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Notícia da Brava, GPA, Pague Menos, Tegma, Grupo Mateus, Motiva, Tim, BB Seguridade e de outras companhias

 

 

 

 

Publicado às 21h08 – atualizado às 21h42

Notícias corporativas

Brava (BRAV3) divulga produção de abril; companhia atinge recorde de produção [1]

A Brava (BRAV3) divulgou nesta segunda-feira, 5, os dados de produção preliminares e não auditados do mês de abril de 2025. A Brava atingiu recorde de produção, registrando uma média de 81,8 kboe/d no período, um aumento de mais de 15% quando comparado aos três primeiros meses de 2025 (1T25). “Este resultado reflete a evolução da operação offshore, com a melhor produção mensal desde dezembro de 2023 em Papa-Terra e os resultados preliminares dos poços 4H & 5H, a partir de 13 de abril, em Atlanta”, explicou a petroleira.

Em Atlanta a Brava concluiu a conexão dos poços 4H e 5H em 13 abril e o resultado de produção aferido no mês ainda não reflete o potencial máximo dos 4 poços em produção, afirmou a petroleira. A conclusão da conexão dos poços 2H e 3H está prevista para junho de 2025. Em Papa-Terra, após a etapa de otimização do sistema de geração de energia concluída em março, a companhia entregou o melhor mês de produção para o ativo desde dezembro de 2023. Em Manati, o operador obteve no fim de março de 2025 a autorização da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para retomada da operação, esperada para ser efetivada ainda em maio.

GPA (PCAR3) reduz prejuízo no 1T25; Ebitda sobe  [2]

O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) divulgou nesta segunda-feira, 5, que teve prejuízo líquido consolidado de R$ 169 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), 74,4% menor do que o prejuízo de R$ 660 milhões do primeiro trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda ajustado atingiu R$ 409 milhões no 1T25, alta de 9,9% na comparação com o 1T24. A receita líquida do GPA foi de R$ 4,7 bilhões no primeiro trimestre, expansão de 3,9% na base anual de comparação.

Aura Minerals (AURA33) anuncia pagamento de dividendo  [3]

A Aura Minerals (TSX: ORA; B3: AURA33) anunciou nesta segunda-feira, 5, que seu conselho de administração aprovou o pagamento de dividendo de US$ 0,40 por ação ordinária. O dividendo será pago em dólares americanos no dia 20 de maio de 2025 aos acionistas registrados até o encerramento do pregão de 13 de maio de 2025. Já os detentores dos Brazilian Depositary Receipts (BDRs) da Aura receberão US$ 0,1333 por BDR (uma vez que 1 ação da Aura equivale a 3 BDRs) e devem receber o pagamento até 30 de maio de 2025. Quem detém BDRs receberá o valor em reais com base na taxa de câmbio de mercado, que será divulgada em um comunicado ao mercado antes da data de pagamento. A data de registro para direito ao dividendo é 13 de maio de 2025. 

Motiva (MOTV3), ex-CCR, reporta alta no lucro ajustado no 1T25 [4]

A Motiva (MOTV3), antiga CCR, divulgou nesta segunda-feira, 5, que teve lucro líquido ajustado de R$ 539 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), alta de 20,2% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda ajustado foi de R$ 2,356 bilhões, crescimento de 14% na base anual de comparação. A receita líquida ajustada atingiu R$ 3,728 bilhões, expansão de 7,2% no ano.

TIM (TIMS3) anuncia o pagamento de R$ 300 milhões em JCP [5]

A TIM (TIMS3) anunciou nesta segunda-feira, 5, que seu conselho de administração aprovou a distribuição de R$ 300 milhões de reais na forma de juros sobre capital próprio (JCP). O valor bruto por ação é R$ 0,124084855. O pagamento ocorrerá até o dia 23 de julho de 2025, sendo a data de 21 de maio de 2025 como aquela que servirá para identificar os acionistas com direito a receber os JCP.

A TIM também divulgou nesta segunda-feira, 5, o resultado do primeiro trimestre de 2025 (1T25). No período, teve lucro líquido normalizado de R$ 810 milhões, alta de 56% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda normalizado foi de R$ 3,084 bilhões, alta de 6,7% na base anual de comparação.

Pague Menos (PGMN3) reverte prejuízo e tem lucro ajustado de R$ 13,1 milhões no 1T25 [6]

A Pague Menos (PGMN3) teve lucro líquido ajustado de R$ 13,1 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), revertendo o prejuízo de R$ 23,1 milhões registrado no mesmo período do ano anterior. A margem líquida foi de 0,4%, incremento de 1,1p.p. na comparação anual, refletindo a positiva combinação de expansão de rentabilidade operacional e economia de despesas financeiras. O Ebitda ajustado totalizou R$ 150,3 milhões no 1T25, crescimento de 55,2% sobre o mesmo período do ano anterior. Esse foi o maior patamar de rentabilidade para um primeiro trimestre do ano desde o 1T21, afirmou a companhia.

Lucro do Grupo Mateus (GMAT3) atinge R$ 318,6 milhões no 1T25, alta anual de 32,5% [7]

O Grupo Mateus (GMAT3) teve no primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido de R$ 318,6 milhões, crescimento de 32,5% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (1T24). O Ebitda (pós IFRS 16) cresceu 27,4% no 1T25, alcançando R$ 649,9 milhões, com margem de 7,8%. A receita líquida aumentou 12,9% no ano, totalizando R$ 8,3 bilhões no 1T25. Veja mais detalhes do resultado na tabela abaixo.

