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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

 

 

 

 

Publicado às 9h23 – atualizado às 10h13

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Dividendo de BDR: entre no canal aqui [3]

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDV25 contrato com vencimento para 15 de outubro) abriu em queda nesta quinta-feira, 11. Às 10h13 caía 0,03% aos 144.325 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 10h12 o dólar comercial caía 0,19% cotado a R$ 5,396 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h15 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,93% (US$ 66,8). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para janeiro de 2026 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,81% a 795,5 iuanes (US$ 111,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas.

Futuros de ações em Nova York

Às 9h16 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,16% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,20%. Nasdaq futuro subia 0,28%.

Notícia em destaque nesta manhã:

Iberdrola compra participação da Previ na Neoenergia (NEOE3)

A Iberdrola Energia anunciou a compra da participação de 30,29% que a Previ (Caixa de Previdência dos Funcionários do Banco do Brasil) detinha na Neoenergia (NEOE3) por R$ 11,9 bilhões, que corresponde a R$ 32,5 por ação. A Iberdrola Energia é a acionista controladora da Neoenergia.

A transação está sujeita às condições precedentes usuais para este tipo de operação, incluindo, entre outras, a obtenção de autorização da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). O fechamento está previsto para o quarto trimestre de 2025.

Após a consumação da operação, o grupo Iberdrola deterá aproximadamente 83,8% do capital social da Neoenergia e o acordo de acionistas celebrado entre a Iberdrola Energía e a Previ em 7 de junho de 2017 será extinto.

Notícias corporativas da noite de quarta-feira:

Caixa Seguridade (CXSE3): conselho destitui diretor-presidente da companhia  [4]

O conselho de administração da Caixa Seguridade (CXSE3) decidiu pela destituição de Felipe de Vasconcelos Soares Montenegro Mattos do cargo de diretor-presidente da companhia.

O conselho de administração decidiu que, até que seja recepcionada indicação para o referido cargo, realizados os trâmites de elegibilidade e governança, com a eleição de um novo diretor-presidente, Edgar Vieira Soares, diretor de finanças e relações com investidores da companhia, ocupará interina e cumulativamente o cargo de diretor-presidente.

“Ao Sr. Felipe de Vasconcelos Soares Montenegro Mattos, a companhia registra seu reconhecimento e agradecimento pelo excelente trabalho desempenhado em etapa muito importante de sua história, desejando-lhe sucesso no próximo desafio”, afirmou a Caixa Seguridade em um fato relevante.

Banco BTG esclarece notícia na imprensa  [5]

O Banco BTG Pactual (BPAC11) prestou esclarecimentos na noite desta quarta-feira, 10, sobre uma informação divulgada no jornal O Globo em 9 de setembro. O jornal reportou que cresceu a aposta de que o banqueiro André Esteves, do BTG Pactual, pode ter participação importante na Cosan, conglomerado que atua nos setores de agronegócio, energia, óleo e gás, e logística, e vem vendendo ativos e buscando sócios.

Em um comunicado, o BTG afirma que “não está diretamente envolvido em qualquer negociação envolvendo a transação mencionada na referida notícia e, por essa razão, entende que não houve motivo que configurasse fato relevante, nos termos da regulamentação vigente”.

A Comissão de Valores Mobiliários foi que pediu o esclarecimento.

No último fim de semana, o colunista do Globo, Lauro Jardim, publicou que, pelo apetite que Esteves vem demonstrando nas negociações para comprar uma fatia da Cosan, se o negócio de fato for fechado, ele pode sair como cocontrolador do grupo.

Alpargatas (ALPA4): assembleia aprova redução de capital com restituição aos acionistas [6]

Acionistas da Alpargatas (ALPA4) reunidos em assembleia geral extraordinária (AGE) realizada na quarta-feira, 10, aprovaram a redução do capital social da companhia, no valor de R$ 850 milhões, sem o cancelamento de ações e com restituição de valores aos acionistas, permanecendo inalterada a quantidade total de ações, bem como o percentual de participação dos acionistas no capital social da companhia.

