
Publicado às 7h52
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h50)
Alemanha (DAX): +0,68%
Londres (FTSE 100): +0,50%
Japão (Nikkei 225): +1,51% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,30% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +0,40% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +1,94% (US$ 64,04). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +2,14% (US$ 61,16)
Bitcoin futuro: +0,59% (US$ 103.785)
Minério de ferro em Dalian (7h45 – hora de Brasília)
O contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, queda de 0,5% a 696 iuanes (US$ 96,3). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [1]
Futuros de ações em Nova York
Às 7h51 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 0,14% e o S&P 500 futuro com valorização de 0,32%. Nasdaq futuro subia 0,44%.
Notícias corporativas
CSN Mineração (CMIN3) anuncia R$ 1,3 bi em proventos. Veja os detalhes:
O conselho de administração da CSN Mineração (CMIN3) aprovou nesta quinta-feira, 8, a distribuição de R$ 1,3 bilhão em proventos. Desse valor, R$ 1 bilhão e noventa milhões de reais serão pagos a título de dividendos intermediários, correspondendo ao valor de R$ 0,200661094064 por ação; e R$ 210 milhões de reais serão pagos na forma de juros sobre o capital próprio, correspondendo a R$ 0,0386594768380 por ação (ou R$ 0,032860555312 líquidos por ação). Terão direito ao recebimento desses dividendos e juros sobre o capital próprio as pessoas com ações em 13 de maio de 2025. A partir do dia 14 de maio de 2025, as ações passarão a ser negociadas ex-dividendos. O pagamento desses proventos será feito até 31 de dezembro de 2025, em data a ser definida pela companhia.
A CSN Mineração informou também o resultado do primeiro trimestre de 2025 (1T25). A companhia registrou prejuízo líquido de R$ 357 milhões, revertendo lucro de R$ 558 milhões reportado no 1T24. O Ebitda ajustado somou R$ 1,427 bilhão no período, 27% acima do reportado no mesmo trimestre do ano passado. A receita líquida ajustada totalizou R$ 3,41 bilhões, desempenho 21,7% superior ao do 1T24.
Alupar (ALUP11) reporta lucro líquido regulatório de R$ 140 milhões no 1T25 e aprova dividendo
A Alupar (ALUP11) teve lucro líquido regulatório de R$ 140 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), queda de 9% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (1T24). Na base IFRS, o lucro da empresa totalizou R$ 298,8 milhões, crescimento de 17,2% na comparação com o 1T24. O Ebitda regulatório foi de R$ 685,6 milhões, 2,5% acima do registrado no 1T24. Já o Ebitda consolidado totalizou R$ 932,5 milhões, alta de 14,9% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Considerando os números regulatórios, a Receita Líquida, de R$ 857,5 milhões, representou alta de 8,3% na comparação com o mesmo período do ano passado. O conselho de administração da Alupar aprovou a distribuição de R$ 69,2 milhões em dividendos intercalares, o equivalente a R$ 0,21 por Unit, o que representa um payout de 52% sobre o lucro líquido regulatório do trimestre. Esses dividendos intercalares serão pagos em parcela única em até 60 dias a contar desta quinta-feira, 8 de maio. Terão direito acionistas registrados como tal em 15 de maio de 2025, sendo que, a partir de 16 de maio, inclusive, as Units da companhia passarão a ser negociadas ex-dividendos.
BR Partners (BRBI11) anuncia pagamento de dividendos intercalares [2]
O conselho de administração do BR Partners (BRBI11) aprovou o pagamento de dividendos intercalares. O valor é de R$ 31.498.711,20. O valor por unit é R$ 0,30 (trinta centavos). O pagamento terá como beneficiários os acionistas que estiverem inscritos nos registros da companhia na data de 12 de maio de 2025. As ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio de 2025, inclusive. O pagamento será em 23 de maio de 2025.
PetroReconcavo (RECV3) anuncia R$ 263 milhões em juros sobre o capital [3]
O conselho de administração da PetroReconcavo (RECV3) aprovou a distribuição de juros sobre o capital próprio (JCP) no valor bruto de R$ 263.400.000,00 correspondente ao valor bruto de R$ 0,900140 por ação ordinária. Terão direito acionistas inscritos nos registros da companhia em 15 de maio de 2025, sendo que as ações serão negociadas “ex-proventos” a partir de 16 de maio de 2025. O pagamento será realizado aos acionistas no dia 27 de maio de 2025.
A PetroRecôncavo (RECV3) divulgou também que teve lucro líquido no primeiro trimestre de 2025 (1T25) de R$ 227,5 milhões, alta de 107% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (1T24). Já o lucro líquido ajustado foi de R$ 136,060 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), alta anual de 24%. O Ebtida, conforme instrução da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) nº 527, foi de R$ 424 milhões no 1T25, aumento de 5% em relação ao trimestre anterior e de 20% em relação ao mesmo período de 2024. A Receita Líquida foi de R$ 861 milhões no trimestre, aumento de 16% em relação ao 1T24.
