
Publicado às 21h38
Eneva (ENEV3) reverte prejuízo e lucra R$ 384,4 milhões no 1T25 [1]
A Eneva (ENEV3) divulgou nesta quarta-feira, 14, que teve lucro líquido de R$ 384,4 milhões no primeiro trimestre. Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 60,9 milhões do primeiro trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda somou R$ 1,527 bilhão no 1T25, alta anual de 40,3%. A receita operacional líquida teve expansão de 120,7% na base anual para R$ 4,42 bilhões.
Banco Bmg (BMGB4) reporta lucro líquido recorrente de R$ 115 milhões no 1T25, alta anual [2]
No primeiro trimestre de 2025 (1T25), o lucro líquido recorrente do Banco Bmg (BMGB4) atingiu R$ 115 milhões, aumento de 21,7% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (1T24) e redução de 7,8% em relação ao 4T24. A redução do lucro no trimestre deu-se, principalmente, pela sazonalidade natural do primeiro trimestre e pelo aumento da despesa de PDD, já esperado por conta da entrada em vigor da metodologia de perda esperada da Resolução CMN nº 4.966/21, explicou a instituição financeira. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) foi de 12,1% ao ano, em comparação ao ROAE de 9,9% ao ano apresentado no 1T24. O patrimônio líquido em 31 de março de 2025 atingiu R$ 3.648 milhões, redução de 15,3% em relação ao trimestre anterior e de 8,5% em comparação ao mesmo período do ano anterior. No 1T25, o patrimônio líquido variou principalmente em decorrência da entrada em vigor da Resolução 4.966/21, do lucro líquido contábil de R$ 115 milhões; e provisionamento de JCP. A margem financeira totalizou R$ 1,449 bilhão no primeiro trimestre de 2025, aumento de 10,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior e de 1,4% em relação ao 4T24.A margem financeira totalizou R$ 1.449 milhões no primeiro trimestre de 2025, aumento de 10,8% em comparação com o mesmo período do ano anterior e de 1,4% em relação ao 4T24.
Copasa (CSMG3) reporta lucro de R$ 428,5 milhões no 1T25, alta anual [3]
A Copasa (CSMG3) divulgou que no primeiro trimestre de 2025 (1T25) teve lucro líquido de R$ 428,5 milhões, 21,9% superior ao do primeiro trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda do 1T25 foi de R$ 813,5 milhões, 16,1% superior ao registrado no 1T24. A Margem Ebitda foi de 43,3% (41,1% no 1T24). A receita líquida de água, esgoto e resíduos sólidos totalizou R$ 1,86 bilhão no 1T25, 10,2% superior ao registrado no 1T24 (R$1,69 bilhão).
Eletrobras (ELET3) reporta prejuízo de R$ 354 milhões no 1T25 [4]
A Eletrobras (ELET3) teve no primeiro trimestre de 2025 (1T25) prejuízo de R$ 354 milhões. Dessa forma reverte o lucro de R$ 331 milhões do primeiro trimestre de 2024 (1T24). Com ajuste, o prejuízo líquido societário ajustado foi de R$ 81 milhões (no 1T24 teve lucro ajustado de R$ 447 milhões), impactado negativamente pela reversão de R$ 952 milhões na Chesf de parte do valor reconhecido como remensuração regulatória em 2024 após os processos de Revisão Tarifária Periódica dos contratos de transmissão. No 1T25, o Ebitda regulatório ajustado totalizou R$ 5,377 bilhões, uma redução de R$ 229 milhões em relação ao 1T24, refletindo a menor receita de transmissão, os maiores custos com energia comprada para revenda e a menor contribuição dos resultados das participações societárias. Já o Ebitda IFRS ajustado atingiu R$ 4,416 bilhões no 1T25, redução de 2,5% em relação ao 1T24. A receita operacional líquida regulatória, ficou estável em relação ao 1T24, em R$ 9,71 bilhões.