Segundo informou a companhia, a redução de capital somente se tornará eficaz após o transcurso do prazo de 60 dias para oposição de credores, contado da data da publicação da ata da AGE que ocorrerá em 12 de setembro de 2025. O prazo de oposição de credores se encerrará em 11 de novembro de 2025. Com a efetivação da redução de capital, o capital social da companhia passará dos atuais R$ 3.938.257.381,33 para R$ 3.088.257.381,33.

“A redução de capital é uma medida compatível com a maior confiança na retomada consistente da capacidade da operação de gerar caixa e produzir resultados e, também, na maior disciplina financeira e de alocação de capital”, destacou a companhia.

Terão direito à restituição de capital acionistas que sejam titulares de ações da Alpargatas na data-base correspondente ao quinto dia útil subsequente ao encerramento do prazo de oposição de credores (18 de novembro de 2025). A partir do dia seguinte, 19 de novembro de 2025, as ações de emissão da companhia passarão a ser negociadas ex-direitos à restituição de capital.

A redução de capital será efetivada mediante restituição aos acionistas, em moeda corrente nacional, do valor de R$ 1,2540188038526 por ação, ordinária ou preferencial, já desconsideradas as ações mantidas em tesouraria nesta data, podendo esse valor ser ajustado, e oportunamente informado aos acionistas, para refletir a base acionária, a saber, a quantidade de ações em tesouraria a ser verificada na data de corte.

O valor a ser restituído aos acionistas será pago até o dia 10 de dezembro de 2025.

Light (LIGT3) obtém decisão favorável do Carf [7]

A Light (LIGT3; ADR I: LGSXY), companhia em recuperação judicial, divulgou que foi proferida decisão favorável por ampla maioria na Câmara Superior de Recursos Fiscais, instância máxima administrativa do Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf) para anular as autuações objeto de processos administrativos que questionam a dedutibilidade das perdas não técnicas (furtos de energia) da base de cálculo do Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e da Contribuição Social (CSLL) no período de 2016-2017, no montante de R$ 2,4 bilhões.

Em um comunicado, a Light afirma que a decisão estabelece um “marco relevante para o setor e contribui para a estratégia de endereçamento das contingências e a trajetória de redução de incertezas no contencioso fiscal, em linha com o compromisso da Light e suas controladas com disciplina jurídica e financeira”.

Oncoclínicas (ONCO3) confirma recebimento de carta da Starboard para potencial reestruturação  [8]

Em um fato relevante enviado ao mercado na noite de quarta-feira, 10, a Oncoclínicas (ONCO3) confirmou que recebeu uma carta da Starboard Asset manifestando interesse em uma potencial transação para reestruturação financeira da companhia. O site Neofeed havia divulgado essa informação mais cedo.

A Starboard informou na carta que está pronta para adquirir créditos de terceiros detidos contra a Oncoclínicas até o limite de R$ 1,7 bilhão em valor nominal, pelo preço equivalente a 50% do respectivo valor nominal dos créditos, e condicionado à aquisição de um valor mínimo de R$ 1,5 bilhão em créditos de terceiros. Os créditos deverão então ser capitalizados em um aumento de capital da companhia, no qual a Oncoclínicas também outorgará aos subscritores dois bônus de subscrição para cada nova ação subscrita. Adicionalmente ao aumento de capital com créditos, a Starboard também propõe a realização de aumento de capital com a emissão de novas ações a serem integralizadas em moeda corrente nacional, e informa que se comprometeria a subscrever e integralizar até R$ 200 milhões em novas ações. Pela proposta, os atuais acionistas da companhia deverão subscrever e integralizar, no mínimo, R$ 600 milhões em novas ações.

A Starboard ressaltou que a carta não “consubstancia uma proposta vinculante”.

O conselho de administração da Oncoclínicas ainda não se manifestou sobre a potencial operação.

