
Publicado às 9h32 – atualizado às 10h07
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Ibovespa futuro
O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) abriu em alta nesta segunda-feira, 29. Às 10h06 subia 1,17% aos 148.065 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.
Dólar
Às 10h04 o dólar comercial tinha queda de 0,11% cotado a R$ 5,332 na venda.
Petróleo e minério
Às 9h20 o preço do barril de petróleo Brent caía 1,7% (US$ 68,02). O Brent é referência para a Petrobras. Mais cedo, nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,57% a 784 iuanes (US$ 109,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.
Futuros de ações em Nova York
Às 9h21 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,35% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,49%. Nasdaq futuro subia 0,63%.
Notícias em destaque nesta manhã:
Isa Energia (ISAE4) anuncia o pagamento de R$ 444,7 milhões em JCP [4]
O conselho de administração da Isa Energia (ISAE4, ISAE3) aprovou o crédito e pagamento aos acionistas de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor total de R$ 444.744.253,55 correspondente a R$ 0,674997 por ação de ambas as espécies, sujeito à retenção do Imposto de Renda na Fonte à alíquota de 15%. A informação foi divulgada nesta segunda-feira, 29. O JCP líquido do imposto de renda na fonte será creditado em três pagamentos. A primeira parcela tem ‘data com’ em 30-out-25 (data ex-direito em 31-out-25). A data de pagamento será em 28-nov-25 no valor líquido de R$ 0,191249. A segunda parcela tem ‘data com’ em 24-nov-25 (data ex-direito em 25-nov-25). A data de pagamento será em 12-dez-25 no valor líquido de R$ 0,191249. A terceira parcela tem ‘data com’ em 17-dez-25 (data ex-direito em 18-dez-25). A data de pagamento será em 30-dez-25 no valor líquido de R$ 0,191249.
Governo de SP e ViaQuatro, controlada da Motiva (MOTV3), investirão R$ 4 bi para extensão da Linha 4-Amarela de metrô [5]
O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Parcerias em Investimentos (SPI), e a concessionária ViaQuatro, controlada da Motiva (MOTV3), responsável pela operação da Linha 4-Amarela do Metrô São Paulo, celebraram o Termo Aditivo nº 10 ao contrato de concessão, que garante os recursos para as obras de expansão da linha até o município de Taboão da Serra. O investimento total para implantação da extensão será de R$ 4,04 bilhões, com geração de mais de 3,7 mil empregos.
O valor inclui toda a parte de obra civil nos 3,3 km de via que irão conectar a estação Vila Sônia às futuras estações Chácara do Jockey e Taboão da Serra.
O projeto também prevê a construção de uma subestação de energia, implantação de sistemas operacionais e a compra de seis novos trens. A previsão de conclusão é de 48 a 64 meses.
A nova ligação terá integração com transporte coletivo nos terminais de ônibus existentes, como Vila Sônia, São Paulo-Morumbi, Butantã e o Terminal Taboão da Serra, além de acessos na Av. Monsenhor Manfredo Leite e Corredor Av. Prof. Francisco Morato. A extensão deve incluir mais de 50 mil novos passageiros por dia no transporte público por trilhos.
A prorrogação antecipada do contrato de concessão representa um marco na expansão do metrô de São Paulo, alinhando investimentos em mobilidade a mecanismos modernos de financiamento e gestão de riscos, com transparência e controle social reforçados pelas diretrizes internacionais do Banco Mundial.
O Termo Aditivo assinado formaliza a prorrogação da concessão, em contrapartida aos novos investimentos para expansão da linha metroviária, incluindo o aporte de recursos por meio de recursos do Estado e de financiamento com o Banco Mundial, totalizando aproximadamente R$ 3 bilhões.
Os recursos serão destinados ao pagamento de despesas, como: obras civis, sistemas, obras subterrâneas e trens. A contratação seguirá diretrizes internacionais de anticorrupção, aquisições e reassentamento, alinhadas às normas do Banco.
Já a concessionária ViaQuatro investirá cerca de R$ 1 bilhão no projeto. Devido ao volume de investimento, o aditivo estende o prazo de concessão em 20 anos. A Agência Reguladora de Transportes do Estado (Artesp) será responsável pela fiscalização e o acompanhamento de cada etapa da obra.
Notícias corporativas do fim de semana:
Simpar (SIMH3) nega informação de ‘megacapitalização promovida pelo BTG’ [6]
A Simpar (SIMH3) negou neste domingo, 28, a informação divulgada pelo jornal O Globo sobre uma suposta megacapitalização promovida pelo BTG Pactual na holding.
“O grupo está focado na extração de valor da sólida base de ativos construída ao longo de sua história, refletindo em aumento da geração de caixa fruto da expansão de rentabilidade e redução do volume de investimentos, e fortalecimento de sua estrutura de capital”, afirmou a Simpar em um comunicado divulgado ao mercado na tarde deste domingo. A companhia reiterou que todas as suas decisões estratégicas são pautadas pela transparência e pelo compromisso com seus acionistas, colaboradores, clientes e parceiros.
