
Publicado às 7h57
Acordo entre China e EUA
Após se reunirem em Genebra no fim de semana, China e Estados Unidos concordaram em reduzir durante 90 dias as chamadas “tarifas recíprocas” entre os dois países. Com o acordo, as tarifas norte-americanas sobre as importações chinesas cairão de 145% para 30%. Já as taxas da China sobre os produtos americanos serão reduzidas de 125% para 10%. Com essas decisões, os índices futuros têm forte alta nesta segunda-feira.
Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): +1,01%
Londres (FTSE 100): +0,39%
Japão (Nikkei 225): +0,42% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,82% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +2,98% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +2,99% (US$ 65,8). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +3,16% (US$ 62,9)
Bitcoin futuro: +0,62% (US$ 104.800)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
O contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, alta de 3,15% a 718 iuanes (US$ 99,2). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [1]
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em alta de 2,44% e o S&P 500 futuro com valorização de 3,11%. Nasdaq futuro subia 4,05%.
Notícias corporativas
BTG Pactual (BPAC11) reporta lucro de R$ 3,37 bi no 1T25
O banco BTG Pactual (BPAC11) teve alta de 16,6% no lucro líquido ajustado no primeiro trimestre de 2025 (1T25) na comparação com o mesmo trimestre de 2024 (1T24), para R$ 3,37 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 23,2%, alta de 0,4 ponto percentual no período. A receita total do período atingiu R$ 6,84 bilhões. As despesas operacionais tiveram redução, para R$ 2,82 bilhões, uma queda de 1,8% em relação ao 1T24.
Braskem (BRKM5) reverte prejuízo e reporta lucro líquido de R$ 698 milhões no 1T25 [2]
A Braskem (BRKM5) divulgou na noite de sexta-feira, 9, que teve no primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido atribuível aos acionistas de US$ 113 milhões, ou R$ 698 milhões. Dessa forma, reverte o prejuízo de R$ 1,34 bilhão do primeiro trimestre de 2024 (1T24). A companhia explicou que o resultado deve-se, principalmente, ao impacto de R$ 1,9 bilhão de variação cambial positiva no resultado financeiro; e da margem bruta de 6,73%, um aumento de 0,7 p.p. em relação ao trimestre anterior. O Ebitda Recorrente consolidado no 1T25 foi de R$ 1,32 bilhão, alta de 16% em relação ao 1T24. A geração de caixa operacional foi negativa em R$ 936 milhões, impactada pela formação de estoques e pela concentração dos pagamentos semestrais dos juros dos títulos de dívida. A receita líquida atingiu R$ 19,5 bilhões, alta de 9% em relação ao primeiro trimestre de 2024.
BlackRock eleva participação na Raízen (RAIZ4) [3]
A gestora americana BlackRock, uma das maiores do mundo, elevou participação na Raízen (RAIZ4). A informação foi divulgada pela companhia brasileira na noite de sexta-feira, 9. A BlackRock, em nome de alguns de seus clientes, na qualidade de administrador de investimentos, adquiriu ações preferenciais emitidas pela Raízen, sendo que, em 7 de maio de 2025, suas participações, de forma agregada, passaram a ser de 67.965.629 ações preferenciais, representando aproximadamente 5,001% do total de ações preferenciais de emissão da companhia; e 2.783.869 instrumentos financeiros derivativos referenciados em ações preferenciais com liquidação financeira, representando aproximadamente 0,205% do total de ações preferenciais. “O objetivo das participações societárias acima mencionadas é estritamente de investimento, não objetivando alteração do controle acionário ou da estrutura administrativa da companhia”, afirmou a BlackRock.
AGU e CGU assinam acordo de leniência com Minerva (BEEF3) [4]
A Advocacia-Geral da União (AGU) e a Controladoria-Geral da União (CGU) assinaram um acordo de leniência com a Minerva (BEEF3). Pelo acordo, a empresa se compromete a pagar R$ 22.040.373,16 à União, com base na Lei nº 12.846/2013 (Lei Anticorrupção), que dispõe sobre a responsabilização administrativa e civil de pessoas jurídicas pela prática de atos contra a administração pública. “O acordo tem relação com fatos antigos, apurados no âmbito de operação da Polícia Federal, deflagrada em 2017 , que contou com o apoio e cooperação ativa de colaboradores da Minerva, afirmou a companhia em um comunicado, destacando que a investigação apurava supostas irregularidades envolvendo pagamentos não previstos na legislação a Auditores Fiscais Federais Agropecuários (AFFA) na cidade de Araguaína, no estado de Tocantins. A Minerva explicou também que o valor do acordo é relativo exclusivamente à multa prevista na Lei n.º 12.846, de 2013, não tendo sido verificados danos ao erário ou vantagens auferidas pela companhia.