Moura Dubeux (MDNE3) lucro líquido de R$ 70,4 milhões no 1T25, alta anual
A Moura Dubeux (MDNE3), incorporadora líder e m market share no Nordeste, divulgou nesta quarta-feira, 14, que teve primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido de R$ 70,4 milhões, aumento de 67% em relação ao 1T24 e de 56,5% em relação ao 4T24. O Ebitda ajustado no 1T25 foi de R$ 89,1 milhões, frente aos R$ 53,9 milhões no 1T24 e R$ 53,3 milhões no 4T24. A Margem Ebitda ajustada foi de 20,3% no 1T25, frente a 17,5% no 1T24 e a 14,5% no 4T24, aumento de 2,8pp e 5,8pp respectivamente. No 1T25, a receita líquida atingiu R$ 439 milhões, aumento de 42,3% quando comparada aos R$ 308,4 milhões registrados no 1T24 e de 19,4% quando comparada aos R$ 367,7 milhões no 4T24.
Mahle Metal Leve (LEVE3) reporta lucro de R$ 158,8 milhões no 1T25
A Mahle Metal Leve (LEVE3) teve lucro líquido no primeiro trimestre de 2025 (1T25) de R$ 158,8 milhões, queda de 20,8% na comparação com o primeiro trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda no 1T25 somou R$ 237,2 milhões, queda de 17,7% na base anual de comparação. A receita operacional líquida atingiu R$ 1,266 bilhão, expansão de 24,1% em relação ao 1T24.
Allos (ALLOS3): lucro líquido sobe
A Allos (ALLOS3) reportou lucro líquido de R$ 254,7 milhões no 1T25, 286,8% acima do registrado no 1T24 Proforma (conceito para aplicar as participações atuais às bases históricas, de forma a torná-las comparáveis). O Ebitda ajustado foi de R$ 455,8 milhões, alta de 6,5% na comparação anual. A receita líquida totalizou R$ 630,8, 6,3% acima da registrada no mesmo período de 2024. O FFO, indicador de rentabilidade do setor imobiliário e de shoppings, subiu 3,8%, a R$ 274,7 milhões.
Log-In (LOGN3): alta no lucro líquido
A Log-In (LOGN3) registrou lucro líquido de R$ 26,5 milhões no 1T25, 219,3% mais alto que o reportado no 1T24. O Ebitda foi de R$ 163,1 milhões, crescimento de 15,4% em relação ao mesmo trimestre de 2024. A receita operacional líquida somou R$ 683,8 milhões, 10,4% acima da registrada no 1T24.
Tupy (TUPY3): prejuízo líquido no 1T25
A Tupy (TUPY3) informou que teve prejuízo líquido de R$ 12,1 milhões no 1T25, revertendo lucro de R$ 111,7 milhões no 1T24. O Ebitda Ajustado totalizou R$ 247,2 milhões no período, queda de 19,7% na comparação anual. A receita líquida foi de R$ 2,48 bilhões no 1T25, 4,4% menor que a reportada no 1T24.
Americanas (AMER3) reverte lucro no 1T25
A Americanas (AMER3) registrou prejuízo líquido de R$ 496 milhões no 1T25, revertendo lucro de R$ 453 milhões do mesmo período de 2024. A companhia informou que o resultado foi afetado pela contabilização de outras receitas no montante de R$ 1,3 bilhão, decorrentes da execução do Plano de Recuperação Judicial. O Ebitda ajustado ficou negativo em R$ 20 milhões, frente a um indicador positivo de R$ 243 milhões no 1T24. A receita líquida foi de R$ 3,1 bilhões, recuo de 17,4% na comparação anual.
Qualicorp (QUAL3): lucro menor no 1T25
A Qualicorp (QUAL3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 14,5 milhões no 1T25, queda de 23,6% em relação ao mesmo período de 2024. O Ebitda ajustado somou R$ 146,4 milhões no período, 21,1% menor que no 1T24. A receita líquida ficou em R$ 371,1 milhões, queda de 8,1% na comparação anual.
Ser Educacional (SEER3) reverte prejuízo
A Ser Educacional (SEER3) registrou lucro líquido de R$ 43,6 milhões no 1T25, revertendo prejuízo de R$ 17,5 milhões no 1T24. O Ebitda ajustado totalizou R$ 143,6 milhões crescimento de 57,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024. A receita líquida foi de R$ 539,9 milhões, alta de 19,8% na base anual de comparação.
