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Engie Brasil Energia (EGIE3) anuncia reestruturação da diretoria executiva

 

 

 

 

 

Publicado às 20h50

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A Engie Brasil Energia (EGIE3) informou nesta quinta-feira, 26, que seu conselho de administração aprovou alterações na diretoria executiva. O objetivo é alinhar a estrutura organizacional local com o modelo do Grupo Engie e trazer mais foco para as linhas de negócio. Eduardo Antonio Gori Sattamini permanece à frente da gestão da companhia, mantendo sua posição como diretor presidente. Guilherme Slovinski Ferrari, atual diretor de novos negócios, assume a posição de diretor de energias renováveis e armazenamento, responsável pelo desenvolvimento, implantação, operação e manutenção dos ativos de geração renovável e sistemas de armazenamento. Gustavo Henrique Labanca Novo, executivo de carreira do Grupo Engie e conselheiro suplente da companhia, assume a posição de diretor de transmissão de energia, respondendo pelo desenvolvimento, implantação, operação e manutenção dos ativos de transmissão de energia. Gustavo mantém sua posição como conselheiro suplente. Sophie Brigitte Sylviane Angrand Quarré de Verneuil, atual diretora de pessoas e cultura da Engie no Brasil e conselheira da companhia, assume a posição de diretora de recursos humanos. Sophie mantém sua posição como conselheira. Felipe de Queiroz Batista, atual diretor jurídico e de ética da Engie no Brasil, assume a posição de diretor jurídico e de ética da companhia. Pierre Auguste Gratien Leblanc, atual CFO da Engie no Brasil e conselheiro suplente da companhia, assume a posição de diretor financeiro e de relações com investidores. Pierre mantém sua posição como conselheiro suplente. Marcos Keller Amboni mantém sua posição como diretor de gestão e comercialização de energia, comunicada ao mercado em maio deste ano. Gabriel Mann dos Santos, para além do escopo de atuação atual, comunicado ao mercado em maio de 2025, passa a ser também responsável pela área de comunicação, tornando-se diretor de regulação, estratégia e comunicação. Como consequência dessa nova composição o José Luiz Jansson Laydner e Paulo Henrique Müller deixam de compor a diretoria executiva da companhia. Não obstante, mantêm sua liderança, respectivamente, sobre a operação e a implantação dos ativos de energia renovável, reportando-se à Guilherme Ferrari; Luciana Moura Nabarrete renuncia ao seu atual cargo de diretora de pessoas, Processos e Sustentabilidade, para dedicar-se à sua função de diretora-presidente da Engie Soluções de Operação e Manutenção (ESOM). A ESOM, empresa do Grupo Engie, é responsável pelos serviços de operação e manutenção dos ativos de transporte de gás da Engie no Brasil. Eduardo Takamori Guiyotoku renuncia ao seu atual cargo de diretor financeiro e de relação com investidores para assumir a função de diretor financeiro e de relações com investidores da Engie Energía Perú, também controlada do Grupo Engie, após cumprimento das exigências locais.

O conselho de administração deliberou a convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para aumentar o número de membros da diretoria executiva, incluindo uma nova posição dedicada aos temas de sustentabilidade. 

A companhia informou ainda que Felisa Del Carmen Ros renunciou à posição de conselheira suplente para se dedicar integralmente aos negócios de gás natural do Grupo Engie nas Américas. Com isso, o conselho indicou Eduardo Antonio Gori Sattamini, diretor presidente da companhia, para acumular a posição de conselheiro suplente.