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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

 

 

 

Publicado às 9h45 – atualizado às 10h29

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Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) virou para alta. Às 10h29 desta quarta-feira, 17, subia 0,38% aos 146.025 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. 

No radar do mercado nesta quarta-feira está a decisão sobre os juros nos Estados Unidos. O comunicado do Fomc, comitê do Banco Central americano que decide sobre as taxas, será divulgado às 15h e pode trazer volatilidade adicional a ativos de risco como ações. A expectativa é de retomada da redução dos juros devido à fraqueza do mercado de trabalho. Ainda nesta quarta agentes financeiros acompanham com atenção a entrevista coletiva do presidente do BC americano, Jerome Powell, às 15h30. A grande questão agora é se haverá sinalizações de mais cortes nas taxas para as duas reuniões restantes de 2025.

Também hoje o Banco Central do Brasil decide sobre a Selic. O comunicado será divulgado após às 18h30. O mercado aposta na manutenção da Selic em 15% ao ano. Analistas e investidores vão se concentrar no tom do comunicado. Uma sinalização mais dura (hawkish) pode impactar negativamente ações sensíveis aos juros altos como as de companhias do setor de varejo. De acordo com analistas, caso o tom seja mais suave (dovish), tende a provocar valorização de ativos de risco, principalmente ações do setor de construção, varejo e tecnologia.

Dólar

Às 10h28 o dólar comercial subia 0,08% cotado a R$ 5,303 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h40 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,42% (US$ 68,1). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,12% a 804,5 iuanes (US$ 113,08). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Notícias corporativas desta manhã:

Embraer: Portugal assina aditamento ao contrato existente para a aquisição da 6° aeronave KC-390 e a inclusão de dez novas opções de compra

A Embraer (NYSE: ERJ/ B3: EMBR3) e o Estado Português assinaram nesta quarta-feira, 17, o aditamento ao atual contrato para a aquisição da sexta aeronave KC-390 Millennium e a inclusão dez novas opções de compra para potenciais aquisições por parte de futuras nações parceiras. O acordo faz parte do processo de modernização das capacidades da Força Aérea Portuguesa, com o objetivo de apoiar as operações das Forças Armadas e aumentar a prontidão em missões de interesse público. 

“A assinatura deste contrato, o primeiro do tipo feito por um operador, demonstra o reconhecimento da qualidade, eficiência operacional e capacidade multimissão da nossa aeronave”, afirma Bosco da Costa Júnior, presidente e CEO da Embraer Defesa & Segurança.

Até o momento, a aeronave já foi escolhida por 11 Forças Aéreas em todo o mundo, incluindo oito países europeus e sete membros da Otan. 

Syn (SYNE3) informa que redução de capital se tornou efetiva; acionistas receberão R$ 2,16 por ação

A Syn (SYNE3) divulgou nesta quarta-feira, 17, que se encerrou o prazo legal de 60 dias para oposição de credores à redução do capital social da companhia.

“Tendo em vista que não houve qualquer manifestação de credores contrários à redução de capital, a companhia informa que a redução de capital se tornou efetiva”, divulgou a empresa em um fato relevante.

O valor da redução é de R$ 330 milhões e ocorre sem o cancelamento de ações.

Acionistas titulares de ações de emissão da Syn nesta quarta-feira, 17 de setembro de 2025 (data de corte) terão direito ao recebimento da restituição de capital. As ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-direitos da redução de capital a partir de quinta-feira, 18 de setembro. Acionistas da companhia na data de corte terão direito a receber o valor de R$ 2,1618867296481000 por ação e o pagamento será realizado no dia 30 de setembro de 2025.

Cogna (COGN3) lança oferta de aquisição para fechar o capital da Vasta

A Cogna (COGN3) iniciou nesta quarta-feira, 17, a oferta de aquisição (tender offer) para aquisição de até a totalidade das ações ordinárias classe A em circulação emitidas por sua controlada Vasta Platform Limited, listada e negociada na Nasdaq.

A tender offer foi aprovada pelo conselho de administração da Cogna e será registrada perante a U.S. Securities and Exchange Commission (SEC) em conformidade com os procedimentos previstos no “Offer to Purchase” e na regulamentação norte-americana. A Cogna, nesta data, é titular da totalidade das ações ordinárias classe B emitidas pela Vasta, isto é, de 64.436.093 ações ordinárias classe B, representativas de, aproximadamente, 97,6% do capital social da Vasta. A tender offer está sendo realizada a um preço de aquisição de US$ 5,00 por ação e englobará um montante de até 15.970.992 ações ordinárias classe A, representando um preço de aquisição total de até US$ 79.854.960,00.

Caso a oferta seja bem-sucedida, a Vasta deixará de ser registrada perante a SEC e de ter suas ações negociadas na Nasdaq.

Notícias da noite de terça:

S&P eleva rating da Vale (VALE3); perspectiva ‘estável’ [4]

A agência de classificação de risco S&P, uma das principais do mundo, elevou nesta terça-feira, 16, o rating da mineradora Vale (VALE3) de “BBB-” para “BBB”. A perspectiva é “estável”.

Em relatório, a agência menciona que a Vale retirou sua última barragem da lista de classificadas como nível 3 de risco de emergência em agosto de 2025 e “aprimorou consideravelmente sua supervisão e controles de risco nos últimos anos”.

A S&P ressalta que a Vale manteve a alavancagem controlada e um balanço patrimonial forte, apesar dos preços gerais mais fracos, e alinhou seus planos de investimento e remuneração aos acionistas com as condições de mercado.