Fitch atribui, pela 1°vez, rating ‘AAA(bra)’ à Emae (EMAE4) [5]
A agência de classificação de risco Fitch atribuiu, pela primeira vez, o Rating Nacional de Longo Prazo ‘AAA(bra)’ à Emae (EMAE4). A perspectiva do rating é “estável”. A agência destaca que o rating da Emae reflete a elevada previsibilidade de sua receita e de seu Ebitda, a partir de sua base de ativos no segmento de geração de energia elétrica no Brasil. Ainda de acordo com a Fitch, a classificação incorpora a expectativa de que a empresa permanecerá sem dívida nos próximos anos, com o somatório da sua liquidez ao final de 2024 e das indenizações a serem recebidas da Petrobras (PETR3, PETR4) em montante suficiente para cumprir o potencial novo investimento na construção de uma pequena central hidrelétrica (PCH). “Apesar de a geração de caixa operacional da Emae estar altamente concentrada no seu principal ativo – o que representa um indicador de risco –, este fator não diferencia sua classificação da dos principais pares em escala nacional”, explica a Fitch.
Sabesp (SBSP3) contrata 2ª tranche de financiamento junto a IFC [6]
A Sabesp (SBSP3) informou neste fim de semana, 9, que foi contratada a 2ª tranche no âmbito do contrato de financiamento, de 14 de novembro de 2024, com a International Finance Corporation – IFC, instituição do Grupo Banco Mundial. O valor é de US$ 600 milhões de dólares. O B1 Loan é caracterizado como um Blue Loan, em linha com as categorias de projetos azuis descritas no Framework de Finanças Sustentáveis (Blue Finance Framework), elaborado pela companhia em março de 2025. Os recursos serão direcionados a investimentos em infraestrutura de saneamento básico na Região Metropolitana de São Paulo, relacionados ao programa Integra Tietê.
Petrobras informa sobre acordo com a Proquigel [7]
A Petrobras (PETR3, PETR4) informou que a Proquigel, subsidiária da Unigel, aprovou o acordo para encerramento das controvérsias contratuais e litígios existentes entre as partes. O conselho de administração da Petrobras ratificou a decisão, autorizando a celebração do acordo, com prazo para assinatura até 31/05/2025. O acordo prevê o restabelecimento da posse das plantas de fertilizantes (FAFENs), na Bahia e em Sergipe, e a retomada das operações pela Petrobras, mediante procedimento licitatório para contratação de serviços de operação e manutenção, em conformidade com as práticas de governança e os procedimentos internos aplicáveis. Para produzir seus efeitos, o acordo ainda precisará ser homologado pelo Tribunal Arbitral. Segundo a Petrobras, a “retomada de atividades da companhia nos segmentos de Fertilizantes busca capturar valor com a produção e a comercialização de produtos nitrogenados, conciliando com a cadeia de produção de óleo e gás natural e a transição energética”.
Banco do Brasil (BBAS3) altera data de divulgação do resultado do 1T25 [8]
O Banco do Brasil (BBAS3) alterou a data de divulgação do resultado do primeiro trimestre (1T25). Passou do dia 13 de maio para o dia 15 de maio (próxima quinta-feira). “Em virtude da participação da Presidenta do BB, Sra. Tarciana Paula Gomes Medeiros, na comitiva brasileira em visita oficial à China para diversos compromissos institucionais e comerciais entre os países, ficaria impossibilitada a sua presença nos eventos da divulgação do resultado do 1T25 previstos para o dia 13 de maio de 2025”, explicou o banco estatal. A live com analistas e investidores será realizada no dia 16 de maio, sexta-feira, a partir das 9 horas, horário de Brasília, e transmitida ao vivo no site de Relações com Investidores (www.bb.com.br/ri). 4. O Banco do Brasil informou também que a data de anúncio da distribuição dos juros sobre o capital próprio complementar referente ao 1º trimestre de 2025, será alterada para 15 de maio de 2025
Isa Energia (ISAE4): STJ pede convocação de audiência sobre disputa com Fazenda de SP [9]
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou que o Centro Judiciário de Soluções de Conflitos do STJ (Cejusc/STJ) convoque a Isa Energia (ISAE4) e a Fazenda Pública do Estado de São Paulo para uma audiência presencial de instalação da mediação a ser realizada no próximo dia 22 de maio. A informação consta em um comunicado da Isa Energia divulgado na última sexta-feira, 9. A companhia contesta a complementação de aposentadoria e pensão regida pela Lei Estadual 4.819/58, aplicável aos colaboradores admitidos pela Companhia Energética de São Paulo (Cesp) até maio de 1974. “Cabe destacar que o procedimento de mediação para uma tentativa de conciliação amigável perdurará enquanto houver intenção de ambas as partes em seguir com a mediação e não altera qualquer decisão judicial vigente ou o atual fluxo de pagamentos”, afirmou a Isa Energia. A companhia destacou que, caso seja infrutífera, o processo judicial será remetido de volta ao ministro relator, Francisco Falcão, que dará sequência ao trâmite normal do processo. Caso a mediação e a negociação sejam bem-sucedidas, as condições do acordo que for eventualmente firmado serão divulgadas pela Isa Energia tempestivamente.
