
Publicado às 10h09
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A Reag Investimentos (REAG3) e a CIABRASF (CIA. BRASILEIRA DE SERVIÇOS FINANCEIROS) informaram na manhã desta quinta-feira, 28, que estão sendo cumpridos mandados de busca e apreensão em suas respectivas sedes no âmbito da Operação Carbono Oculto. “Trata-se de procedimento investigativo em curso. As companhias esclarecem que estão colaborando integralmente com as autoridades competentes, fornecendo as informações e documentos solicitados, e permanecerão à disposição para quaisquer esclarecimentos adicionais que se fizerem necessários”, afirmou a empresa em um fato relevante enviado ao mercado.
A Reag Investimentos informa em seu site que é a maior gestora independente do Brasil, com R$ 299 bilhões sob gestão. A empresa atua em asset management e wealth management.
Uma força-tarefa nacional cumpre mandados de busca, apreensão e prisão em vários estados para desarticular um esquema criminoso bilionário no setor de combustíveis, comandado por integrantes da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). A facção agia na importação irregular de produtos químicos para adulterar os combustíveis. Os investigadores identificaram mais de 300 postos de combustíveis que atuam nessas fraudes. A Receita Federal também identificou vários fundos de investimentos, que seriam controlados pelo PCC. Segundo o órgão, as operações ocorriam no coração do mercado financeiro de São Paulo, na Avenida Faria Lima, por meio de membros infiltrados.
Em seu site a Polícia Federal informa que, com apoio da Receita Federal, deflagrou nesta quinta-feira duas operações simultâneas voltadas ao combate à atuação do crime organizado na cadeia produtiva de combustíveis. As duas operações, embora distintas, têm em comum o objetivo de desarticular esquemas de lavagem de dinheiro, com grande impacto financeiro e envolvimento de organizações criminosas.
“A Operação Quasar tem como objetivo desarticular uma organização criminosa especializada em lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituições financeiras. A investigação identificou um esquema sofisticado que utilizava fundos de investimento para ocultar patrimônio de origem ilícita, com indícios de ligação com facções criminosas”, afirmou a Polícia Federal.