Mitre (MTRE3) anuncia pagamento de dividendos intercalares [4]
O conselho de administração da Mitre (MTRE3) aprovou a distribuição de dividendos intercalares no montante total de R$ 15 milhões, equivalente a R$ 0,14181068802 por ação ordinária. O pagamento será efetuado em três parcelas de R$ 5 milhões, equivalente a R$ 0,04727022934 por ação ordinária. A primeira parcela tem data de corte em 16/06/2025 e pagamento em 03/07/2025. A segunda parcela tem data de corte em 17/07/2025 e pagamento em 04/08/2025. A terceira parcela tem data de corte em 18/08/2025 e pagamento em 03/09/2025.
CSN (CSNA3) registra prejuízo líquido no 1T25
A CSN (CSNA3) informou na noite de quinta-feira, 8, o resultado do primeiro trimestre de 2025 (1T25). A companhia reportou prejuízo líquido de R$ 732 milhões, maior que o prejuízo de R$ 480 milhões do 1T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 2,5 bilhões, alta de 27,6% na comparação anual. No 1T25, a receita líquida totalizou R$ 10,9 bilhões, 12,3% superior na comparação com o mesmo período de 2024.
Porto (PSSA3) tem lucro líquido de R$ 832,3 milhões no 1T25
A Porto (PSSA3) reportou no primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido de R$ 832,3 milhões, alta de 27,8% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (1T24). A receita total foi de R$ 9,9 bilhões no 1T25, alta anual de 14,6%. O ROAE (Return on Average Equity – Retorno sobre Patrimônio Líquido Médio) foi de 23,9% no 1T25, contra 20,9% no 1T24.
Copel (CPLE6): lucro líquido de R$ 664,7 milhões no 1T25 [5]
O lucro líquido da Copel (CPLE6) reportado no primeiro trimestre de 2025 (1T25) foi de R$ 664,7 milhões, 24,6% superior ao lucro líquido reportado no primeiro trimestre de 2024 (1T24). Ajustado pelos efeitos não recorrentes, o lucro líquido recorrente foi de R$ 576,9 milhões no 1T25, alta de 6,4% na base anual. O Ebitda recorrente da Copel foi de R$ 1,503 bilhão no 1T25, 13% acima do registrado no 1T24. A receita operacional líquida totalizou R$ 5,892 bilhões no 1T25, crescimento de 8,8% em relação aos R$ 5,417 bilhões registrados no 1T24.
Cogna (COGN3) reverte prejuízo e tem lucro líquido de R$ 95,1 milhões no 1T25 [6]
A Cogna (COGN3) teve lucro líquido de R$ 95,1 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25). Dessa forma reverte o prejuízo de R$ 8,5 milhões do primeiro trimestre de 2024 (1T24). Em termos ajustados, o lucro foi de R$ 154,4 milhões, alta de 205,7% na comparação anual. O Ebitda recorrente cresceu 12,2%, para R$ 556 milhões. A receita líquida somou R$ 1,6 bilhão, alta de 5,8% no ano.
Sanepar (SAPR11) reporta lucro líquido de R$ 1,208 bilhão no 1T25, alta anual de 218,4% [7]
A Sanepar (SAPR11) reportou lucro líquido de R$ 1,208 bilhão no primeiro trimestre de 2025 (1T25), alta de 218,4% em relação ao primeiro trimestre de 2024 (1T24). Segundo a companhia, o resultado foi impactado principalmente pelo reconhecimento da Receita relacionada com os Precatórios a Receber da Ação Judicial do IRPJ, no montante líquido de R$ 845 milhões. O Ebitda foi de R$ 1,115 bilhão no 1T25, alta de 44,1% na base anual. A Receita Líquida atingiu R$ 1,805 bilhão, alta de 6,3% em relação ao 1T24.
Itaú (ITUB4) reporta lucro recorrente de R$ 11,1 bi no 1T25, alta anual [8]
O Itaú Unibanco (ITUB4) que teve lucro recorrente gerencial de R$ 11,1 bilhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25). Esse valor corresponde à alta anual de 13,9% na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (1T24). Segundo o banco, o resultado se deve à combinação de um “mix saudável da carteira de crédito, de uma inadimplência controlada e do foco nas necessidades de seus clientes”. O retorno anualizado sobre o patrimônio líquido foi de 22,5%. Crescimento da margem financeira com clientes em 13,9% na comparação anual, impulsionado pelo efeito positivo do crescimento da carteira de crédito, da maior margem com passivos, além da melhor remuneração do capital do banco. No primeiro trimestre, o índice de inadimplência acima de 90 dias reduziu 0,4 p.p. na comparação anual, com destaque para a inadimplência da carteira de pessoas físicas, que fechou o trimestre em 3,6%, o menor patamar da história, com redução de 0,6 p.p. no ano. O crescimento da carteira de crédito total foi de 13,2% ante o primeiro trimestre de 2024. A carteira de pessoas físicas aumentou 8,6% em 12 meses, com destaque nos crescimentos de 16,7% em crédito imobiliário, 9,0% em veículos e 7,8% em crédito pessoal. As receitas de serviços e seguros cresceram 5,6% em comparação com o mesmo período de 2024, impulsionadas, principalmente pelo aumento do faturamento na atividade de emissão de cartões e maiores ganhos com administração de recursos, além do crescimento de 16% no resultado de seguros.
