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Ibovespa futuro, dólar, notícia da JBS, Azul, Gol, Aura e de outras companhias

 

Publicado às 9h44 – atualizado às 10h08

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDJ25 – contrato com vencimento para 16 de abril/25) abriu em alta nesta segunda-feira, 24, mas virou para queda. Às 10h06 caía 0,23% aos 132.765 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h.

Dólar

Às 10h06 o dólar comercial subia 0,70% cotado a R$ 5,757 na venda.

Petróleo e minério

Às 9h30 o preço do barril de petróleo Brent subia 0,43% (US$ 71,9). O Brent é referência para a Petrobras. Mais cedo, o contrato futuro para maio de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha alta de 2,43% a 780 iuanes (US$ 107,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [1]

Notícias corporativas 

Azul (AZUL4) avalia potencial oferta pública de ações preferenciais  [2]

A Azul (B3: AZUL4, NYSE: AZUL) informou nesta segunda-feira, 24, que está avaliando a realização de potencial oferta pública primária de distribuição de ações preferenciais, sob o rito de registro automático de distribuição, sem análise prévia da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). A companhia divulgou que está estruturando a potencial oferta no contexto das transações de reestruturação e recapitalização executadas em janeiro de 2025. “Ressalta-se que, até a presente data, o conselho de administração da companhia não aprovou a efetiva realização da Potencial Oferta de Ações Preferenciais, nem seus termos e condições, os quais permanecem sob discussão e análise”, afirmou a Azul. Em 21 de março, o “Jornal O Estado de S. Paulo”, divulgou uma matéria intitulada “Azul põe na rua oferta de ações de até R$ 1 bilhão na reta final da reestruturação”.

JBS (JBSS3): JBS B.V. protocola na CVM pedidos de registro de emissor estrangeiro e de programa de BDRs Nível II  [3]

A JBS (JBSS3) divulgou nesta segunda-feira, 24, que a JBS B.V. protocolou perante a Comissão de Valores Mobiliários pedidos de registro de emissor estrangeiro e de programa de BDRs Nível II, bem como apresentou pedido de registro de emissor e de admissão à listagem de BDRs perante a B3. Os pedidos estão sob análise da CVM e da B3. No último dia 17 de março, a J&F Investimentos, controladora da JBS (JBSS3), e a BNDESPar, que detém 20,8% da companhia, informaram que realizaram um acordo no âmbito da dupla listagem das ações no Brasil e nos Estados Unidos. A BNDESPar pode receber uma remuneração eventual limitada a R$ 500 milhões na hipótese de uma valorização das ações da JBS abaixo de patamar estabelecido entre as partes. O contrato é válido caso a dupla listagem seja implementada até 31 de dezembro de 2026. “Os acionistas J&F e BNDESPar informam ainda que, em razão da celebração do contrato e da estipulação da remuneração eventual, a BNDESPar se absterá de exercer seu direito de voto na assembleia geral extraordinária que vier a ser convocada para deliberar sobre a dupla listagem, cabendo aos demais acionistas minoritários privados da companhia a decisão sobre a aprovação ou não da dupla listagem”, afirmou o fato relevante divulgado no dia 17. 

Gol (GOLL4) anuncia compromisso de financiamento [4]

