
Publicado às 7h56
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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): +0,26%
Londres (FTSE 100): -0,29%
Japão (Nikkei 225): -0,07% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,17% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): -1,36% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: -0,96% (US$ 70,9). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: -0,98% (US$ 68,5)
Bitcoin futuro: +0,51% (US$ 118.952)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em queda de 0,4% a 789 iuanes (US$ 109,9). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [4]
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,03% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,11%. Nasdaq futuro subia 0,22%.
Decisão sobre juros nos EUA e no Brasil
O Banco Central dos Estados Unidos decide sobre os juros hoje. Nesta quarta-feira, às 15h, o Comitê Federal de Mercado Aberto do BC dos EUA informa se haverá manutenção ou não dos juros na maior economia do mundo. O mercado aguarda com expectativa a coletiva de imprensa do presidente da autoridade monetária, Jerome Powell. Será às 15h30 e pode trazer sinalizações sobre o rumos dos juros nos EUA em um momento de pressão do presidente americano, Donald Trump, para que as taxas sejam reduzidas.
Também hoje, a partir das 18h30, o Comitê de Política Monetária do Banco Central do Brasil divulga o resultado de sua reunião. O consenso do mercado é que a Selic seja mantida em 15%. Analistas esperam pela divulgação do comunicado do Copom com sinalizações sobre o rumo dos juros.
Notícias corporativas
Santander (SANB11) reporta lucro gerencial de R$ 3,65 bilhões no 2T25, alta anual de 9,8% [5]
O Santander Brasil (SANB11) divulgou nesta quarta-feira, 30, que teve lucro líquido gerencial de R$ 3,659 bilhões no segundo trimestre de 2025 (2T25). Esse valor corresponde à alta de 9,8% na comparação com o segundo trimestre de 2024 (2T24). Na comparação com o primeiro trimestre de 2025 (1T25) houve queda de 5,2%. O lucro contábil do Santander Brasil atingiu R$ 3,59 bilhões no 2T25, queda de 4,9% em relação ao 1T25 e alta de 10,6% em relação ao 2T24. O retorno sobre patrimônio líquido anualizado (ROAE) foi de 16,4%, avanço de 0,8% na base anual. A margem financeira bruta do banco atingiu 15,3 bilhões no 2T25, um aumento de 4,4% na base anual de comparação, mas recuo de 3,3% na base trimestral. O resultado de provisões com devedores duvidosos (PDD) alcançou R$ 6,86 bilhões no segundo trimestre, crescimento de 16,4% na base anual. As despesas gerais totalizaram R$ 6,41 bilhões, alta de 1,5% na base anual de comparação.
Petrobras divulga o relatório de produção e vendas no 2T25 [6]
A Petrobras (PETR3, PETR4) divulgou seu Relatório de Produção e Vendas do segundo trimestre de 2025 (2T25). A petroleira reportou que a produção de petróleo, líquido de gás natural (LGN) e gás natural no Brasil atingiu 2,9 milhões de barris de óleo por dia no segundo trimestre, crescimento de 8,1% na comparação com o mesmo período do ano passado. A produção exclusiva de petróleo e LGN foi de 2,3 milhões de barris por dia no 2T25, alta anual de 7,6%.
As vendas de derivados no mercado interno aumentaram 1% no 2T25 em comparação com o trimestre anterior (1T25). As vendas de gasolina no 2T25 registraram crescimento de 1,5% em relação ao 1T25, principalmente pelo aumento da demanda total de combustíveis do ciclo Otto e maior participação da gasolina frente ao etanol entre períodos. Além disso, observou-se um aumento de 9,8% no volume de vendas de GLP no 2T25 em relação ao 1T25 devido, principalmente, a fatores sazonais, uma vez que o primeiro trimestre costuma apresentar temperaturas médias mais elevadas nos principais centros consumidores do país, o que resulta em um menor consumo energético; e pela menor atividade da indústria de transformação no período. Acesse aqui [7] a íntegra do relatório.
