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Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)
Alemanha (DAX): -0,35%
Londres (FTSE 100): -0,09%
Japão (Nikkei 225): -0,58% (pregão encerrado)
China (Xangai Comp.): +0,21% (pregão encerrado)
Hong Kong (Hang Seng): +0,62% (pregão encerrado)
Petróleo Brent: +0,80% (US$ 65,8). O Brent é referência para a Petrobras.
Petróleo WTI: +0,87% (US$ 62,5)
Bitcoin futuro: -0,72% (US$ 106.580)
Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília)
O contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, alta de 0,76% a 728 iuanes (US$ 100,83). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [4]
Futuros de ações em Nova York
Às 7h55 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,98% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 0,76%. Nasdaq futuro caía 0,81%.
Notícias corporativas
Valid (VLID3) define data para pagamento de 2° parcela de JCP [5]
A Valid (VLID3) realizará no dia 30 de junho de 2025 o pagamento da segunda parcela dos juros sobre capital próprio informado ao mercado por meio de aviso aos acionistas no dia 18 de fevereiro de 2025. Terão direito aos juros sobre capital próprio acionistas da companhia detentores de ação em 13 de março de 2025. O valor será pago em quatro parcelas iguais (R$ 0,39387731000 por ação).
Monteiro Aranha (MOAR3) anuncia o pagamento de dividendo e JCP [6]
A Monteiro Aranha (MOAR3) informou que sua diretoria aprovou na terça-feira, 20, o pagamento de dividendos no montante total de R$ 97,5 milhões. Também foi aprovado o pagamento de juros sobre capital próprio no montante total bruto de R$ 7,5 milhões. Os dividendos correspondem a R$ 7,958390433 por ação. Os JCP a R$ 0,612183879 por ação. Terão direito aos proventos detentores das ações de emissão da companhia em 23 de maio de 2025. A partir de 26 de maio de 2025, as ações serão negociadas “ex-direito”. O pagamento será realizado a partir de 6 de junho de 2025.
Wilson Sons (PORT3) anuncia o pagamento de dividendos intermediários [7]
O conselho de administração da Wilson Sons (PORT3) aprovou a distribuição de dividendos intermediários, provenientes da reserva de lucros. A informação foi divulgada na noite desta terça-feira, 20. O montante a ser distribuído é de R$ 0,19856001 por ação ordinária de emissão da companhia, correspondente a R$ 87.560.576,23. Os dividendos serão pagos aos acionistas registrados em 23 de maio de 2025. As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos a partir de 26 de maio de 2025 (inclusive). O pagamento será efetuado até 30 de maio de 2025 aos titulares de ações negociadas na B3. Também foi divulgado nesta terça-feira que a Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) aprovou a operação de venda do controle societário da Wilson Sons para a SAS Shipping Agencies Services Sàrl, subsidiária da MSC. Atualmente a controladora indireta da companhia é a Ocean Wilsons Holdings Limited (OWHL).
Equatorial (EQTL3) paga em 28 de maio dividendo e JCP aprovado em abril [8]
A Equatorial (EQTL3) vai pagar em 28 de maio o dividendo e os juros sobre o capital aprovados em abril deste ano. O valor é de R$ 876.320.127,91 e corresponde a R$ 0,70016901562 por ação ordinária, sendo o valor de R$ 0,53158285636 por ação, a título de dividendos; e o valor de R$ 0,16858615926 por ação, a título de juros sobre capital próprio. Terão direito a esses proventos as pessoas inscritas como acionistas da Equatorial na data-base de 30 de abril de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações passaram a ser negociadas ex-direitos ao recebimento dos proventos desde 2 de maio de 2025, inclusive.
