
Publicado às 7h53 – atualizado às 8h15
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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h52)
Alemanha (DAX): -0,66%
Londres (FTSE 100): -0,38%
Japão (Nikkei 225): -0,84% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): -0,33% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -1,09% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +0,26% (US$ 69,3). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +0,24% (US$ 66,1)
Bitcoin futuro: -2,15% (US$ 117.400)
Minério de ferro em Dalian (7h50 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 1,1% a 802 iuanes (US$ 112,1). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [4]
Futuros de ações em Nova York
Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,14% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,11%. Nasdaq futuro subia 0,02%.
Notícias corporativas
Usiminas (USIM5) reverte prejuízo e lucra R$ 128 milhões no 2T25
A Usiminas (USIM5) reportou lucro líquido de R$ 128 milhões no segundo trimestre (2T25). Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 100 milhões do segundo trimestre de 2024 (2T24).
A siderúrgica registrou Ebitda ajustado consolidado de R$ 408,4 milhões, recuo de 44,3% em relação ao trimestre anterior (1T25). Na comparação com o 2T24, a alta foi de 65%. A margem Ebitda foi de 6,2%, contra 4% no 2T24, alta de 2,3 p.p.
A receita líquida no 2T25 alcançou R$ 6,62 bilhões, alta de 4% em relação ao 2T24. Na comparação com o 1T25, houve queda de 3,4%, com menores receitas principalmente na Unidade de siderurgia. Na siderurgia, a queda foi impulsionada por uma redução de 2,5% na receita líquida/t e de 1,3% nos volumes de vendas.
Multiplan (MULT3) reporta lucro 6% menor no 2T25 [5]
A Multiplan (MULT3) divulgou os resultados do segundo trimestre de 2025 (2T25). A companhia teve lucro líquido de R$ 264,4 milhões no período, redução de 6,2% na comparação com o segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda da empresa somou R$ 460,1 milhões no 2T25, expansão de 18,1% na base anual de comparação. A receita líquida totalizou R$ 694 milhões, alta de 28,6% na comparação com o 2T24.
Raízen (RAIZ4) divulga a prévia operacional do 1º trimestre do ano-safra 2025/26 [6]
A Raízen (RAIZ4) divulgou a prévia operacional referente ao primeiro trimestre do ano-safra 2025/26 (1T 25/26). A companhia moeu 24,5 milhões de toneladas, queda de 20% em relação às 30,9 milhões de toneladas do mesmo período na safra anterior (1T 24/25).
Segundo a Raízen, chuvas ao longo do trimestre reduziram o ritmo da moagem e limitaram a diluição de custos no período. Tanto o ATR (açúcar total recuperável) e o TCH (toneladas de cana por hectare) do trimestre foram menores do que no ano passado. Leia a íntegra do comunicado aqui com outros dados aqui [7].
Azul (AZUL4) recebe aprovação final do Tribunal para financiamento DIP de US$ 1,6 bilhão [8]
A Azul (AZUL4) anunciou que recebeu aprovação final do Tribunal dos Estados Unidos para petições em seu processo de Chapter 11, incluindo a aprovação do financiamento DIP de US$ 1,6 bilhão. Segundo a companhia, nenhuma das aprovações desta quinta-feira concedidas pelo Tribunal norte americano sofreu objeções das partes envolvidas no processo. “Essa aprovação representa um avanço crucial no processo de reestruturação financeira da Azul, supervisionado pelo Tribunal, reforçando a capacidade da companhia de operar normalmente enquanto avança com seu plano de transformação acelerada”, afirmou a empresa em um fato relevante. “Com a aprovação final do financiamento DIP e o suporte contínuo de nossos principais parceiros financeiros, a Azul está bem-posicionada para executar nosso plano de transformação e emergir como uma companhia aérea mais forte e competitiva”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul.
