
Publicado às 21h35 – atualizado às 23h45
Notícias corporativas
Raízen (RAIZ4) reporta prejuízo de R$ 2,51 bilhões [1]
A Raízen (RAIZ4) teve prejuízo líquido de R$ 2,51 bilhões no quarto trimestre da safra 2024/25 (4T 24/25). No mesmo trimestre do ano anterior, o prejuízo foi de R$ 878,6 milhões. Segundo a Raízen, o prejuízo deve-se a desafios operacionais que comprometeram a performance dos negócios; efeitos não recorrentes, principalmente relacionados à revisão da estratégia de atuação em Trading; aumento das despesas financeiras; e constituição de provisão para não realização de tributos diferidos. O Ebitda no (4T 24/25) somou R$ 1,78 bilhão, queda de 54,6% na base anual. Já o Ebitda ajustado caiu 53,3% para R$ 1,72 bilhão na mesma base de comparação. A companhia explicou que a redução reflete, principalmente, os menores volumes comercializados de combustíveis e de açúcar próprio, além da menor contribuição das operações de Trading, que pressionaram as margens operacionais. Também destaca que a base de comparação (2023/24) foi favorecida por créditos fiscais, margens mais elevadas em combustíveis e maior volume produzido e vendido de açúcar e bioenergia. A receita líquida cresceu 7,5% na comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, para R$ 57,7 bilhões.
JBS (JBSS3) reporta lucro líquido de R$ 2,9 bi no 1T25 [2]
A JBS (JBSS3) teve lucro líquido de R$ 2,92 bilhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25). Esse valor corresponde à alta de 77,6% na comparação com o primeiro trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda ajustado atingiu R$ 8,92 bilhões no 1T25, crescimento de 38,9% na base anual de comparação. A receita líquida teve expansão de 28% no ano, para R$ 114,1 bilhões.
Lucro líquido da SLC Agrícola (SLCE3) mais que dobra no 1T25 [3]
A SLC Agrícola (SLCE3) divulgou na noite desta terça-feira, 13, o resultado do primeiro trimestre de 2025. A companhia obteve lucro líquido de R$ 510,7 milhões, resultado 123,1% maior que o registrado no 1T24. O Ebitda ajustado ficou em R$ 943,7 milhões no período, crescimento de 34% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. A receita líquida foi de R$ 2,33 bilhões no 1T25, alta de 19,1% na base anual.
CVC (CVCB3) reporta prejuízo líquido de R$ 7,4 milhões no 1T25; com ajuste, teve lucro [4]
A CVC Brasil (CVCB3) teve prejuízo líquido de R$ 7,4 milhões no primeiro trimestre (1T25), menor que o prejuízo de R$ 34,4 milhões do primeiro trimestre de 2024 (1T24). Considerando ajustes, registrou lucro líquido de R$ 24 milhões no 1T25, acima do lucro ajustado de R$ 4,1 milhões do 1T24. O Ebitda somou R$ 100,2 milhões, alta anual de 20,7%. O Ebitda ajustado atingiu R$ 104,7 milhões, alta de 21,4% no ano.
Boa Safra (SOJA3) reverte prejuízo e reporta lucro ajustado de R$ 0,7 milhão no 1T25
No primeiro trimestre de 2025 (1T25) a Boa Safra teve lucro líquido de R$ 16,9 milhões, alta de 108,3% frente aos R$ 8,1 milhões registrados no mesmo período de 2024, refletindo o aumento das vendas de sementes de soja e das demais culturas e serviços no mix de receita. Já o lucro líquido ajustado, que considera o lucro líquido contábil excluindo os efeitos de participações minoritárias e, para 2023, os impactos pontuais de IR/CSLL relacionados a exercícios anteriores, somou R$ 0,7 milhão, revertendo o prejuízo de R$ 5,8 milhões apurado no mesmo período de 2024 devido a maior venda de sementes neste trimestre refletindo nossa estratégia de diversificação e consequentemente mitigação da sazonalidade. No 1T25, o Ebitda ajustado consolidado totalizou R$ 28,6 milhões negativos, resultado semelhante ao registrado no 1T24, quando foi de R$ 29,2 milhões negativos.
Cury (CURY3): lucro líquido sobe no 1T25
A Cury (CURY3) reportou lucro líquido de R$ 213,5 milhões no 1T25, alta de 51,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024. O Ebitda ajustado foi de R$ 289,5 milhões no período, crescimento de 53,8% na base anual. A receita líquida somou R$ 1,21 bilhão, 45,2% acima da registrada no 1T24.
