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Ibovespa futuro, dólar e notícias corporativas

 

 

 

 

 

 

Publicado às 9h21 – atualizado às 9h59

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Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDQ25 contrato com vencimento para 13 de agosto) abriu em queda nesta quarta-feira, 9. Às 9h59 caía 0,36% aos 140.725 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem  sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h58 o dólar comercial subia 0,37% cotado a R$ 5,466 na venda.

Minério e petróleo

Às 9h10 o preço do barril de petróleo Brent subia 0,10% (US$ 70,2). O Brent é referência para a Petrobras. Nas negociações diurnas, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, fechou em alta de 0,68% a 736 iuanes (US$ 102,5). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [4]

Futuros de ações em Nova York

Às 9h14 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,24% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,19%. Nasdaq futuro subia 0,17%.

Notícias corporativas

SLC (SLCE3): terras de propriedade da companhia foram avaliadas em R$ 13,3 bi [5]

A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou o resultado da avaliação de terras 2025. As terras de propriedade da companhia foram avaliadas, pela consultoria independente Deloitte Touche Tohmatsu, em R$ 13,39 bilhões ante R$ 11,59 bilhões. O valor atual do hectare médio agricultável propriedade da SLC corresponde a R$ 58.960. Em 14 de março deste ano a companhia divulgou a aquisição de terras da Agrícola Xingu, totalizando 27.516 hectares agricultáveis. Para fins de comparação, considerando as aquisições realizadas em 2025, na base comparativa (2024) a valor de custo, a SLC atingiu uma apreciação de 7,1% no portfólio total de terras.

Blau (BLAU3) decide não converter valor de empréstimo em capital da Prothya Biosolutions [6]

A Blau Farmacêutica (BLAU3) divulgou nesta quarta-feira, 9, que decidiu não converter o valor de seu empréstimo em capital (empréstimo conversível) da Prothya Biosolutions, fracionadora de plasma humano com unidades na Holanda e Bélgica, responsável pela produção de medicamentos como Imunoglobulina, Albumina Humana, Complexo Protrombínico, entre outros derivados plasmáticos. O empréstimo conversível foi firmado com a Prothya Biosolutions Belgium B.V. e Stichting Administratiekantoor Prothya Holding em 30 de agosto de 2023. “A decisão foi tomada após criteriosa avaliação de nosso conselho de administração, considerando que, desde a data da concessão do empréstimo conversível, a Prothya não vinha apresentando os resultados operacionais esperados pela Blau, os quais eram condição contratual e estratégica para uma eventual conversão do valor mutuado em ações da empresa”, afirmou a companhia em fato relevante.

A Blau foi informada pela Prothya que seus acionistas assinaram um contrato preliminar para venda da totalidade do capital social da referida empresa a um terceiro comprador, cujo fechamento está sujeito à verificação de uma série de etapas preliminares e condições precedentes, incluindo a obtenção de aprovações regulatórias e a realização de consultas formais aos respectivos conselhos de trabalhadores (Works Councils), conforme a legislação local aplicável.

Nos termos do referido pré-contrato, caso a operação de venda seja concluída, o comprador assumirá integralmente os passivos da Prothya e, como condição precedente adicional para o fechamento, terá a obrigação de pagar à Blau o valor integral do empréstimo conversível, no valor histórico de 50 milhões de euros, acrescido dos juros correspondentes até a data da liquidação.

Os resultados da Prothya não são consolidados nos resultados da Blau, já que tinham finalidade de investimento estratégico.

Sequoia (SEQL3) vende participação na Drops por valor simbólico [7]

A Sequoia Logística e Transportes (SEQL3) firmou com o sócio Gigahub contrato vinculante para a alienação por valor simbólico da participação societária de 51% detida pela Sequoia na GHSX Tecnologia e Intermediação (Drops). A Drops opera um modelo conhecido como Pick-Up & Drop-Off, onde são utilizadas lojas físicas onde consumidores podem retirar ou devolver produtos comprados on-line ou em outras lojas. A operação de alienação para a sócia Gigahub significa a saída da Sequoia desse segmento e contempla a quitação de repasses em aberto pela Sequoia para a Drops. A Drops apresentou em 2024 uma receita líquida de R$ 11,3 milhões e um prejuízo contábil de R$ 993 mil. O valor simbólico da transação foi de R$ 1,00 (um real) e inclui a quitação mútua dos direitos e obrigações. A operação foi aprovada pelo conselho de administração da Companhia e está alinhada à estratégia da Sequoia de foco em ativos core, simplificação da estrutura societária e disciplina na alocação de capital.

