
Publicado às 11h23
A Moody’s analisou cerca de 3.500 empresas não financeiras com rating em todo o mundo, incluindo 140 na América Latina, para avaliar sua exposição aos riscos relacionados às tarifas dos EUA. As empresas latino-americanas enfrentam maior exposição a esses riscos do que suas contrapartes da Ásia-Pacífico ou da Europa, embora menos do que as dos EUA.
A exposição foi classificada como alta, moderada ou baixa, com base em três canais: comércio, condições macroeconômicas e mercados financeiros. No geral, os riscos tarifários dos EUA têm efeitos limitados na qualidade de crédito da maioria das empresas latino-americanas com rating. Apenas 9% têm exposição direta ao comércio, 21% a choques macroeconômicos e 10% à volatilidade financeira.
México e Brasil enfrentam tarifas mais altas dos EUA do que outros países da região. O Brasil, por exemplo, está sujeito a uma nova tarifa de 50% a partir de 1º de agosto, embora os EUA tenham anunciado isenções para produtos como aeronaves civis e suco de laranja. O Chile se destaca pela alta exposição macroeconômica, especialmente nos setores de metais, químicos e produtos florestais.
Acesse aqui [1] a íntegra do relatório.