Veste (VSTE3): prejuízo líquido ajustado de R$ 10,5 milhões
A Veste (VSTE3) registrou prejuízo líquido ajustado de R$ 10,5 milhões, revertendo lucro líquido ajustado de R$ 378 mil do 1T24. O Ebitda ajustado da companhia no trimestre foi de R$ 46,8 milhões, 5,3% superior em relação ao mesmo trimestre de 2024. A receita líquida somou R$ 265,87 milhões, alta de 7,1% na base anual.
Santos Brasil (STPB3) lucro líquido sobe no 1T25
A Santos Brasil (STPB3) registrou lucro líquido de R$ 198,5 milhões no 1T25, alta de 34,3% frente ao mesmo período de 2024. O Ebitda somou R$ 496 milhões, 54,4% maior que o reportado no 1T24. A receita líquida totalizou R$ 883,7 milhões no período, alta de 37% na comparação ano a ano.
Allied (ALLD3): queda no lucro líquido
A Allied (ALLD3) teve lucro líquido de R$ 15,1 milhões no 1T25, queda de 69,9% em relação ao mesmo trimestre de 2024. O Ebitda ajustado ficou em R$ 50,5 milhões, queda de 14,3% na comparação anual. A receita líquida foi de R$ 1,197 bilhão, 15,6% menor que a reportada no 1T24.
Helbor (HBOR3): lucro líquido maior no 1T25
A Helbor (HBOR3) reportou lucro líquido de R$ 35,6 milhões no 1T25, aumento de 7,3% em relação ao 1T24. No 1T25, a receita operacional líquida atingiu R$ 299,2 milhões, refletindo um crescimento de 1,1% em comparação ao 1T24.
Enjoei (ENJU3) reduz prejuízo
A Enjoei (ENJU3) reportou prejuízo líquido de R$ 6,72 milhões no 1T25, redução de 11% em relação ao prejuízo de R$ 9,82 milhões no 1T24. O Ebitda atingiu R$ 995 mil no 1T25. No 1T24 ficou negativo em R$ 5,5 milhões. Já o Ebitda ajustado foi de R$ 1,5 milhão no 1T25, 39,8% menor que o reportado no 1T24. A receita líquida somou R$ 60,7 milhões, com queda de 1,4% frente ao mesmo período de 2024. O GMV consolidado das plataformas Enjoei e Elo7 atingiu R$ 399,1 milhões, crescimento de 4,4% em relação ao mesmo período do ano passado.
Nubank (ROXO34): lucro líquido sobe no 1T25
O Nubank (BDR: ROXO34) reportou lucro líquido de US$ 557,2 milhões no 1T25, alta de 74% na comparação com o mesmo período de 2024, descontados os efeitos do câmbio. As receitas subiram 40%, para US$ 3,2 bilhões, impactadas pelo crédito e por produtos como cartões. O ROE (retorno patrimonial anualizado) foi de 27% no período. Na operação global, o lucro líquido ajustado foi de US$ 606,5 milhões.
Casas Bahia (BHIA3) diz que está autorizada a seguir com trâmites para compensação de R$ 632 milhões de ganho de ação [5]
O Grupo Casas Bahia (BHIA3) informou nesta terça-feira que transitou em julgado a decisão favorável na ação TJSP nº 1048960-49.2016.8.26.0053 cuja natureza refere-se a ressarcimento de ICMS-ST por diferença de margem do período de 2011 a 2016. A partir desse trânsito em julgado, a varejista afirmou que está autorizada a seguir com os trâmites para compensação dos valores que correspondem a R$ 632 milhões. “Os valores poderão ser monetizados através de venda ou naturalmente pela normalidade do negócio”, destacou a companhia no fato relevante enviado ao mercado nesta terça-feira.
Massachusetts Financial Services eleva participação na B3 [6]
A gestora norte-americana Massachusetts Financial Services (MFS) elevou participação na B3 (B3SA3). A informação consta em um comunicado da B3 divulgado na noite desta terça-feira, 13. A gestora, em nome de seus clientes, adquiriu ações de emissão da B3, passando a deter, de forma agregada, 268.820.515 ações ordinárias, o que representa 5,10% das ações emitidas pela companhia.
Vittia (VITT3) paga em 16/05 JCP anunciado em dezembro/24 [7]
A Vittia (VITT3) divulgou nesta terça-feira, 13, que o pagamento dos juros sobre o capital próprio (JCP) anunciados em 27 de dezembro de 2024, será realizado no próximo dia 16 de maio, sexta-feira. O montante é de R$ 2.451.031,48. O valor por ação é R$ 0,01634756202.
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