S&P eleva ratings de crédito de emissor de longo prazo e de emissão atribuídos ao IRB (IRBR3) [9]

A agência de classificação de risco S&P Global Ratings (S&P) elevou os ratings de crédito de emissor de longo prazo e de emissão atribuídos ao IRB-Brasil Resseguros (IRBR3) e as suas debêntures de ‘brAA+’ para ‘brAAA’ na Escala Nacional Brasil. A perspectiva do rating de emissor permanece “estável”.

Segundo o relatório divulgado pela S&P, a elevação do rating de crédito considera a “expectativa de capital regulatório confortavelmente acima dos montantes mínimos exigidos por conta de práticas mais conservadoras e operações mais rentáveis”.

Petrobras conclui oferta de títulos globais [10]

A Petrobras (PETR4) concluiu a oferta de títulos no mercado de capitais internacional (Global Notes), no valor de US$ 1,0 bilhão com vencimento em 2030 e US$ 1,0 bilhão com vencimento em 2036, por meio da sua subsidiária integral Petrobras Global Finance B.V. – PGF.

A operação foi precificada no dia 3 de setembro de 2025 e apresentou o menor diferencial de taxa (spread) sobre os títulos da República desde 2006 para o título com vencimento em 2036 e o menor desde 2002 para título com vencimento em 2030. Além disso, foi o menor diferencial de taxa (spread) sobre os títulos do Tesouro Norte-Americano desde 2011 para o título com vencimento em 2036 e o menor desde 2001 para título com vencimento em 2030. A demanda aproximada foi 3,4 vezes superior à oferta, com quase 190 ordens de investidores da América do Norte, Europa, Ásia e América Latina. Os recursos líquidos da venda dos títulos serão usados para fins corporativos gerais. Acesse a íntegra do comunicado da Petrobras aqui [11].

Méliuz (CASH3) adota estratégia conservadora com cash-secured put options para gerar Bitcoin Yield incremental [12]

O Méliuz (CASH3) iniciou a implementação de uma estratégia de derivativos referente à venda de opções de venda garantidas por caixa (cash-secured put options) sobre Bitcoin, com o objetivo de gerar rendimento incremental (yield) para a companhia e seus acionistas. A operação é estruturada de forma conservadora, sem alavancagem e integralmente lastreada em caixa, alinhada à política de tesouraria da companhia e inspirada em modelos de referência, como o da Metaplanet Inc.

A estrutura de operação funcionará da seguinte forma: a companhia vende contratos de opções de venda (cash-secured put options) de Bitcoin com preços de exercício previamente definidos. As operações são 100% garantidas por reservas em caixa, eliminando risco de descasamento financeiro.

Em caso de não exercício, a companhia retém os prêmios recebidos e reinveste em novas aquisições de Bitcoin. Em caso de exercício, a companhia utiliza o caixa já reservado para adquirir Bitcoin a preços potencialmente mais atrativos — estratégia alinhada a sua política de acumulação de Bitcoin de longo prazo.

O Méliuz informou que a estratégia é realizada em conjunto com parceiros estratégicos especializados em tais operações e que, atualmente, menos de 10% do caixa operacional mínimo está alocado como colateral.

A estratégia visa monetizar a volatilidade do Bitcoin com o objetivo de ampliar gradualmente as reservas de Bitcoin da companhia, preservando sua solidez financeira. Os resultados dessas operações serão divulgados de forma consolidada nas demonstrações financeiras trimestrais da companhia.

Log (LOGG3) e Camil (CAML3) pagam provento nesta quinta, 11

A Log paga nesta quinta-feira, 11, dividendo anunciado em 4 de agosto no valor de R$ 0,23 por ação ordinária. Esses dividendos serão pagos com base na posição acionária de 8 de agosto de 2025.

A Camil também paga nesta quinta-feira, 11, dividendo e JCP anunciados em 28 de agosto. Os JCP são no valor bruto de R$ 19 milhões, correspondente ao valor bruto unitário de R$ 0,05 por ação ordinária. O dividendo é no valor de R$ 6 milhões, correspondente a R$ 0,01 por ação ordinária. Terão direito ao dividendo e aos JCP acionistas detentores de ações ordinárias de emissão da companhia na data base de 3 de setembro de 2025.