Intelbras (INTB3) reporta lucro de R$ 136,2 milhões no 2T25 e anuncia dividendo [8]
O conselho de administração da Intelbras (INTB3) aprovou o pagamento de dividendos no valor de R$ 69,2 milhões, o que corresponde a R$ 0,21165130246 por ação. Terão direito acionistas titulares de ações de emissão da Intelbras ao final do pregão do dia 1° de agosto de 2025, sendo que as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir do dia 4 de agosto de 2025. Os acionistas terão seus créditos disponíveis a partir de 15 de agosto de 2025.
A companhia também divulgou que teve lucro líquido no segundo trimestre de 2025 (2T25) de R$ 136,2 milhões, o que representa um crescimento de 15,9% em relação ao lucro líquido apurado no segundo trimestre de 2024 (2T24) e uma margem líquida de 10,9%. O Ebitda somou R$ 154,3 milhões, leve queda de 3,1% em relação ao 2T24. A receita operacional líquida foi de R$ 1,24 bilhão, expansão de 5,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.
Priner (PRNR3) celebra acordo para aquisição de empresa no setor de mineração [9]
A Priner Serviços Industriais (PRNR3) celebrou um term sheet não vinculante para a aquisição de 60% do capital social de uma empresa (target) com portfólio de serviços e segmento de atuação sinérgicos aos da companhia. O nome da empresa não foi revelado. “A potencial aquisição visa impulsionar o crescimento da Priner no setor de mineração por meio da criação de uma 5º vertical de serviços”, destacou a Priner. A nova unidade de negócios, se efetivada, será liderada pelo fundador da empresa target. A companhia acredita que essa integração gerará oportunidades de cross-selling e de diluição dos custos fixos.
A empresa a ser comprada apresentou, em média, nos anos de 2023 e 2024, receita líquida anual de R$ 400 milhões; margem Ebitda de 30%; e ROIC (Retorno sobre o Capital Investido) de 20%. A realização da potencial aquisição, bem como seus termos e condições, o montante envolvido e a estrutura final da operação, estão sujeitos à negociação entre a Priner e as demais partes envolvidas, à celebração do contrato de compra e venda e dos demais instrumentos relacionados à aquisição, às aprovações societárias e regulatórias aplicáveis, e ao cumprimento de determinadas condições precedentes usuais em operações dessa natureza, em especial a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Motiva (MOTV3) reporta lucro líquido ajustado de R$ 398 milhões no 2T25 [10]
A Motiva (MOTV3), antiga CCR (CCRO3), teve lucro líquido ajustado de R$ 398 milhões no segundo trimestre de 2025 (2T25), leve queda de 3,2% em relação ao segundo trimestre de 2024 (2T24). O Ebitda ajustado consolidado somou R$ 2,094 bilhões no 2T25, alta anual de 4,2%. A receita líquida ajustada consolidada (exclui a receita e o custo de construção) teve leve alta de 2,2% na base anual de comparação.
Ambipar (AMBP3): colegiado da CVM entende ‘não estarem configurados requisitos necessários para imposição da obrigação de realização de OPA’ [11]
A Ambipar (AMBP3) divulgou após o fechamento do mercado, na terça-feira, 29, que o colegiado da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) entendeu “não estarem configurados os requisitos necessários para imposição da obrigação de realização de oferta pública de aquisição (OPA) por aumento de participação ao acionista controlador e aos demais acionistas envolvidos no processo”. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado. A Ambipar destacou que o conteúdo integral da decisão será oportunamente divulgado pela própria CVM em seu site oficial.
A Superintendência de Registro de Valores Mobiliários (SRE) da CVM determinou em março que a gestora Trustee realizasse uma OPA por aumento de participação na Ambipar.
Para a área técnica da CVM, a Trustee, em nome de seus fundos de investimento, atuou em conjunto com o controlador da companhia nas compras de ações realizadas entre julho e agosto de 2024. A operação resultou, em julho do ano passado, na ultrapassagem do limite de 1/3 de ações em circulação, após aquisição realizada pela Trustee. A Superintendência determinou que a gestora realizasse a oferta por aumento de participação, tendo como objeto todas as ações em circulação da Ambipar. O pedido de registro da oferta deveria ter sido apresentado em abril. A Ambipar apresentou recurso.