Tegma (TGMA3) reporta lucro de R$ 44 milhões no 1T25, alta anual de 17% [8]

A Tegma (TGMA3) reportou nesta segunda-feira, 5, que teve lucro líquido no primeiro trimestre de 2025 (1T25) de R$ 44 milhões, 17% superior ao do 1T24, representando um crescimento de 0,3 p.p. na margem líquida, atingindo 9,9%. Esse resultado é atribuído à melhora do resultado operacional e do resultado financeiro no período, explicou a companhia. O Ebitda do 1T25 foi de R$ 69 milhões (+18,1% no ano), com margem de 15,6%, 0,7 p.p. superior à margem Ebitda do 1T24, devido aos indicadores operacionais da divisão automotiva, aos ganhos de produtividade e ao controle de despesas. A receita líquida do 1T25 foi de R$ 440 milhões, 13% superior na comparação anual, refletindo o crescimento da divisão automotiva, devido ao aumento da quantidade de veículos transportados, do faturamento dos serviços logísticos e de transferência, assim como do crescimento das receitas da Logística Integrada.

BB Seguridade (BBSE3) reporta lucro de R$ 1,995 bilhão no 1T25, alta anual de 8,3% [9]

No primeiro trimestre de 2025 (1T25), o lucro líquido da BB Seguridade (BBSE3) alcançou R$ 1,995 bilhão (R$ 2,1 bilhões desconsiderado o descasamento temporal na atualização de ativos e passivos dos planos tradicionais da Brasilprev), alta de 8,3% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (1T24). Os números foram divulgado nesta segunda-feira, 5. Os principais fatores que levaram ao incremento de R$ 152,4 milhões em comparação ao lucro reportado no 1T24 foram: Brasilseg (+R$ 66 milhões) com crescimento do resultado financeiro e queda da sinistralidade; BB Corretora (+R$ 56 milhões) com alta das receitas de corretagem no segmento de seguros e crescimento do resultado financeiro; e  Brasilprev (+R$ 38 milhões) impulsionada pelo resultado financeiro e pelo crescimento das receitas com taxa de gestão. Por outro lado, a contribuição da Brasilcap para o lucro contraiu R$ 11,2 milhões decorrente da queda do resultado financeiro, com o ajuste negativo de operações de hedge e a alta do custo do passivo.

No 1T25, o resultado financeiro combinado da BB Seguridade e de suas investidas atingiu R$319,9 milhões, líquido de impostos, montante 37,9% superior ao reportado no mesmo período de 2024. A variação em relação ao 1T24 é explicada em grande parte por: (i) redução do resultado negativo de marcação a mercado (1T25: -R$10,3 milhões | 1T24: -R$71,3 milhões); (ii) alta da taxa média Selic; e (iii) expansão de 5,6% no saldo médio das aplicações financeiras combinadas.

No 1T25, o lucro líquido do negócio de seguros cresceu 8,7%, impulsionado pela evolução do resultado financeiro (+39,7%) e melhora da sinistralidade (-0,3 p.p.). No 1T25, o lucro líquido da operação de previdência atingiu R$356,1 milhões e foi 16,6% superior ao reportado no mesmo período de 2024. No 1T25, o lucro líquido da operação de capitalização foi 23,6% inferior ao reportado no mesmo período de 2024, alcançando R$54,0 milhões. A queda no comparativo é atribuída à redução de 41,8% do resultado financeiro, impactado pelo ajuste negativo de operações de hedge e pela elevação do custo do passivo, decorrente do aumento da Taxa Referencial (TR). No 1T25, o lucro líquido da BB Corretora cresceu 7,1% em relação ao 1T24, com aumento de receitas e expansão da margem líquida.

Investidor Rafael Ferri reduz participação no GPA (PCAR3) [10]

O investidor Rafael Ferri informou que sua participação, direta e indireta no GPA (PCAR3) foi reduzida para 2,37% do total de ações ordinárias de emissão da companhia. Essa participação, somada a instrumentos financeiros derivativos de liquidação física de sua titularidade, com exposição equivalente a 0,36% do total de ações ordinárias do GPA, totaliza o percentual de 2,73%. As informações foram divulgadas pelo GPA nesta segunda-feira, 5.

Azzas 2154 (AZZA3) anuncia programa de recompra de ações

O conselho de administração da Azzas 2154 (AZZA3) aprovou um programa de recompra de ações. Poderão ser adquiridas até 10% das ações em circulação, correspondentes, para fins de referência, a 12.423.969 ações, e observado a alocação limite do valor total de até R$ 400 milhões de reais para a aquisição das ações. O programa encerra em 9 de novembro de 2026. 

Divulgam resultado do 1T25 nesta terça, 6:

Embraer, Caixa Seguridade, Raia Drogasil, Vibra, Odontoprev, Vamos, Vulcabras, Blau Farmacêutica, JSL, Carrefour e Aeris – após o fechamento do mercado.

Pagam provento nesta terça, 6:

Allos (ALOS3)  [11]

A Allos paga nesta terça-feira, 6, dividendo intercalar anunciado em 14 de março no valor de R$ 0,10 por ação.

CCR (CCRO)  [12]

A CCR paga nesta terça-feira, 6, dividendo aprovado em assembleia no valor de R$ 0,15 por ação. As ações passaram a ser negociadas “ex dividendos” desde 24 de abril.

Cury (CURY3)  [13]

A Cury paga nesta terça, 6, dividendo aprovado em assembleia no valor de R$ 0,53 por ação. Terão direito ao dividendo as pessoas inscritas como acionistas na data-base de 17 de abril de 2025. As ações são negociadas “ex-dividendos” desde 22 de abril.

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