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Ibovespa futuro, dólar, notícia da Vale, Unifique, Alupar e de outras companhias

 

 

 

 

 

Publicado às 9h24 – atualizado às 10h15

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Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDQ25 contrato com vencimento para 13 de agosto) abriu em queda nesta sexta-feira, 1°, mas virou para alta. Às 10h15 subia 0,91% aos 135.000 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem  sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dados do emprego nos Estados Unidos divulgados nesta manhã vieram bem abaixo do esperado. O Payroll não-agrícola em julho mostrou a geração de 73 mil vagas, abaixo da expectativa de 106 mil. Vale lembrar que o Payroll é o mais importante relatório sobre o mercado de trabalho nos Estados Unidos. É esse relatório que o Banco Central norte-americano (Federal Reserve) mais leva em conta para fins de sua política monetária.

As Bolsas na Ásia e na Europa reagem negativamente às tarifas anunciadas na noite de quinta-feira, 31, pelo presidente americano, Donald Trump. O republicano impôs a dezenas de parceiros comerciais tarifas elevadas antes do prazo final para acordos comerciais nesta sexta-feira, 1° de agosto. As tarifas variam de 10% a 41% a dezenas de países. No decreto, Trump indica que as taxas entram em vigor no dia 7 de agosto, próxima quinta-feira. Os futuros nos Estados Unidos caíam mais de 1%.

Dólar

O dólar abriu em alta mas virou para queda. Às 10h14 o dólar comercial caía 1,08% cotado a R$ 5,541 na venda.

Minério e petróleo

Às 9h15 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,38% (US$ 71,4). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,1% a 783 iuanes (US$ 108,7). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [4]

Futuros de ações em Nova York

Às 9h15 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,81% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,86%. Nasdaq futuro caía 0,98%.

Notícias corporativas desta manhã:

Marfrig (MRFG3) diz que não há interrupções nas linhas de produção nem impactos na receita e na rentabilidade [5]

A Marfrig (MRFG3) divulgou nesta sexta-feira, 1°, que o total de exportações de carne bovina e processados para os Estados Unidos das unidades do Brasil foi de 7 mil toneladas o que representa 1,40% do total de toneladas vendidas da operação América do Sul e 0,18% do total de toneladas vendidas da companhia consolidada. 

“Nossas operações no Brasil continuam operando normalmente, sem interrupções nas linhas de produção e em plena capacidade, sem impactos na receita e na rentabilidade da companhia decorrentes dos efeitos da nova política tarifária dos Estados Unidos”, afirmou a Marfrig em um comunicado. 

A companhia informa que também, que acessa o mercado dos Estados Unidos por meio de suas operações no Uruguai e Argentina e que as exportações para o país totalizaram 27 mil toneladas em 2025. 

“Em linha com a estratégia de diversificação geográfica e nosso portfólio de maior valor agregado, a Marfrig está presente no mercado norte-americano por meio da operação da National Beef”, afirmou a companhia.

AGU cobra R$ 2 bi da Vale por extração ilegal; mineradora diz que ainda que não foi citada pelo Judiciário

A Advocacia-Geral da União (AGU) ajuizou no Tribunal Regional Federal da 6ª Região (TRF6), ação contra a mineradora Vale (VALE3), cobrando R$ 2 bilhões. A AGU entende que a mineradora causou danos ao patrimônio público. O processo, conduzido pela Procuradoria Regional da União da 6ª Região, trata da exploração irregular na mina do Tamanduá, em Nova Lima (MG). A área ocupada indevidamente corresponde a aproximadamente 66,5 mil metros quadrados de terreno pertencente à União e reservado para a instalação de um mineroduto operado pela própria Vale. “Embora a empresa tenha autorização para utilizar o local com essa finalidade, a lavra mineral na região é proibida”, explica a AGU. Ainda de acordo com o órgão, análises técnicas e de imagens geoespaciais produzidas pelo Serviço Geológico do Brasil comprovaram a ocorrência de extração de minério na área, o que caracteriza uso indevido de bem público. “Como o recurso natural não pode ser devolvido à União, a única forma de reparação é o ressarcimento financeiro pelos danos causados”, afirma a AGU. A Vale informou nesta sexta-feira, 1°, que não foi citada pelo Poder Judiciário a respeito de tal ação, e que irá apresentar sua manifestação ao juízo competente em momento oportuno.

