente a 5,04% das ações da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3). A informação foi divulgada pela companhia mineira nesta terça-feira, 16. “Este é um investimento minoritário que não envolve mudança na composição do controle acionário ou na alteração da estrutura administrativa da companhia”, afirmou o Goldman Sachs.
Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) divulga produção de agosto [7]
A Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) apresentou nesta terça-feira, 16, os dados de produção e entrega referentes ao mês de agosto de 2025. A petroleira encerrou o mês de agosto de 2025 com uma produção média diária de 258 barris de óleo equivalente por dia (boe/d), um aumento de 20,7% em relação a julho (214 boe/d). No detalhamento por participação societária da ATE nos ativos, a produção atribuída à companhia foi de 149 boe/d. O Polo Barrinha teve a maior contribuição, seguido por Porto Carão e Phoenix-Potiguar. A produção de gás natural somou 23 boe/d, com leve recuo na comparação com julho (24 boe/d).
Romi (ROMI3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital [8]
O conselho de administração da Romi (ROMI3) aprovou nesta terça-feira, 16, a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 16.770.734,46. O valor bruto por ação é R$ 0,18 (o valor líquido é R$ 0,153 por ação). A data de corte para ter direito é 22 de setembro de 2025. A partir de 23 de setembro as ações da companhia serão negociadas “ex-juros”. Esses JCP serão pagos em 10 de abril de 2026.
Vulcabras (VULC3) tem data de corte para dividendo [9]
A ‘data com’ (data de corte) para ter direito a 3° parcela do dividendo intermediário da Vulcabras anunciado em 6 de maio, é nesta quarta-feira, 17. A partir de quinta-feira,18, as ações serão negociadas ex-dividendo. Essa terceira parcela será paga em 01º/10/2025 no valor de R$ 0,125 por ação.