Companhias que pagam provento ou ‘têm data’ com nesta segunda:
Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta segunda-feira, 12. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.
Segunda, 12
Movida (MOVI3) [10]
A Movida paga nesta segunda, 12, dividendos no valor de R$ 0,02 por ação. Tem direito as pessoas com ações da companhia em 30 de abril. As ações são negociadas ex-direito aos dividendos desde 2 de maio.
Embraer (EMBR3) [11]
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Embraer anunciado em 29 de abril, é nesta segunda-feira, 12. As ações serão negociadas ex-dividendos na B3 a partir de 13 de maio. O valor é de R$ 0,07 por ação ordinária. O pagamento dos dividendos será realizado em 23 de maio.
Taesa (TAEE11) [12]
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da Taesa anunciados em 7 de maio, é nesta segunda, 12. A partir do dia 13 de maio as ações e units passarão a ser negociadas “ex-JCP”. O valor por unit é R$ 0,54652244673. O valor por ação ação TAEE3/TAEE4 é R$ 0,18. O pagamento do JCP ocorrerá no dia 27 de agosto de 2025.
Wilson Sons (PORT3) [13]
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo da Wilson Sons é nesta segunda, 12. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio. O valor a ser distribuído é de R$ 0,28 por ação ordinária. O pagamento será efetuado até 19 de maio de 2025.
BR Partners (BRBI11) [14]
A ‘data com’ para ter direito aos dividendos intercalares da BR Partners anunciados em 8 de maio, é nesta segunda, 12. As ações de emissão da companhia serão negociadas ex-dividendos a partir de 13 de maio de 2025, inclusive. O valor por unit é R$ 0,30 (trinta centavos). O pagamento será em 23 de maio de 2025.
os registros da companhia na data de 5 de maio de 2025 (data da declaração).
Agenda de resultados do 1T25 desta semana:
Segunda, 12
BTG Pactual, Banco Inter – antes da abertura do mercado.
Petrobras, Itaúsa, Telefônica Brasil, Sabesp, Hapvida, Natura, Banco Pan, Brava, Direcional, Yduqs, IRB, Grupo SBF, Track & Field, Dimed, Even, OceanPact – após o fechamento do mercado.
Terça-feira, 13
JBS, CVC, Nubank, Raízen, Santos Brasil, Cury, SLC Agrícola, Bemobi, Armac, Boa Safra, Vitru, Vittia, Veste, Allied, Viveo, Helbor, Enjoei, Sequoia, Infracommerce – após o fechamento do mercado.
Quarta-feira, 14
Azul – antes da abertura do mercado.
Eletrobras, Equatorial, Eneva, Ambipar, Allos, Copasa, Mahle Metal Leve, Tupy, Log-In, Banco BMG, Dasa, Light, Unifique, Moura Dubeux, Trisul, Americanas, Ser Educacional, Positivo, Priner, Melnick, Qualicorp, Casas Bahia, TC, Oi, Dotz, Westwing, Time For Fun – após o fechamento do mercado.
Quinta-feira, 15
Banrisul – antes da abertura do mercado.
Banco do Brasil, CPFL, BRF, Marfrig, Cosan, Cyrela, Eztec, Gafisa, Orizon, Oncoclínicas, Cruzeiro do Sul, Ouro Fino, Brisanet, Dexxos, Syn, Marisa, Méliuz, Alliança Saúde, Gol, Neogrid, Tecnisa, Nexpe – após o fechamento do mercado.
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