A Azul também protocolou o acordo previamente anunciado com a AerCap, que representa a maior parte de seu passivo de arrendamento de aeronaves. A expectativa é que somente esse acordo resulte em aproximadamente US$1 bilhão em benefícios contratuais para a Azul. O acordo está previsto para ser avaliado na próxima audiência omnibus da Azul, em 13 de agosto de 2025. O tribunal também autorizou a rejeição de dois contratos de arrendamento de motores inativos, o que, segundo a companhia, não impacta a frota, as rotas ou a capacidade de atender clientes.
Petrobras pede ao Cade ingresso como terceira interessada na negociação de Tanure pelo controle da Braskem [9]
A Petrobras (PETR3, PETR4), em relação às notícias divulgadas na mídia a respeito de petição apresentada ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), informou na noite de quinta-feira, 24, que solicitou seu ingresso como terceira interessada no procedimento de análise de Ato de Concentração, que avalia possível compra das ações da NSP, subsidiária da Novonor que detém o controle da Braskem (BRKM5), por Nelson Tanure.
Segundo o site InvestNews, a Petrobras não foi formalmente informada sobre a operação e sequer teve acesso aos documentos do negócio.
“Conforme regras previstas no Acordo de Acionistas da Braskem, celebrado entre Petrobras e Novonor, a Petrobras tem os direitos de preferência e de tag along, na hipótese de alienação, direta ou indireta, das ações detidas pela Novonor na Braskem”, afirmou a petroleira estatal em um comunicado. A Petrobras afirmou que tomou ciência, por meio de comunicado ao mercado publicado pela Braskem em 17/07/2025, da aprovação do Cade de uma potencial transação envolvendo a participação da Novonor na Braskem. “Por essa razão, a companhia solicitou ao órgão concorrencial seu ingresso nos autos como terceira interessada, considerando seus direitos previstos no citado Acordo de Acionistas”, explicou a petroleira.
A Petrobras informou, ainda, que aguarda a decisão do Cade sobre a sua solicitação de ingresso no referido procedimento.
A estatal também declarou que “não há decisão tomada em relação à sua participação na Braskem e que decisões sobre investimentos e desinvestimentos são pautadas em análises criteriosas e estudos técnicos, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis”.
Telefônica Brasil (VIVT3) cancela 34,7 milhões de ações [10]
O conselho de administração da Telefônica Brasil (VIVT3; NYSE: VIV) aprovou o cancelamento de 34.740.770 ações ordinárias mantidas em tesouraria, equivalente a 1,07% do capital social, sem a redução do valor deste, as quais foram adquiridas no contexto do programa de recompra de ações. Em decorrência do cancelamento das ações aprovado, o capital social passa a ser dividido em 3.226.546.622 ações ordinárias, escriturais e sem valor nominal. A Telefônica Brasil afirmou que oportunamente será convocada uma assembleia geral de acionistas para alterar o caput do art. 5º do Estatuto Social a fim de refletir a nova quantidade de ações em que se divide o capital social.
A companhia também informou que, em decorrência da efetivação do grupamento e subsequente desdobramento das ações de sua própria emissão, ocorrida em 15 de abril de 2025, foi automaticamente ajustada a quantidade máxima de ações que podem ser adquiridas no âmbito do programa de recompra de ações de emissão da Companhia vigente, aprovado em 25 de fevereiro de 2025.
Neoenergia (NEOE3) se manifesta sobre rumores de OPA [11]
A Neoenergia (NEOE3) se manifestou sobre uma matéria do site Brazil Journal em 23 de julho. A matéria reporta rumores no mercado que a Iberdrola poderá fazer uma oferta pelas ações que ainda não tem na Neoenergia. Segundo o site, os boatos começaram depois da notícia de que a gigante espanhola, que tem 53,3% do capital da Neoenergia, vai levantar US$ 5,88 bilhões em um aumento de capital para investir em distribuição e transmissão.