Positivo (POSI3) reverte lucro
A Positivo (POSI3) reportou prejuízo líquido de R$ 12,6 milhões no 1T25, revertendo lucro de R$ 64,3 milhões no 1T24. O Ebitda foi de R$ 53,2 milhões no período, contra R$ 115,6 milhões no mesmo trimestre de 2024. A receita líquida ficou em R$ 715,4 milhões, 28,1% menor na comparação anual.
Even (EVEN3) conclui venda do Hotel Faena São Paulo [5]
A Even (EVEN3) informou nesta quarta-feira, 14, que concluiu por meio de sua subsidiária Even SP 121, a venda do Hotel Faena São Paulo, integrante do empreendimento Condomínio Diogo Moreira 250. O valor total da transação foi de R$ 419.112.079,35, sendo que deste montante, R$ 178.122.633,72 correspondem à parte Even líquida de permuta, cujo pagamento será realizado conforme as condições previstas no contrato. A conclusão da transação ocorreu após o cumprimento de todas as condições resolutivas estabelecidas, incluindo a aprovação, sem restrições, pela Superintendência-Geral do Conselho de Administrativo de Defesa Econômica (Cade). “A operação reforça a estratégia de gestão ativa de portfólio da companhia, ao mesmo tempo em que preserva a qualidade e o potencial de valorização do empreendimento”, afirmou a Even em um comunicado.
Tupy (TUPY3) firma parcerias no segmento marítimo [6]
A Tupy (TUPY3) informou na noite desta quarta-feira, 14, que sua subsidiária MWM firmou contrato com o Departamento Hidroviário da Secretaria de Meio Ambiente, Infraestrutura e Logística (SEMIL) para o fornecimento de motores marítimos. A parceria promoverá a modernização das balsas no Guarujá, no litoral paulista. Serão entregues 50 motores de centro com 360 hp de potência até o fim de 2025. A companhia também assinou contratos com duas operadoras de transporte público de passageiros, sob concessão da SPTrans, para substituição de motores marítimos a gasolina por diesel. Além da segurança, a tecnologia proporciona maior autonomia, redução de até 40% no consumo de combustível e menores custos de manutenção, fatores essenciais para a operação intensiva dessas embarcações. As iniciativas reforçam a atuação da Tupy no setor náutico, um mercado endereçável de R$ 21 bilhões.
Sabesp (SBSP3) paga em 20/05 dividendo aprovado em 29 de abril [7]
A Sabesp (SBSP3) informou nesta quarta-feira, 14, que vai pagar no próximo dia 20 de maio o dividendo e os juros sobre o capital aprovados na Assembleia Geral Ordinária e Extraordinária realizada em 29 de abril. O valor total é de R$ 2,54 bilhões. A quantia de R$ 718,6 milhões será paga na forma de dividendo e o valor bruto de R$ 1,83 bilhão na forma de JCP. As ações passaram a ser negociadas ex-dividendo desde 30 de abril de 2025.
Eletrobras (ELET3) conclui venda de térmicas para o grupo J&F [8]
A Eletrobras (ELET3) concluiu nesta quarta-feira, 14, o fechamento parcial da venda das térmicas para o grupo J&F (sucessor da Âmbar Energia no acordo). O fechamento anunciado inclui a transferência da totalidade de ativos e direitos detidos pela subsidiária Eletronorte quando do anúncio da transação em junho de 2024. Com a conclusão desta etapa da transação, a Eletrobras levanta um montante total de recursos de cerca de R$ 2,9 bilhões, que inclui o pagamento pelos ativos e o levantamento de depósitos em garantia relacionados aos contratos de fornecimento de gás. A Eletronorte já recebeu o caixa gerado pelas usinas entre o período da assinatura e o fechamento de cerca de R$ 600 milhões. A Eletrobras ainda mantém o direito ao recebimento do earn-out acordado entre as partes, no valor base total de R$ 1,2 bilhão. A Eletrobras informou ainda, que o fechamento da venda da UTE Santa Cruz (500MW), último ativo remanescente do portfólio alienado, aguarda a conclusão das respectivas aprovações regulatórias. “A conclusão desta importante etapa da transação reforça o compromisso da Eletrobras com a otimização de seu portfólio e alocação de capital, com foco na geração de valor e simplificação de sua estrutura conforme previsto em seu Plano Estratégico”, explicou a companhia em um fato relevante.
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