Mais cedo, o blog de Lauro Jardim divulgou que, depois de “engolir a Cosan”, o BTG Pactual prepara uma nova investida. Segundo o blog, o banco vai promover uma “megacapitalização” na holding Simpar, que é dona da JLS e Movida, entre outras companhias.
Atenção investidor: Itaúsa realiza o ‘Panorama Itaúsa’ na terça, 30 [7]
A Itaúsa (ITSA4) vai realizar o tradicional evento “Panorama Itaúsa” na terça-feira, 30 de setembro, a partir das 10h. Para se inscrever acesse aqui [8]a página do evento. O Panorama Itaúsa é realizado anualmente para acionistas e investidores. Entre os participantes estará Alfredo Setubal, CEO e DRI Itaúsa. A holding tem entre suas investidas o Itaú Unibanco, Alpargatas, Motiva, Dexco, Aegea, Copa Energia e NTS.
Banco ABC (ABCB4) poderá recomprar até 7,5 milhões de ações [9]
O conselho de administração do Banco ABC Brasil (ABCB4) aprovou um novo programa de recompra de ações para fins de permanência em tesouraria e posterior alienação ou cancelamento, sem redução do capital social. A informação foi divulgada na sexta-feira, 26, após o fechamento do mercado. O banco poderá recomprar até o limite de 7,5 milhões de ações preferenciais. O prazo máximo para realização das operações autorizadas será de 18 meses, tendo como termo final o dia 26 de março de 2027.
Klabin (KLBN11) recebe R$ 600 milhões após concluir operação na área imobiliária [10]
A Klabin (KLBN11) concluiu o fechamento da operação na área imobiliária, com o recebimento de aporte em caixa no valor de R$ 600 milhões, realizado pelo investidor institucional.
Em agosto deste ano, a Klabin celebrou memorando de entendimentos com investidor institucional para o investimento em duas sociedades de propósito específico (SPEs), que serão controladas pela Klabin e terão como objetivo principal a exploração de atividade imobiliária, incluindo arrendamento de terras, primordialmente nos estados do Paraná e Santa Catarina. Na época, a Klabin destacou que a operação reforça a disciplina na alocação de capital, redução da alavancagem e otimização do Retorno sobre o Capital Investido (ROIC).
Grazziotin (CGRA4) anuncia programa de recompra de ações [11]
A Grazziotin (CGRA4) anunciou um programa de recompra de ações. A companhia poderá adquirir até 979.382 ações, sendo até 215.869 ações ordinárias representativas de 10% das ações em circulação no mercado e de até 763.513 ações preferenciais, representativas de 10% das ações em circulação no mercado. As aquisições poderão ser feitas no período de 29/09/2025 até 27/03/2026.
“A companhia fará a aquisição de ações de própria emissão com o objetivo de incrementar a geração de valor para seus acionistas, por meio da aplicação de parte dos recursos disponíveis em caixa, na aquisição das ações em bolsa de valores, a preços de mercado, para permanência em tesouraria, cancelamento ou posterior alienação das ações no mercado, sem redução do capital social”, afirmou a Grazziotin.
Fitch afirma rating da Alliança Saúde (AALR3); perspectiva é ‘positiva’ [12]
A agência de classificação de risco Fitch afirmou o Rating Nacional de Longo Prazo ‘A(bra)’ da Alliança Saúde (AALR3). Ao mesmo tempo, a agência manteve o rating em perspectiva “positiva”.
Segundo a agência, o rating da Alliança reflete a sua mediana escala de negócios no fragmentado e competitivo setor de medicina diagnóstica no país, bem como sua moderada diversificação geográfica e concentração de receitas em serviços de imagem. A Fitch destacou que a classificação se apoia também nos “sólidos fundamentos de demanda do setor de saúde, com elevado potencial de crescimento a longo prazo”.
A perspectiva positiva incorpora a expectativa de contínuos ganhos de escala e avanços na rentabilidade da Alliança por meio da adição de novos contratos, parcerias e aquisições, aliados à manutenção de alavancagem líquida inferior a 3,5 vezes no horizonte do rating, afirmou a agência,
A análise também considera que a Alliança terá êxito em refinanciar seus passivos de curto prazo, com base nas negociações em curso. Uma frustração nessa premissa poderia levar a uma ação de rating negativa a curto prazo.
Eletrobras (ELET3): conselho aprova realização, pela Eletronorte, da 8ª emissão de debêntures [13]
A Eletrobras (ELET3) informou que seu conselho de administração aprovou a realização, pela controlada Centrais Elétricas do Norte do Brasil (Eletronorte), da sua 8ª emissão de debêntures simples, não conversíveis em ações, no valor total de R$ 700 milhões, com vencimento em 15 de setembro 2035. As debêntures serão emitidas no âmbito do Programa Eco Invest Brasil. A oferta destina-se a investidores profissionais. A Eletrobras assumirá o compromisso de fiadora e principal pagadora da emissão.