B3 (B3SA): lucro líquido estável no 1T25
A B3 (B3SA) obteve lucro líquido recorrente de R$ 1,13 bilhão no 1T25, praticamente estável em relação ao trimestre do ano anterior, com queda de 0,1%. A receita líquida subiu 7,5% no período, na comparação anual, a R$ 2,39 bilhões. O Ebitda recorrente somou R$ 1,66 bilhão, alta de 5,5% frente ao 1T24.
Ecorodovias (ECOR3): queda no lucro líquido
A Ecorodovias (ECOR3) reportou lucro líquido de R$ 146,7 milhões no 1T25, queda de 36,6% na comparação com o mesmo trimestre de 2024. O Ebitda ajustado somou R$ 1,254 bilhão, com crescimento de 15,3% em relação ao 1T24. A receita líquida foi de R$ 1,668 bilhão, 9,7% acima da registrada no mesmo período do ano anterior.
Totvs (TOTS3): lucro líquido maior
A Totvs (TOTS3) registrou lucro líquido ajustado de R$ 227,7 milhões no 1T25, alta 43,7% em relação ao 1T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 378,7 milhões no período, alta de 23,8% na comparação anual. A receita líquida totalizou R$ 1,46 bilhão, crescimento de 19,3% em relação ao 1T24.
Localiza (RENT3): alta no lucro líquido
A Localiza (RENT3) obteve lucro líquido de R$ 842 milhões no 1T25, crescimento de 14,8% na comparação com o 1T24. O Ebitda somou R$ 3,27 bilhões, alta de 13,9% na comparação ano a ano. Já a receita líquida foi de R$ 10,139 bilhões, alta de 16,7% em relação ao 1T24.
Suzano (SUZB3): lucro líquido tem forte alta
A Suzano (SUZB3) registrou lucro líquido de R$ 6,348 bilhões no 1T25, forte alta em relação aos R$ 220 milhões reportados no 1T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 4,866 bilhões, 7% superior ao do 1T24. A receita líquida do período somou R$ 11,55 bilhões, com 22% de alta na comparação anual.
Prejuízo líquido da Randoncorp (RAPT4)
A Randoncorp (RAPT4) reportou prejuízo líquido de R$ 7,7 milhões no 1T25. No 1T24, a companhia obteve lucro líquido de R$ 81,8 milhões. A companhia explicou que o resultado negativo deve-se à despesa não recorrente relativa ao ‘earn out’ da Hercules, que penalizou o resultado líquido em R$ 71,2 milhões no trimestre; redução do resultado financeiro; e impacto líquido relativo ao ganho de processo tributário (R$ 28 milhões). O Ebitda ajustado somou R$ 425,1 milhões, alta de 22,5% na comparação anual. A receita líquida foi de R$ 3,2 bilhões, avanço de 25,8% frente ao 1T24.
MRV&Co (MRVE3): prejuízo líquido no 1T25
A MRV&Co (MRVE3) obteve prejuízo líquido ajustado de R$ 262,9 milhões no 1T25, com o impacto das operações da subsidiária Resia, nos Estados Unidos, afetada por reestruturação e prejuízo na venda de ativos. Mesmo com receita líquida consolidada de R$ 2,28 bilhões, o resultado financeiro negativo e os impactos da Resia prejudicaram o balanço da companhia.
No segmento de incorporação, o lucro líquido ajustado totalizou R$ 26 milhões, 52,2% menor na comparação anual.
Lojas Renner (LREN3): lucro líquido sobe
A Lojas Renner (LREN3) obteve lucro líquido de R$ 221 milhões no 1T25, alta de 58,7% em relação ao 1T24. O Ebitda ajustado foi de R$ 585,2 milhões, avanço de cerca de 55% na comparação anual.
Petz (PETZ3): lucro líquido menor
A Petz (PETZ3) reportou lucro líquido ajustado de R$1,06 milhão no 1T25, queda de 86,7% em relação ao mesmo período de 2024. O Ebitda ajustado totalizou R$ 55,99 milhões, 6,9% menor na comparação ano a ano. A receita líquida somou R$ 839,2 milhões, alta anual de 7,9%.