R4 vende 70% das operações para Unifique (FIQE3)

A R4 Energias Renováveis vendeu 70% de sua participação para a Unifique (FIQE3). A informação consta em um fato relevante da Unifique enviado ao mercado nesta sexta-feira, 1°. Foi celebrado um contrato de cooperação para implementação de relação societária com a Sustentys, a holding que detém a integralidade do capital das empresas R4 Energias Renováveis, R4 Engenharia e R4 Gestora de Energia, que atuam na prestação de serviços relacionados à geração e comercialização de energia desde 2017, atendendo cerca de 1.500 clientes, entre pessoas físicas e jurídicas. Com atuação geográfica sinérgica à da Unifique nos estados de Santa Catarina e Rio Grande do Sul, as empresas R4 são referência no setor de energia solar na região Sul. “A transação está alinhada à estratégia da companhia de ampliar e complementar os serviços oferecidos aos seus clientes, com o objetivo de aumentar a fidelização e a geração de valor por meio de soluções integradas em telecomunicações, tecnologia e energia elétrica. Como resultado da operação, a companhia deterá 70% de participação societária na Sustentys S.A., passando a consolidar as receitas e despesas oriundas da operação conjunta”, afirmou a Unifique. 

Alupar (ALUP11) anuncia conclusão da aquisição de Rialma IV

A Alupar (ALUP11) anunciou nesta sexta-feira, 1°, a conclusão da aquisição da totalidade das ações de emissão da Rialma Transmissora de Energia. Essa operação foi informada em janeiro deste ano. A conclusão ocorreu após as aprovações regulatórias e de terceiros, incluindo o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) e a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). O valor da operação foi de R$ 174,9 milhões. “A transação acima representa um importante marco em nossa estratégia de crescimento via fusões e aquisições envolvendo ativos operacionais e reforça o compromisso da companhia com o crescimento sustentável de seus negócios baseado na disciplina de alocação de capital e na geração de valor aos acionistas”, afirmou a Alupar. Rialma IV está em operação comercial desde junho de 2023 e compreende as linhas de transmissão Rio das Éguas – Rio Grande II, e Barreiras II – Barreiras com extensão total de 162 km, localizadas no estado da Bahia e com RAP anual de R$ 21,7 milhões (ciclo 2025-2026). A Receita Anual Permitida (RAP) é a remuneração que as transmissoras recebem pela prestação do serviço público de transmissão aos usuários.

Notícias corporativas da noite de quinta, 31:

Marcopolo (POMO4) tem lucro líquido de R$ 321,1 milhões no 2T25, alta anual [6]

A Marcopolo (POMO4) teve no segundo trimestre de 2025 (2T25) lucro líquido de R$ 321,1 milhões. Esse valor corresponde à alta de 28% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda da companhia somou R$ 398,3 milhões no 2T25, crescimento de 4,2% na base anual de comparação. A margem Ebitda caiu 2,2 pontos porcentuais (p.p.), passando de 19,5% para 17,3% entre os períodos. No 2T25 a receita operacional líquida da Marcopolo teve expansão de 17,8%, na base anual, para R$ 2,305 bilhões.

CSN Mineração (CMIN3) reporta lucro de R$ 115,8 milhões no 2T25, queda anual  [7]

A CSN Mineração (CMIN3) teve lucro líquido de R$ 115,8 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à queda de 92,3% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). Em relação ao primeiro trimestre de 2025, reverte o prejuízo de R$ 357 milhões. O Ebitda ajustado no 2T25 atingiu R$ 1,26 bilhão, queda de 21,7% na base anual de comparação. A Receita Líquida Ajustada no 2T25 totalizou R$ 3,40 bilhões, um desempenho estável quando comparado com o trimestre anterior. Porém, quando comparado com o 2T24, a receita líquida foi 2,5% superior.

CSN (CSNA3) reporta prejuízo de R$ 130,4 milhões no 2T25  [8]

A CSN (B3: CSNA3; NYSE: SID) reportou prejuízo líquido de R$ 130,4 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), redução em relação ao prejuízo de R$ 223 milhões do segundo trimestre de 2024 (2T24), e de 82,2% em relação ao prejuízo registrado no primeiro trimestre de 2025 (1T25). No 2T25, o Ebitda Ajustado somou  R$ 2,64 bilhões, leve queda de 0,1% em relação ao 2T24. A Receita Líquida totalizou R$ 10,6 bilhões no 2T25, o que representa uma queda de 1,7% quando comparado com o mesmo período de 2024.