Syn (SYNE3) vende quotas da Syn Laranjeira, proprietária de 35,87% dos Shopping D [8]

A Syn (SYNE3) assinou contrato para a venda, em conjunto com XP Malls Fundo de Investimento Imobiliário, da totalidade das quotas da Syn Laranjeira Empreendimentos Imobiliários, proprietária de 35,87% dos Shopping D. A consumação da transação está sujeita ao cumprimento de determinadas condições precedentes comuns para operações dessa natureza, incluindo a aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Caso consumada, a Syn receberá pela transação o valor de R$ 8.924.300,00.

Aprovado pedido de deslistagem das ações de emissão da Cemig da Latibex   [9]

O conselho de administração da BME – Bolsa y Mercados Españoles Sistemas de Negociación aprovou o pedido de deslistagem das ações de emissão da Cemig (CMIG4) do Mercado de Valores Latino-Americanos (Latibex), com efeitos a partir de 10 de julho de 2025. A partir dessa data, a companhia deixará de estar listada no referido ambiente de negociação. As ações da Cemig permanecem sendo negociadas na B3 e na New York Stock Exchange (NYSE).

Tenda (TEND3) divulga a prévia do segundo trimestre de 2025 (2T25) [10]

A Construtora Tenda (TEND3), uma das principais construtoras e incorporadoras com foco em habitação popular no Brasil, anunciou a prévia dos resultados operacionais do segundo trimestre de 2025 (2T25).

A Tenda lançou 9 empreendimentos no 2T25, totalizando um valor geral de vendas (VGV) de R$ 1,088 bilhão, aumento de 33% e 31,2% em comparação ao 1T25 e 2T24, respectivamente. O preço médio de lançamento por unidade foi de R$ 217,1 mil. As vendas brutas totalizaram R$ 1,186 bilhão no 2T25, com aumento de 18,5% e 8,5% em relação ao 2T24 e 1T25, respectivamente. As vendas líquidas encerraram o 2T25 em R$ 1,051 bilhão, aumento de 15,7% e 6,4% em relação ao 2T24 e 1T25, respectivamente. Esses resultados são preliminares e sujeitos à revisão da auditoria. Acesse mais detalhes no release divulgado pela Tenda aqui [11].

PetroReconcavo (RECV3) divulga dados de produção de junho [12]

A PetroReconcavo (RECV3) divulgou seus dados de produção e entrega referentes ao mês de junho de 2025. A produção média do mês de junho foi de 26,9 mil boe/dia, redução de 1,8% na comparação mensal, impactada pela redução de 3,2% na produção total do Ativo Bahia em função, principalmente, da parada no campo de Cassarongongo por sete dias. No Ativo Potiguar, a produção foi de 13,5 mil boe/dia, permanecendo estável em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 8,7 mil bbl/dia e a de gás de 4,8 mil boe/dia. No Ativo Bahia, a produção foi de 13,3 mil boe/dia, redução de 3,2% em relação ao mês anterior, sendo a produção de petróleo de 7,3 mil bbl/dia e a de gás de 6,1 mil boe/dia.

Cyrela (CYRE3) divulga a prévia operacional do segundo trimestre de 2025 [13]

A Cyrela (CYRE3) divulgou a prévia de seus resultados operacionais do segundo trimestre de 2025 (2T25). A companhia lançou 17 empreendimentos no trimestre totalizando um volume de R$ 4,12 bilhões, 182% superior ao realizado no 2T24 e 15% abaixo do 1T25. As permutas nos lançamentos foram R$ 195 milhões no 2T25 vs. R$ 68 milhões no 2T24 e R$ 266 milhões no 1T25. A participação da Cyrela nos lançamentos do trimestre atingiu 73%, abaixo do 2T24 (74%) e inferior ao 1T25 (75%). Do valor geral de vendas (VGV) lançado no trimestre, 73% serão reconhecidos via consolidação e 27% via método de equivalência patrimonial.

Ao se excluir as permutas, e tomando como base apenas o %CBR, o volume lançado no 2T25 foi de R$ 2,86 bilhões, 176% superior ao mesmo período do ano anterior e 15% abaixo do 1T25.

As vendas líquidas contratadas neste trimestre somaram R$ 3,25 bilhões, 37% acima do valor registrado no 2T24 e 8% superiores ao 1T25. A participação da companhia nas vendas contratadas foi de 73% no 2T25, inferior aos 74% do mesmo trimestre do ano anterior e abaixo do 1T25 (78%). As vendas líquidas do trimestre serão 74% reconhecidas via consolidação e 26% via método de equivalência patrimonial.

Das vendas líquidas realizadas no trimestre, R$ 93 milhões se referem à venda de estoque pronto (3%), R$ 1,58 bilhão à venda de estoque em construção (49%) e R$ 1,58 bilhão à venda de lançamentos (49%). Dessa forma, a Cyrela atingiu uma velocidade de vendas (VSO) de lançamentos de 38% no trimestre.

Os resultados operacionais apresentados estão sujeitos à revisão da auditoria.