
Publicado às 11h06
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Ibovespa
Às 11h05 o Ibovespa tinha queda de 0,47% aos 137.259 pontos. Às 11h04 o dólar comercial subia 0,13% cotado a R$ 5,393 na venda.
Porto (PSSA3)
Às 11h04 as ações da Porto tinham valorização de 1,83%. O mercado repercute positivamente o resultado do segundo trimestre. A companhia teve lucro líquido de R$ 878 milhões, alta de 50,4% na comparação com o segundo trimestre de 2024. As receitas somaram R$ 10 bilhões, expansão de 12%. A rentabilidade sobre o patrimônio (ROAE, em inglês) consolidado subiu para 24,6%, de 18,4% há um ano.
MRV (MRVE3)
Para o BTG Pactual, a MRV reportou prejuízo líquido superior ao esperado. A avaliação é que a normalização de margens e fluxo de caixa deve levar mais 2 a 3 trimestres, mantendo resultados pressionados no curto prazo. Já a equipe da XP ressalta que a MRV apresentou resultados mistos no segundo trimestre de 2025, prejudicados pela Resia, embora as operações brasileiras tenham ganhado tração.
CVC (CVCB3)
O time de analistas do BTG escreve em relatório que, apesar da melhora operacional e de margens, as elevadas despesas financeiras seguem impedindo o resultado positivo da CVC. O banco manteve a recomendação “neutra”, diante dos desafios de desalavancagem e competição online.
Mills (MILS3)
A XP avalia que a Mills reportou resultados positivos no segundo trimestre de 2025. A equipe de analistas destaca o desempenho sólido e contínuo no segmento de Locação e desempenho positivo de margem. A Mills anunciou o pagamento de juros sobre o capital (leia mais aqui) [4].
Bradespar (BRAP4)
A Bradespar divulgou que encerrou o segundo trimestre de 2025 (2T25) com lucro líquido de R$ 450 milhões, queda de 16% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). A receita operacional somou R$ 434,8 milhões no 2T25, menor que os R$ 525,2 milhões do 2T24. A Bradespar tem sua receita operacional originada do resultado de equivalência patrimonial e juros sobre o capital próprio da mineradora Vale (VALE3).
Banco Pine (PINE4)
Às 11h04 as ações do Banco Pine saltavam 3,22%. O Pine divulgou nesta quarta-feira, 13, que encerrou o segundo trimestre de 2025 (2T25) com lucro líquido de R$ 83 milhões, alta de 13% em relação ao trimestre anterior e de 30,1% ao mesmo período de 2024. Ainda segundo o Banco, o total de recursos captados ficou em R$ 20,2 bilhões, altas de 9,1% e de 29,9% na mesma base de comparação. O retorno anualizado sobre o patrimônio (ROAE, na sigla em inglês) foi de 29% no 2T25, alta de 5,8 p.p em relação ao 2T24.
Simpar (SIMH3)
Para a equipe de analistas do BTG a Simpar apresentou resultados mistos no 2T25, com receita líquida de R$ 10,6 bilhões e Ebitda ajustado por itens não recorrentes de R$ 2,98 bilhões. O banco salienta em relatório que o mercado deve manter atenção na trajetória de desalavancagem e na eficiência operacional das unidades, especialmente após a conquista de novas concessões, como a Ponte São Borja.
WEG (WEGE3)
A WEG paga nesta quarta-feira, 13, juros sobre capital próprio (JCP) anunciados em março no valor total de R$ 338.615.456,72, correspondente ao valor líquido de R$ 0,06 por ação. Desde 24 de março em diante as ações são negociadas ex-direito a esses juros sobre capital próprio.
A WEG também paga nesta quarta-feira, 13, os JCP anunciados em junho no valor total de R$ 394,6 milhões, equivalente ao valor líquido de R$ 0,07. Desde 23 de junho em diante as ações são negociadas ex-direito a esses juros sobre capital próprio.
Ainda nesta quarta-feira, 13, a WEG paga também dividendos intermediários no valor total de R$ 719.353.678,59 correspondente a R$ 0,17 por ação. Desde 28 de julho em diante as ações são negociadas “ex-dividendos”.
Vittia (VITT3) [5]
A Vittia (VITT3) paga a primeira parcela de juros sobre o capital nesta quarta. Essa primeira parcela é no valor de R$ 7 milhões, e corresponde à R$ 0,04 por ação. Tem direito quem tinha ações em 18 de julho. Os papéis são negociados ex-proventos desde 21 de julho. A segunda parcela no valor de R$ 0,09 por ação ainda não tem data definida para pagamento.