A perspectiva “estável” reflete a visão da agência de que a Vale “manterá a alavancagem sob controle e manterá forte liquidez, ajustando pagamentos de dividendos, investimentos em capital e recompras de ações, se necessário”.

Allos (ALOS3) cancela 38,7 milhões de ações em em tesouraria [5]

O conselho de administração da Allos (ALOS3) aprovou o cancelamento de parte das ações mantidas em tesouraria no montante total de 38.745.962 ações ordinárias, sem redução do valor do capital social, correspondente a 7,1% do total atual de ações. A informação foi divulgada nesta terça-feira, 26.

Desde 2023, a companhia aprovou quatro programas de recompras de ações, totalizando, até o momento, a aquisição de 68.460.900 ações. Considerando o cancelamento aprovado nesta terça-feira, desde o início do primeiro programa de recompra, foram canceladas 69.745.962 ações, que correspondem a 12,2% do total de ações em 2023.

A Allos reforçou que o programa de recompra de ações aprovado em 28 de janeiro de 2025 continua vigente.

A companhia também divulgou que recebeu carta de renúncia de Luiz Alves Paes de Barros ao cargo de membro efetivo de seu conselho de administração. O colegiado nomeou Christovam Galdi Mestieri como membro efetivo, com mandato até a primeira Assembleia Geral a ser realizada.

JHSF (JHSF3) celebra acordo para estruturação de veículo de investimento

A JHSF Participações (JHSF3) celebrou nesta terça-feira, 16, acordo vinculante, em regime de garantia firme, para a estruturação de um veículo de investimento em constituição no montante de aproximadamente R$ 4,6 bilhões. O veículo terá como política de investimento a compra e venda de estoques, lotes e produtos imobiliários da companhia, prontos e em desenvolvimento, nos complexos Cidade Jardim e Boa Vista, dentre outros da JHSF, sendo eles: Boa Vista Estates; Boa Vista Village; Reserva Cidade Jardim, São Paulo Surf Club Residences (fase 1); e Fazenda Santa Helena (fase 1).

“A JHSF, considerando sua consolidada expertise no desenvolvimento de empreendimentos imobiliários únicos de alta renda, seguirá à frente do desenvolvimento de todos os projetos envolvidos na transação, seguindo o compromisso com a qualidade e a excelência que fazem parte do DNA da companhia”, explicou em fato relevante a JHSF.

A companhia ressaltou que a transação constitui um marco relevante para si e para o mercado de capitais brasileiro, ao viabilizar, de forma pioneira, estratégias avançadas alinhadas às praticadas em mercados internacionais maduros.

“A conclusão da transação trará para a JHSF uma estrutura de capital ainda mais dinâmica e moderna, na qual os projetos de incorporação imobiliária atuais e futuros, desenvolvidos e geridos pela companhia, poderão ser conduzidos conjuntamente com capital de investidores, por meio de veículos específicos, permitindo para a empresa equilíbrio e eficiência de seu capital entre os segmentos de Renda Recorrente e Incorporação. Esse movimento permitirá ao mercado uma visão mais precisa do valor intrínseco e do potencial de geração de valor da JHSF”, explicou a companhia.

Goldman Sachs atinge participação de 5,04% na Copasa (CSMG3) [6]

O Goldman Sachs informou que em 15 de setembro foram realizadas operações que resultaram em uma posição de derivativos com liquidação física equivalente a 19.146.747 ações, equivalente a 5,04% das ações da Companhia de Saneamento de Minas Gerais – Copasa (CSMG3). A informação foi divulgada pela companhia mineira nesta terça-feira, 16. “Este é um investimento minoritário que não envolve mudança na composição do controle acionário ou na alteração da estrutura administrativa da companhia”, afirmou o Goldman Sachs.

Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) divulga produção de agosto [7]

A Azevedo & Travassos Energia (AZTE3) apresentou nesta terça-feira, 16, os dados de produção e entrega referentes ao mês de agosto de 2025. A petroleira encerrou o mês de agosto de 2025 com uma produção média diária de 258 barris de óleo equivalente por dia (boe/d), um aumento de 20,7% em relação a julho (214 boe/d). No detalhamento por participação societária da ATE nos ativos, a produção atribuída à companhia foi de 149 boe/d. O Polo Barrinha teve a maior contribuição, seguido por Porto Carão e Phoenix-Potiguar. A produção de gás natural somou 23 boe/d, com leve recuo na comparação com julho (24 boe/d).

Romi (ROMI3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital  [8]

O conselho de administração da Romi (ROMI3) aprovou nesta terça-feira, 16, a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP). O valor bruto é de R$ 16.770.734,46. O valor bruto por ação é R$ 0,18 (o valor líquido é R$ 0,153 por ação). A data de corte para ter direito é  22 de setembro de 2025. A partir de 23 de setembro as ações da companhia serão negociadas “ex-juros”. Esses JCP serão pagos em 10 de abril de 2026.

Vulcabras (VULC3) tem data de corte para dividendo  [9]

A ‘data com’ (data de corte) para ter direito a 3° parcela do dividendo intermediário da Vulcabras anunciado em 6 de maio, é nesta quarta-feira, 17. A partir de quinta-feira,18, as ações serão negociadas ex-dividendo. Essa terceira parcela será paga em 01º/10/2025 no valor de R$ 0,125 por ação.