Melnick (MELK3) anuncia parceria com Yuny Incorporadora [9]
A Melnick Desenvolvimento Imobiliário (MELK3) firmou acordo de parceria com a Yuny Incorporadora, visando o desenvolvimento conjunto de empreendimentos imobiliários de alto padrão na cidade de São Paulo. A operação está alinhada à estratégia de atuação da companhia no mercado paulista, reforçando sua presença, através da Melnick Partners, em praças com potencial de valorização, afirmou a construtora. A Melnick destacou também que a parceria não lhe impõe deveres de exclusividade, e que cada projeto será avaliado individualmente. O primeiro empreendimento decorrente dessa parceria é o Quaddra Lorena, com valor geral de vendas (VGV) estimado em R$ 700 milhões. O empreendimento será desenvolvido pela Yuny Incorporadora no terreno localizado na confluência da Avenida Brigadeiro Luís Antônio com a Alameda Lorena, no bairro dos Jardins, com previsão de lançamento em 2025 e conclusão das obras estimada para 2028. A transação está sujeita à aprovação pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).
Cemig (CMIG4) vai recorrer de liminar concedida em ação de cobrança da Forluz no Plano A de Previdência Complementar [10]
A Cemig (CMIG4) divulgou na terça-feira, 20, que foi concedida liminar pelo Juízo da 1ª Vara da Fazenda Pública e Autarquias da Comarca de Belo Horizonte em ação de cobrança movida pela Fundação Forluminas de Seguridade Social – Forluz relativa ao déficit do Plano A de Previdência Complementar apurado em 2022. A decisão determina o depósito em juízo de R$ 912.234.821,90 relativo à parcela de 50% do déficit técnico ajustado do Plano A, aprovado pelo conselho deliberativo da Forluz para o Plano de Equacionamento de Déficit de 2022. O valor compõe o passivo do pós-emprego nas demonstrações financeiras da Cemig. A Cemig informou que recorrerá, valendo-se dos meios e recursos próprios nas diversas instâncias judiciais.
Azul (AZUL4) tem nota de crédito rebaixada pela S&P [11]
A agência de classificação de risco S&P rebaixou o rating de longo prazo em moeda estrangeira da Azul (AZUL4) de CCC+ para CCC-. A perspectiva é “negativa”. Em relatório, a S&P afirma que a Azul continuou a ter uma significativa queima de caixa ao longo do primeiro trimestre, o que diminui sua liquidez.
CBA (CBAV3) obtém aprovação pendente por parte de seus credores para a redução do capital [12]
A Companhia Brasileira de Alumínio – CBA (CBAV3) obteve a aprovação pendente por parte de seus credores (condição suspensiva) para a redução do capital social no valor de R$ 401.048.504,14 para absorção dos prejuízos acumulados conforme apurado nas demonstrações financeiras referentes ao exercício social encerrado em 31 de dezembro de 2024, sem o cancelamento de ações ou restituição de valores aos acionistas. Em razão disso, tendo sido recebidas todas as aprovações necessárias para a realização da redução de capital e a respectiva alteração do Estatuto Social, encontra-se implementada a condição suspensiva, de modo que o capital social da companhia passa dos atuais R$ 4.955.502.556,18 para R$ 4.554.454.052,04,
Méliuz (CASH3) estuda viabilidade de listar suas ações na OTC Markets (EUA) [13]
O Méliuz (CASH3) está avaliando a viabilidade de listar suas ações na OTC Markets nos Estados Unidos, no segmento OTCQX Markets – o mais alto nível de governança e compliance entre os segmentos da OTC Markets Group. A companhia acredita que sua listagem no segmento OTCQX Markets irá fortalecer a proximidade com investidores internacionais, ampliando a visibilidade de suas ações e potenciais operações financeiras na região. O OTC Markets Group opera um mercado acionário regulado para a negociação de mais de 12.000 valores mobiliários dos Estados Unidos e do exterior. Os ativos são distribuídos em três segmentos de mercado, com base na qualidade e tempestividade das informações divulgadas, além da transparência das empresas perante os investidores: OTCQX® Best Market, OTCQB® Venture Market e Pink® Open Market. O OTCQX® Best Market é destinado a empresas consolidadas, com foco em investidores, tanto dos Estados Unidos quanto do exterior. Para se qualificarem para o mercado OTCQX, as empresas devem atender a elevados padrões financeiros, adotar as melhores práticas de governança corporativa, demonstrar conformidade com as leis de valores mobiliários dos Estados Unidos e manter suas divulgações atualizadas.