Unipar (UNIP3): lucro líquido sobe no 1T25
A Unipar (UNIP3) reportou lucro líquido de R$ 150 milhões no 1T25, alta de 168% na comparação anual, impactado positivamente pelos resultados operacionais. O Ebitda foi de R$ 336 milhões, 79% acima do reportado no mesmo período de 2024. A receita líquida atingiu R$ 1,37 bilhão no 1T25, 18% superior à registrada no 1T24.
Cemig (CMIG4) tem queda no lucro líquido
A Cemig (CMIG4) reportou lucro líquido de R$ 1,04 bilhão no 1T25, queda de 9,9% na comparação anual. O Ebitda recorrente caiu 9,6% em relação ao 1T24, a R$ 1,799 bilhão. A receita líquida foi de R$ 9,84 bilhões, alta de 9,7% na comparação ano a ano.
Banco ABC (ABCB4) reporta lucro líquido de R$ 225,6 milhões n 1T25
O Banco ABC (ABCB4) teve lucro líquido de R$ 225,6 milhões no primeiro trimestre de 2025 (1T25), crescimento de 1,1% em relação ao mesmo período de 2024 (1T24). O Retorno sobre Patrimônio Anualizado (ROAE) foi de 14,1%, redução de 102 pontos base no comparativo anual, influenciado pela sazonalidade do volume de negócios – mais concentrado no segundo semestre – e por uma abordagem mais conservadora no apetite à risco, explicou a instituição financeira. A Carteira de Crédito Expandida encerrou o trimestre em R$ 51,2 bilhões, apresentando um crescimento de 11,4% nos últimos 12 meses. Destaque para o segmento Corporate que apresentou uma expansão de 20,1% na comparação anual.
Brava (BRAV3) desiste de vender ativos onshore e de águas rasas na Bahia [9]
A Brava (BRAV3) divulgou que optou por encerrar as negociações relativas ao processo de desinvestimento de ativos onshore e de águas rasas, o qual estava restrito aos campos localizados no estado da Bahia. Segundo a petroleira, a referida decisão ocorre após recordes de produção e maior eficiência operacional dos ativos onshore da Bahia ao longo dos últimos trimestres, “os quais fortalecem a posição estratégica da companhia no segmento de gás e potencializam as sinergias de um portfólio integrado”, e a entrada em operação do FPSO Atlanta e atingimento de maior eficiência operacional em Papa-Terra, os dois principais projetos offshore da companhia. “Nesse contexto, a administração optou por manter um portfólio de ativos diversificado, mitigando os riscos inerentes à concentração de operações em projetos específicos, de forma a assegurar resiliência de produção em um mercado dinâmico”, explicou a Brava.
Agenda de proventos desta sexta-feira, 9:
Fleury (FLRY3) paga dividendo [10]
A Fleury paga nesta sexta-feira, 9, dividendo no valor de R$ 0,46 por ação. Tem direito aos dividendos acionistas da companhia no fechamento do pregão de 6 de março de 2025. As ações são negociadas na condição “ex” dividendos desde 7 de março.
JHSF Participações (JHSF3) [11]
A JHSF Participações paga nesta parcela do dividendo. A base acionária foi 29 de abril. O valor da parcela é R$ 0,03.
Ânima (ANIM3) [12]
A Ânima paga nesta sexta-feira, 9, dividendos, no valor de R$ 0,05 por ação. Tem direito aos dividendos acionistas titulares de ações em 24 de abril. Desde 25 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex- dividendos”.
Bemobi (BMOB3) [13]
A Bemobi paga dividendo nesta sexta-feira, 9, no valor de R$ 0,69 por ação. Tem direito acionistas com ações em 24 de abril. As ações são negociadas ex-dividendos desde 25 de abril de 2025.
Marcopolo (POMO4) [14]
A Marcopolo paga a partir desta sexta-feira, 9, juros sobre o capital. O valor bruto por ação é R$ 0,085. Tem direito quem detinha ações em 30 de abril de 2025. Desde 1º de maio, inclusive, os papéis da companhia são negociados ex-juros.
Priner (PRNR3) [15]
A Priner paga nesta sexta, 9, dividendo no valor de R$ 0,05 por ação ordinária. Tem direito acionistas com ações em 29 de abril. Desde 30 de abril as ações são consideradas “ex-direito” aos dividendos.
Odontoprev (ODPV3) [16]
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Odontoprev anunciado em 6 de maio, é nesta sexta-feira, 9. As serão negociadas ex-direito a dividendos a partir de 12 de maio, inclusive. O valor total é de R$ 118 milhões, correspondendo a R$ 0,21 por ação. O pagamento será em 10 de dezembro de 2025.
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