Em um comunicado, a Neoenergia afirma que não tomou conhecimento de qualquer decisão e/ou deliberação acerca de eventual realização de oferta pública de ações (OPA) na Neoenergia. “Contudo, caso venha a tomar conhecimento de qualquer fato ou negócio jurídico que deva ser divulgado, a companhia, pronta e devidamente, manterá seus acionistas e o mercado em geral devidamente informados e comunicados”, afirmou a companhia. A manifestação ocorreu após pedido de esclarecimento pela Comissão de Valores Mobiliários.
Yduqs Participações (YDUQ3) anuncia novo CEO [12]
O conselho de administração da Yduqs Participações (YDUQ3) aprovou a eleição de Rossano Marques Leandro para o cargo de diretor-presidente (CEO) e diretor de relações com investidores. Rossano integra a companhia há sete anos, período em que exerceu a função de diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores.
O colegiado aprovou também a eleição de Eduardo Parente como membro do conselho de administração. Eduardo exerceu o cargo de diretor-presidente nos últimos sete anos.
Alexandre Aquino Pereira foi eleito para o cargo de diretor financeiro (CFO), sucedendo Rossano Marques.
As mudanças nos quadro de executivos terão eficácia a partir de 15 de agosto de 2025.
A Yduqs explicou que a sucessão decorre de processo de planejamento de longo prazo conduzido pelo conselho e reforça a continuidade da estratégia corporativa, mantendo inalterado o time executivo principal.
Sabesp (SBSP3) precifica oferta de Blue Bonds [13]
A Sabesp (SBSP3) informou que sua subsidiária integral, Sabesp Lux S.à r.l, precificou a oferta de blue sênior unsecured notes (Blue Bonds) no volume total de US$ 500 milhões de dólares, garantidos pela Sabesp. A emissão dos Blue Bonds ocorreu a 5,625%, com vencimento em agosto de 2030 e pagamento de juros semestral. A liquidação dos Blue Bonds está prevista para o dia 31 de julho de 2025. Os recursos obtidos com a emissão dos Blue Bonds serão destinados à projetos elegíveis da categoria azul do Framework para Finanças Sustentáveis da companhia.
Agenda de provento desta sexta, 25:
CPFL Energia (CPFE3) [14]
A CPFL Energia paga nesta sexta-feira, 25, mais uma parcela dos dividendos declarados na assembleia geral ordinária de 29 de abril de 2025. Será efetuado na sexta o segundo pagamento, no montante de R$ 500 milhões. Tem direito a esses dividendos acionistas detentores de ações em 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendo” na B3. O valor remanescente de R$ 1,81 bilhão (R$ 1,57 por ação) será pago até 31 de dezembro de 2025.
Banco Pine (PINE4) [15]
O Banco Pine paga nesta sexta-feira, 25, juros sobre o capital próprio aprovados em 7 de junho, no valor bruto total de R$ 24,7 milhões. O valor bruto é de R$ 0,10 por ação ordinária e preferencial. O crédito considerará a posição acionária do dia 16 de julho de 2025. Desde 17 de julho (inclusive) as ações de emissão da companhia são negociadas “ex” direitos a juros sobre capital próprio.
Telefônica Brasil (VIVT3) [16]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Telefônica Brasil anunciados em 14 de julho, é nesta sexta-feira, 25. O valor líquido é de R$ 0,08 por ação. O pagamento desse provento será realizado até 30 de abril de 2026, devendo a data ser oportunamente definida pela diretoria.
TIM (TIMS3) [17]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da TIM anunciados em 22 de julho, é nesta sexta-feira, 25. A partir de 28 de julho as ações serão negociadas ex-provento. O valor bruto por ação é R$ 0,13. O pagamento ocorrerá até o dia 21 de outubro de 2025.
WEG (WEGE3) [18]
A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intermediários da WEG anunciados em 22 de julho, é nesta sexta-feira, 25. A partir de 28 de julho as ações serão negociadas ex-provento. O valor total é de R$ 719.353.678,59 correspondente a R$ 0,17 por ação. O pagamento do dividendo intermediário, bem como dos JCP declarados em março e junho de 2025, ocorrerá em 13 de agosto de 2025.