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Ibovespa futuro, dólar e notícias de empresas com ações negociadas na Bolsa

 

 

 

 

 

Publicado às 9h28 - atualizado às 9h52

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Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDM25 – contrato com vencimento para 18 de junho) operava entre perdas e ganhos nesta quarta-feira, 28. Às 9h50 tinha leve baixa de 0,08% aos 140.820 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem  sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 9h50 o dólar comercial subia 0,29% cotado a R$ 5,662 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h20 o preço do barril de petróleo Brent subia 1,12% (US$ 64,2). O Brent é referência para a Petrobras. Mais cedo, o contrato futuro para setembro de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha queda de 0,1% a 698 iuanes (US$ 96,8). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [4]

Notícias corporativas

Azul (AZUL4) entra em ‘recuperação judicial’ nos Estados Unidos [5]

A Azul (AZUL4) informou nesta quarta-feira, 28, que acionou o Capítulo 11 da Lei de Falências norte-americana, o chamado Chapter 11, processo semelhante à recuperação judicial no Brasil. A informação consta em um fato relevante. A companhia divulgou que celebrou acordos de apoio à reestruturação com seus principais stakeholders, incluindo detentores de títulos da companhia, sua maior arrendadora, a AerCap — que representa a maior parte das obrigações da companhia com leasing —, e os parceiros estratégicos United Airlines e American Airlines, com o objetivo de implementar um processo de “reorganização financeira de forma proativa”. Os acordos visam transformar a estrutura de capital da Azul, por meio de redução significativa do endividamento e geração positiva de caixa”, afirmou a companhia. Para implementá-los, a Azul deu início a um processo voluntário de reestruturação nos Estados Unidos, sob o Chapter 11, que contempla aproximadamente US$ 1,6 bilhão em financiamento durante o processo, eliminação de mais de US$ 2,0 bilhões em dívidas e previsão de até US$ 950 milhões em novos aportes de capital no momento da saída do processo. “Esses Acordos marcam um passo significativo na transformação do nosso negócio, pois nos permitirá emergir como líderes do setor nos principais aspectos da nossa atividade”, afirmou John Rodgerson, CEO da Azul. Segundo a companhia, o processo é inédito na região, dado que se inicia com o apoio já formalizado de grande parte dos stakeholders estratégicos. A companhia garantiu um financiamento DIP de aproximadamente US$ 1,6 bilhão de parceiros financeiros, que será usado para refinanciar certas dívidas existentes e prover cerca de US$ 670 milhões em nova liquidez durante o processo. Ao final do processo, está prevista a amortização do DIP com os recursos de uma oferta de subscrição de ações de até US$ 650 milhões, com garantia firme dos referidos investidores, além de um possível investimento adicional de até US$ 300 milhões por parte da United Airlines e American Airlines, sujeito a determinadas condições. “Esse pacote completo de financiamento viabiliza uma saída estruturada e acelerada do processo”, afirmou a empresa, que destacou também que, durante todo o processo de reestruturação, continuará voando e operando normalmente.

Fitch e S&P rebaixam nota de crédito da Braskem (BRKM5) [6]

A agência de classificação de risco Fitch rebaixou na terça-feira, 27, o rating da Braskem (BRKM5). O rating de emissor de emissor em default (IDR, na sigla em inglês) passou de ‘BB+’ para ‘BB’. A Fitch também rebaixou os ratings de dívida sênior sem garantia da Braskem America Finance Company de ‘BB+’ para ‘BB’ e os ratings de dívida sênior sem garantia e subordinada da Braskem Netherlands Finance B.V. de ‘BB+’ para ‘BB’ e de ‘BB-‘ para ‘B+/RR4’, respectivamente. A perspectiva é “estável” para o rating. A Fitch explicou que o rebaixamento reflete o prolongado ciclo mais baixo dos spreads petroquímicos da Braskem, resultando em um perfil financeiro mais fraco do que o projetado anteriormente. Também na terça-feira, 27, a agência S&P Global Ratings também rebaixou a classificação de crédito do emissor em escala global da Braskem de ‘BB+’ para ‘BB’. A perspectiva é “negativa”. “A indústria global de petroquímicos continua a enfrentar preços ciclicamente baixos devido a desequilíbrios entre oferta e demanda, e não prevemos melhorias relevantes no curto prazo”, afirma a S&P. Em um comunicado nesta quarta-feira, 28, a Braskem reforçou seu compromisso com “a sua liquidez, o fortalecimento da competitividade da indústria química brasileira e a implementação das iniciativas de resiliência e higidez financeira para mitigar os impactos do ciclo da indústria”.