Gol (GOLL4) espera concluir recuperação judicial nos EUA em junho [14]
A Gol (GOLL4) divulgou que o U.S. Bankruptcy Court decidiu por confirmar o Plano de Reorganização Chapter 11 (como é chamada a recuperação judicial nos Estados Unidos). Com a confirmação garantida, a Gol permanece no caminho para sair do processo de reestruturação no início de junho de 2025. A companhia destacou que está agora focada em concluir as etapas finais necessárias para concluir sua saída da recuperação judicial, incluindo a realização de sua assembleia geral para aprovar o aumento de capital previsto no Plano, que ocorrerá em 30 de maio de 2025. Após a implementação do Plano, a Abra permanecerá como a maior acionista indireta da Gol. A companhia aérea reiterou que reduzirá significativamente seu endividamento por meio da conversão em capital próprio ou da extinção de até aproximadamente US$ 1,6 bilhão de sua dívida financiada antes do Chapter 11 e até aproximadamente US$ 850 milhões de outras obrigações. Dessa forma, considerando que a conversão será realizada com base no valor econômico das ações da Gol antes da conversão, de acordo com a legislação aplicável, espera-se uma diluição substancial das ações da Gol atualmente em circulação (sujeito ao direito de preferência dos acionistas, conforme previsto na legislação brasileira).
XP (XPBR31) reporta lucro ajustado de R$ 1,24 bi no 1T25
A XP (B3: XPBR31) divulgou que teve no primeiro trimestre de 2025 (1T25) lucro líquido ajustado de R$ 1,24 bilhão. Esse valor corresponde à alta de 20% em relação ao mesmo trimestre de 2024 (1T24). A receita bruta atingiu R$ 4,56 bilhões, crescimento de 7% na base anual de comparação. A maior parte desse montante é receita de varejo, que avançou 10%, para R$ 3,44 bilhões. A receita institucional recuou 3% em bases anuais, para R$ 344 milhões. A renda fixa se tornou a principal fonte de receita dentro do varejo na XP pela primeira vez. Nesse segmento o faturamento foi de R$ 1,015 bilhão no primeiro trimestre, expansão de 44% em relação ao 1T24. A companhia ainda anunciou um novo programa de recompra de ações de R$1 bilhão.
Agenda de proventos desta quarta-feira, 21:
Irani (RANI3) [15]
A Irani paga nesta quarta-feira, 21, o dividendo aprovado em assembleia no valor de R$ 0,32 por ação ordinária. As ações passaram a ser negociadas ex-direito a esse dividendo desde 24 de abril de 2025. A Irani também paga na quarta-feira, 21, o dividendo intercalar aprovado em 2 de maio no valor de R$ 0,06 por ação ordinária. A data-base (data de corte) do dividendo intercalar é 7 de maio de 2025.
Moura Dubeux (MDNE3) [16]
A ‘data com’ para ter direito ao dividendo adicional da Moura Dubeux anunciado em 19 de março, é nesta quarta-feira, 21. As ações passarão a ser negociadas ex- dividendos a partir do dia 22 maio. O pagamento será realizado em 30 de maio de 2025. O valor é R$ 0,59089087589 por ação. Antes era R$ 0,60 por ação. A companhia informou o ajuste nesta quarta-feira explicando que ocorreu em razão da entrega de 453.748 (quatrocentas e cinquenta e três mil, setecentas e quarenta e oito) ações mantidas em tesouraria aos beneficiários do plano de remuneração baseado em ações.
TIM (TIMS3) [17]
A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital da TIM anunciados em 5 de maio, é nesta quarta-feira, 21. O valor bruto por ação é R$ 0,12. O pagamento ocorrerá até o dia 23 de julho de 2025.