Embraer avança em estudos com SAF após aquisição do biocombustível da Vibra [14]
A Embraer (NYSE: ERJ/B3: EMBR3) vai acelerar os estudos para que suas aeronaves possam voar com combustível de aviação sustentável (SAF, na sigla em inglês) inteiramente de origem renovável, sem mistura com combustíveis fósseis. O avanço tem relação com a primeira aquisição de um lote 100% SAF pela companhia no Brasil, viabilizada pela Vibra, maior distribuidora de combustíveis e uma das maiores empresas de energia do Brasil. Com a amostra, serão intensificados os testes em torno da reação de diferentes materiais presentes nos aviões durante o contato prolongado com o biocombustível.
“O acesso ao SAF no Brasil garante maior dinamismo na condução dos testes, realizados na sede da Embraer. Com mais esta ação, ficamos mais próximos da meta de ter nossas aeronaves aptas a operar com combustível 100% SAF até 2030”, afirma o Global Head de ESG na Embraer, André Tachard.
Apesar do grande potencial para a produção de SAF, o Brasil ainda não conta com o produto em larga escala. Por essa razão, os estudos da Embraer a respeito vinham sendo realizados apenas por meio de laboratórios nos Estados Unidos e na Europa. Além dos custos e dos processos administrativos envolvidos, havia outra dificuldade: a venda do SAF somente em grandes volumes, desproporcionais às necessidades reduzidas da rotina laboratorial.
Com a primeira aquisição desse lote no Brasil, a Embraer está testando a compatibilidade do SAF inteiramente de origem renovável com materiais não metálicos. O objetivo é observar o comportamento deles quando em contato direto com o biocombustível de maneira persistente, considerando especificidades dos tanques de asa nos jatos comerciais, executivos e militares. Os resultados vão contribuir com a discussão pública sobre aspectos técnicos importantes para todo o segmento de aviação.
“Parcerias como a que temos com a Embraer são fundamentais para acelerar a transição energética na aviação. Ao viabilizar o acesso ao SAF no Brasil, estamos não apenas contribuindo com os estudos técnicos de uma das maiores fabricantes de aeronaves do mundo, mas também fomentando o desenvolvimento de um mercado estratégico para a descarbonização do setor”, afirma Marcelo Bragança, vice-presidente de Operações da Vibra.
O biocombustível que está em teste na Embraer foi importado da Bélgica e está disponível na base localizada no aeroporto Tom Jobim (GIG), no Rio de Janeiro. O local recebeu a certificação ISCC (International Sustainability & Carbon Certification) EU e CORSIA, que garante o rastreio da sustentabilidade de toda a cadeia de fornecimento do produto, incluindo a distribuição por meio da BR Aviation, unidade de negócios da Vibra para serviços de abastecimento de aeronaves.
O SAF tem potencial para reduzir as emissões de carbono na indústria aeroespacial em até 80% em comparação ao combustível tradicional. Atualmente, todas as aeronaves da Embraer estão aptas a operar com uma mistura de até 50% desse combustível. Nos últimos anos, a companhia avançou nos estudos para que seus aviões possam voar com 100% de SAF, visando à meta de obter a certificação para tanto até 2030.
Estudo de ações da Bolsa
Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Eqtl3, Prio3, Fiqe3 e de Aure3. Acesse o vídeo aqui [15].
Pagam provento ou têm ‘data com’ nesta segunda, 29:
Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta segunda-feira, 29. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.
Banrisul (BRSR6) [16]
O Banrisul paga nesta segunda-feira, 29, juros sobre o capital (JCP) anunciados em 9 de setembro no valor valor líquido de R$ 0,22 por ação ON, R$ 0,22 por ação PNA e R$ 0,22 por ação PNB, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%. Serão beneficiados acionistas inscritos nos registros da Sociedade na data de 12 de setembro de 2025. As ações passaram a ser negociadas “ex-direito” aos JCP em 15 de setembro.
Banco Bradesco (BBDC4) [17]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP do Bradesco anunciados em 18 de setembro, é nesta segunda-feira, 29. As ações passam a ser negociadas “ex-direito” a partir de 30 de setembro. O pagamento ocorrerá até 30 de abril de 2026 pelo valor líquido de R$ 0,22 por ação ordinária e R$ 0,25 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.
Cemig (CMIG4) [18]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Cemig anunciados em 23 de setembro, é nesta segunda-feira, 29. As ações serão negociadas “ex-direitos” a partir de 30 de setembro. O valor bruto soma R$ 604.737.000,00. O valor bruto por ação é R$ 0,21139610230. O pagamento será em duas parcelas iguais, sendo a primeira até 30-06-2026 e a segunda até 30-12-2026.
BRF [19]
A BRF paga nesta segunda-feira, 29, o montante bruto total de R$ 3.321.464.325,13 a título de dividendos e juros sobre o capital, sendo R$ 2.921.464.325,13 a título de dividendos e R$ 400 milhões a título de JCP, que correspondem a R$ 1,83486883675 a título de dividendos por ação e R$ 0,25 a título de JCP bruto por ação de emissão da companhia. Esse provento foi anunciado em 8 de setembro, antes da fusão com a Marfrig. Tem direito ao recebimento acionistas registrados como tal em 18 de setembro de 2025 (data de corte).