Eternit (ETER3) anuncia incorporação de sua controlada Tégula [12]
A Eternit (ETER3) divulgou que foi aprovado por seu conselho de administração a incorporação da controlada Tégula S.A. pela controladora Eternit S.A. Segundo a Eternit, essa ação dá continuidade ao plano de reorganização societária, iniciado em novembro de 2024, que visa a simplificação e otimização da estrutura societária, e maior eficiência dos processos administrativos.
Orizon (ORVR3) concluído registro do projeto de créditos de carbono do Ecoparque Paulínia [13]
A Orizon (ORVR3) informou que foi concluído o registro do projeto de créditos de carbono do Ecoparque Paulínia junto à Verra — organização de referência global no mercado voluntário de carbono, reconhecida internacionalmente pelo seu elevado rigor técnico na certificação de créditos. O projeto possui capacidade estimada de geração anual superior a 1 milhão de créditos de carbono, configurando-se como o maior projeto da Orizon nesse segmento até o momento. O primeiro período creditício teve início em 1º de novembro de 2022 e poderá ser renovado por até duas vezes, totalizando um período máximo de 21 anos de geração de créditos. Este é o quinto projeto de créditos de carbono da OrizonVR a obter registro no mercado voluntário.
Fitch afirma ratings da Brava (BRAV3) [14]
A agência de classificação de risco Fitch afirmou os IDRs (Issuer Default Ratings – Ratings de Inadimplência do Emissor) de Longo Prazo em Moedas Estrangeira e Local ‘BB-’ e o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AA-(bra)’ da Brava Energia (BRAV3). Além disso, a agência afirmou o rating ‘BB-’ das notas emitidas pela 3R Lux S.à.r.l. (3R Lux), no montante de USD 500 milhões e com vencimento em 2031. A perspectiva dos ratings corporativos é “estável”.
Segundo a Fitch, os ratings da Brava refletem sua escala limitada e sua eficiência operacional – que, embora modesta, vem apresentando melhoras –, juntamente com sua base de ativos bem diversificada, distribuída por diversas bacias no Brasil.
A Fitch acredita que a empresa reduzirá seus índices de alavancagem já em 2025, após o aumento da produção no campo de petróleo de Atlanta, além de contar com a maior eficiência do campo de Papa-Terra e com o aumento da produção com menor intensidade de investimentos em campos terrestres. A agência também considera uma distribuição conservadora de dividendos. A Brava deverá manter forte posição de liquidez, com perfil de vencimento da dívida alongado, e gerar Fluxos de Caixa Livre (FCFs) positivos no horizonte da projeção.
Ultra (UGPA3) conclui programa de recompra [15]
A Ultra (UGPA3) concluiu seu programa de recompra de ações. Durante o período de vigência, foram adquiridas 25 milhões de ações ordinárias, correspondendo a 100% do programa. As ações recompradas poderão ser utilizadas no plano de incentivo baseado em ações da companhia, mantidas em tesouraria e/ou posteriormente canceladas ou alienadas.
Divulgam resultado nesta quarta, 30:
Bradesco, TIM, ISA Energia, Ecorodovias, Profarma, d1000 – após o fechamento do mercado.
Agenda de provento desta quarta, 30:
Iguatemi (IGTI11) [16]
A Iguatemi paga nesta quarta-feira, 30, a segunda parcela do dividendo anunciado em 17 de abril de 2025. O valor de cada parcela é R$ 0,16 por unit IGTI11. A data de corte para definição dos acionistas que têm direito foi 17 de abril de 2025. A terceira parcela será paga em 30 de outubro de 2025.
São Martinho (SMTO3) [17]
A ‘data com’ para ter direito aos JCP da São Martinho anunciados em 25 de julho, é nesta quarta-feira, 30. Os papéis passam a ser negociados “ex” JCP a partir de 31 de julho. O valor é de R$ 0,45 por ação, com retenção de Imposto de Renda na Fonte. O pagamento será realizado no dia 8 de agosto.