Vale (VALE3) reporta lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 2,117 bilhões no 2T25 [9]

A Vale teve no 2º trimestre de 2025 lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 2,117 bilhões, queda de 24% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda ajustado somou US$ 3,38 bilhões, queda anual de 15%. A receita líquida atingiu US$ 8,8 bilhões, queda de 11% no ano.

“Conforme avançamos na nossa estratégia de fortalecimento do nosso portfólio flexível de produtos, estamos entregando redução de custos ao mesmo tempo em que construímos uma maior resiliência, que nos ajudará a navegar bem em qualquer cenário de mercado”, afirmou o CEO da companhia, Gustavo Pimenta.

Em apoio à estratégia de execução do programa de recompra de até 120 milhões de ações ordinárias, o conselho de administração da Vale autorizou, nesta data, o uso de um ou mais dos seguintes instrumentos financeiros relacionados a negociações de valores mobiliários da Vale: contratos de Total Return Equity Swap (TSR), Enhanced Share Repurchase (ESR) e Accelerated Share Repurchase (ASR). Os referidos instrumentos financeiros poderão ser celebrados até um volume máximo de ações de emissão da companhia que, somado ao volume de ações recompradas diretamente, respeite o volume total estabelecido para o programa de recompra de ações em vigor. “Essa iniciativa traz opcionalidades à execução do programa de recompra de ações em andamento e reitera a confiança contínua da administração nas perspectivas de negócios da Vale, enquanto evidencia o compromisso da administração com a alocação de capital disciplinada e com a criação e o compartilhamento de valor com os acionistas da companhia”, afirmou a mineradora.

Gerdau (GGBR4) reporta lucro líquido ajustado de R$ 864 milhões no 2T25 [10]

A Gerdau (GGBR4) teve lucro líquido ajustado de R$ 864 milhões no segundo trimestre (2T25), alta de 14% na comparação com o primeiro trimestre de 2025 (1T25) e queda de 8,6% na comparação com o segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda ajustado somou R$ 2,56 bilhões no 2T25, queda de 2,4% na comparação com o 2T24. A receita líquida cresceu 5,5% no ano, para R$ 17,5 bilhões.

Tenda (TEND3) anuncia o pagamento de R$ 50 milhões em dividendo [11]

A Tenda (TEND3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 50 milhões. O valor por ação é de R$ 0,407903033. Os dividendos intercalares serão pagos de acordo com as posições acionárias existentes no encerramento do pregão da B3 do dia 7 de agosto de 2025 (database) e as ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 8 de agosto. O pagamento será realizado no dia 30 de dezembro de 2025.

Gerdau (GGBR4) e Metalúrgica Gerdau (GOAU4) anunciam pagamento de dividendo [12]

Os conselhos de administração da Gerdau (GGBR4) e da Metalúrgica Gerdau (GOAU4) aprovaram o pagamento de dividendos. A Metalúrgica Gerdau vai pagar R$ 0,08 por ação ordinária e preferencial. A data-base será 11/08/2025 e o pagamento em 19/08/2025. A Gerdau vai pagar R$ 0,12 por ação ordinária e preferencial. A data-base será 11/08/2025 e o pagamento em 18/08/2025.

O conselho de administração da Gerdau, em reunião realizada nesta quinta-feira, 31, aprovou o cancelamento de 279.700 ações ordinárias (GGBR3) e de 14.101.400 ações preferenciais (GGBR4) sem redução do valor do capital social. Em decorrência deste cancelamento de ações, o capital social da Gerdau passou a ser dividido em 718.066.519 ações ordinárias e 1.295.747.330 ações preferenciais, ambas sem valor nominal. A respectiva alteração do art. 4º do Estatuto Social, para refletir a nova quantidade de ações, deverá ser deliberada em Assembleia Geral a ser convocada oportunamente.

Vale (VALE3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital próprio no valor de R$ 1,89 por ação [13]

O conselho de administração da Vale (VALE3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 1,895387417 por ação. O valor está sujeito à incidência de Imposto de Renda na Fonte. A data de corte para pagamento dos JCP aos detentores de ações de emissão da Vale negociadas na B3 será o dia 12 de agosto de 2025, com pagamento a ocorrer em 3 de setembro de 2025. A record date para pagamento dos JCP aos detentores de American Depositary Receipts (ADRs) negociados na New York Stock Exchange (NYSE) será o dia 13 de agosto de 2025, com pagamento a partir de 10 de setembro de 2025 por meio do agente depositário dos ADRs, Citibank N.A. As ações de emissão da Vale serão negociadas ex-remuneração na B3 e na NYSE a partir de 13 de agosto de 2025. O valor de JCP a ser pago por ação pode sofrer pequena variação até as datas de corte, em decorrência do programa de recompra de ações, que impacta o número de ações em tesouraria.