Petrobras inicia operação da nova unidade de hidrotratamento de diesel da Replan  [7]

A Petrobras (PETR3, PETR4) iniciou a operação de um nova unidade de hidrotratamento de diesel (HDT-D) na Refinaria de Paulínia (Replan), em São Paulo. A operação foi iniciada com três meses de antecedência em relação à data originalmente prevista no estudo de viabilidade técnica e econômica e o projeto foi executado dentro do patamar de investimentos aprovado na ocasião. Com a entrada em operação da nova unidade, a Replan amplia sua capacidade de produção de diesel S-10 em até 63 mil barris por dia (mbpd) e de querosene de aviação (QAV) em até 21 mbpd. Essa ampliação prepara a refinaria para a retirada (phase out) do diesel S-500 (500 ppm de enxofre), possibilitando a conversão total da sua produção de diesel para o S-10 (10 ppm de enxofre). Além disso, a conversão traz benefícios ambientais, uma vez que melhora a eficiência energética da planta e reduz as emissões de compostos de enxofre (SOx) pela frota, que passa a utilizar o S-10 em vez do S-500.

Outras notícias corporativas:

BTG (BPAC11) anuncia aquisição de R$ 1,5 bi em ativos de Daniel Vorcaro, incluindo ações da Méliuz e Light  [8]

Magazine Luiza (MGLU3) anuncia novo programa de recompra de ações  [9]

Desktop (DESK3) paga em 30/05 dividendo aprovado em abril [10]

Yellowstone, acionista da Brava (BRAV3), pede exclusão de ‘poison pill’ de estatuto da petroleira [11]

Assaí (ASAI3) anuncia emissão de R$ 1,5 bi em debêntures [12]

Pagam provento nesta quarta, 28:

Taesa (TAEE11) [13]

A Taesa paga nesta quarta-feira, 28, a primeira parcela do dividendo referente ao exercício social de 2024. O valor é R$ 0,55 por Unit (TAEE11). Vale lembrar que a segunda parcela no valor de R$ 0,32 por Unit será paga em 27 de novembro de 2025. A data-base é a posição acionária do dia 29 de abril de 2025. Desde 30 de abril as ações passaram a ser negociadas “ex-dividendos”.

Mahle Metal Leve (LEVE3)  [14]

A Mahle Metal Leve paga nesta quarta-feira, 28, juros sobre o capital próprio anunciados em dezembro de 2024 no valor líquido de R$ 0,16 por ação. A posição acionária para ter direito é 19 de dezembro de 2024. Também na quarta, 28, a Mahle Metal Leve paga dividendo anunciado em 29 de abril. O valor é R$ 1,90 por ação. Terão direito ao pagamento acionistas titulares de ações em 29 de abril (data de corte).

Equatorial (EQTL3)  [15]

A Equatorial paga nesta quarta-feira, 28, o dividendo e os juros sobre o capital aprovados em abril deste ano. O valor é de R$ 876.320.127,91 e corresponde a R$ 0,70016901562 por ação ordinária, sendo o valor de R$ 0,53158285636 por ação, a título de dividendos; e o valor de R$ 0,16858615926 por ação, a título de juros sobre capital próprio. Terão direito a esses proventos as pessoas inscritas como acionistas da Equatorial na data-base de 30 de abril de 2025, respeitadas as negociações realizadas até essa data, inclusive. As ações passaram a ser negociadas ex-direitos ao recebimento dos proventos desde 2 de maio de 2025, inclusive.

Elektro Redes (EKTR4)  [16]

O pagamento de dividendos adicionais aprovados pela assembleia geral ordinária da companhia Elektro Redes (EKTR4) em reunião realizada em 11 de abril de 2025, será realizado a partir de quarta-feira, 28 de maio. O valor é de R$ 175.650.759,57 e corresponde a R$ 0,8612564948 por ação ordinária e R$ 0,9473821443 por ação preferencial. Tem direito quem constava na posição acionária de 11 de abril de 2025. Desde 14 de abril de 2025 as ações passaram a ser negociadas ex-dividendo. A partir de 28 de maio também será realizado o pagamento de juros sobre capital (JCP) aprovado pelo conselho de administração em reunião realizada em 27 de março de 2025. O valor soma R$ 25.895.000,00 e corresponde a R$ 0,1269692029 por ação ordinária e R$ 0,1396661232 por ação preferencial, com base na posição acionária de 1° de abril de 2025. Desde 2 de abril de 2025, as ações passaram a ser negociadas ex-direito esses JCP. A Elektro Redes informou ainda que o pagamento dos JCP aprovados pelo conselho de administração em reunião realizada em 18 de dezembro de 2024, também será pago a partir de 28 de maio. O valor é de R$ 20.890.000,00 e corresponde a R$ 0,1024285248 por ação ordinária e R$ 0,1126713773 por ação preferencial. Desde 26 de dezembro de 2024 as ações passaram a ser negociadas ex-JCP.

Coelba (CEEB5)  [17]

A Coelba paga a partir de quarta-feira, 28, juros sobre capital próprio aprovados pelo conselho de administração em reunião realizada em 18 de dezembro de 2024. O valor é de R$ 94.768.000,00 correspondentes a R$ 0,3504942055 por ação ordinária, R$ 0,3504942055 por ação preferencial classe A e R$ 0,3855436261 por ação preferencial classe B. Tem direito quem detinha ações em 23 de dezembro de 2024. A partir de 26 de dezembro as ações passaram a ser negociadas ex-proventos.