Caixa Seguridade (CXSE3) informa a não renovação do acordo de acionistas da Too Seguros [14]

A Caixa Seguridade (CXSE3) informou nesta quinta-feira, 31, a não renovação do acordo de acionistas da Too Seguros, que perderá sua vigência a partir de 1º de agosto de 2025, com a concomitante perda de vigência do contrato operacional, que permite a oferta de seguro habitacional pela Too Seguros nos correspondentes bancários e unidades lotéricas da Caixa Econômica Federal. Com o término da vigência do acordo de acionistas, a Caixa Seguridade permanecerá detentora de 49% do capital social da Too Seguros, preservando os direitos assegurados pela legislação aplicável e/ou pelo Estatuto Social da Too Seguros.

Taurus (TASA3) encerra negociações para fabricação de armas na Arábia Saudita [15]

A Taurus Armas (TASA3, TASA4) informou nesta quinta-feira, 31, que foram concluídos os estudos de viabilidade previstos no Memorando de Entendimentos (MoU) não vinculante celebrado em 31 de julho de 2023 com a empresa Scopa Military Industries (anteriormente denominada Scopa Defense Trading), com o objetivo de avaliar a constituição de uma joint venture para a fabricação de armas Taurus na Arábia Saudita e comercialização em toda a região do “GCC” (Cooperation Council for the Arab States of the Gulf), que tem como membros Arábia Saudita, Bahrein, Catar, Emirados Árabes Unidos, Kuwait e Omã.

Conforme informado anteriormente, a continuidade do projeto dependeria de uma análise de viabilidade técnica, comercial e estratégica, além de um compromisso de compra mínima do governo saudita, que não aconteceu. Dessa forma, as negociações acerca da possível parceria foram encerradas nesta data, informou a Taurus.

A companhia destacou que não descarta a avaliação de novas oportunidades na região do Conselho de Cooperação do Golfo caso surjam condições mais favoráveis. A Taurus ressaltou ainda que o encerramento das negociações não terá impacto nas operações da companhia.

Apple reporta alta no lucro e anuncia dividendo

A Apple (B3: AAPL34; Nasdaq: AAPL)divulgou na quinta-feira, 31, que teve lucro líquido de US$ 23,4 bilhões no terceiro trimestre fiscal de 2025, encerrado em junho deste ano. Esse valor corresponde à alta de 9,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Diluído por ação, o lucro subiu de US$ 1,40 para US$ 1,57.

A receita líquida da gigante americana atingiu US$ 94,03 bilhões, crescimento de 9,6%. O faturamento de produtos foi de US$ 66,6 bilhões, alta anual de 8,2%, enquanto as receitas de serviços avançaram 13,2%, para US$ 27,42 bilhões. Os resultados vieram acima das projeções dos analistas.

O conselho de administração da Apple declarou um dividendo de US$ 0,26 por ação ordinária. O dividendo será pago em 14 de agosto a acionistas registrados até o fechamento do pregão de 11 de agosto de 2025.

Agenda de provento desta sexta, 1° de agosto:

Caixa Seguridade (CXSE3)  [16]

A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da Caixa Seguridade anunciados em 6 de maio, é nesta sexta-feira, 1° de agosto. As ações serão negociadas ex-dividendos a partir de 4 de agosto. O valor por ação é R$ 0,31. Os dividendos serão pagos no dia 15 de agosto de 2025.

Banestes (BEES3)  [17]

O Banestes paga nesta sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,02. A data-base foi 1° de julho.

Bradesco (BBDC4) [18]

O Bradesco paga nesta sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de R$ 0,014662352 por ação ordinária e R$ 0,016128588 por ação preferencial. A data-base foi 1° de julho.

Itaú (ITUB4)  [19]

O Itaú paga nesta sexta-feira, 1° de agosto, JCP mensal no valor líquido de  R$ 0,015 por ação. A data-base foi 30 de junho.

Vulcabras (VULC3)  [20]

A paga a primeira parcela de dividendo intermediário anunciado em maio. A data de corte foi em 17/07/2025. O valor da parcela é R$ 0,125.

Intelbras (INTB3)

A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Intelbras aprovado em 29 de julho, é nesta sexta-feira, 1° de agosto. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 4 de agosto. O valor por ação corresponde a R$ 0,21. Os acionistas terão seus créditos disponíveis a partir de 15 de agosto de 2025.