A Gol (GOLL4) e suas subsidiárias celebraram compromisso de financiamento (exit financing commitment letter) com determinados investidores. A informação consta em um fato relevante enviado ao mercado nesta segunda-feira, 24. Sujeito a determinadas condições precedentes (incluindo a aprovação pelo Bankruptcy Court for the Southern District of New York), nos termos do compromisso de financiamento, as partes se comprometem a adquirir até US$ 1,25 bilhão do total de US$ 1,9 bilhão (excluindo comissões a serem capitalizadas) em instrumentos de dívida, a serem emitidos na data de eficácia do plano de reestruturação previsto no procedimento de Chapter 11 (recuperação judicial nos Estados Unidos). Os financiamentos de saída serão utilizados para o pagamento das obrigações previstas no financiamento na modalidade debtor-in-possession celebrado pela companhia e suas subsidiárias no âmbito do procedimento de Chapter 11, para o pagamento de custos da transação e para fornecer capital de giro e financiamento para as atividades operacionais da Gol após a conclusão da procedimento de Chapter 11. A companhia aérea destacou ainda que está conduzindo um processo competitivo, por meio do qual estão sendo avaliadas, além de propostas relacionadas aos financiamentos de saída, “transações alternativas que sejam viáveis e competitivas”. Tais alternativas incluem tanto a contratação ou emissão de novas dívidas pela companhia e/ou suas subsidiárias, quanto eventuais investimentos em participação acionária (equity) direta ou indiretamente, considerando oportunidades apresentadas por potenciais investidores financeiros, como fundos de crédito ou private equity, e demais investidores estratégicos, sejam eles de capital nacional ou estrangeiro, com o objetivo de emergir de seu procedimento de Chapter 11 como uma companhia independente e capitalizada. A Gol reiterou que, nos termos do Plano, reduzirá significativamente seu endividamento, convertendo em capital ou extinguindo até aproximadamente US$ 1,7 bilhão de sua dívida financiada antes do início do procedimento de Chapter 11 e até aproximadamente US$ 850 milhões de outras obrigações. “Assim, considerando que a conversão será realizada com base no valor econômico das ações da Gol antes da conversão, em conformidade com a legislação aplicável, espera-se uma diluição significativa das ações de emissão da Gol atualmente existentes”, afirmou a companhia aérea no fato relevante enviado ao mercado nesta segunda-feira.

Celesc (CLSC4) anuncia o pagamento de R$ 60 milhões em juros sobre o capital

A Celesc (CLSC4, CLSC3) anunciou nesta segunda-feira, 24, o pagamento de R$ 60.127.668,31 milhões em juros sobre o capital (JCP). O valor por ação ordinária é R$ 1,470975995 e por ação preferencial é R$ 1,618073594. Terão direito as pessoas detentoras de ações de emissão da companhia em 26 de março de 2025 (próxima quarta-feira). As ações serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio” a partir de 27 de março. A Celesc explicou que a data de pagamento dos JCP serão deliberadas oportunamente pelo conselho de administração e/ou pela Assembleia Geral de acionistas. O pagamento será realizado em duas parcelas, devendo ser pagas a primeira parcela até 30/06/2026 e a segunda parcela até 30/12/2026. A primeira parcela (50%) é no valor de R$ 30.063.834,15, sendo pago R$ 0,7354879975 por ação ordinária e R$ 0,8090367970 por ação preferencial. A segunda parcela também é no valor de R$ 30.063.834,15, sendo R$ 0,7354879975 por ação ordinária e R$ 0,8090367970 por ação preferencial.

Aura (AURA33) anuncia programas simultâneos de recompra de ações no Canadá e de BDRs na B3

A Aura (AURA33) anunciou nesta segunda-feira, 24, que está renovando o programa de recompra de seus BDRs listados na B3. Cada ação ordinária representa 3 BDRs. De acordo com o Programa de Recompra de BDR, a companhia poderá comprar periodicamente por 12 meses até um total de 8.082.504 BDRs, representando 10% dos títulos em circulação. A previsão é que as compras de BDRs no âmbito do Programa de Recompra sejam feitas pelo BTG Pactual Corretora de Títulos e Valores Mobiliários. A Aura também anunciou que a Bolsa de Valores de Toronto (a TSX) aceitou a notificação de intenção da companhia para renovar o programa de recompra de ações no Canadá (Normal Course Issuer Bid ou “NCIB”) para as suas ações ordinárias emitidas e em circulação (as “Ações Ordinárias”) listadas na TSX. De acordo com o NCIB, a Aura pode, se considerar aconselhável e de tempos em tempos, recomprar através dos recursos da TSX e/ou de sistemas de negociação alternativos no Canadá, até um total de 2.694.168 ações ordinárias, representando 10% dos títulos em circulação na data base de 14 de março. 

Taurus Armas (TASA3) anuncia programa de recompra de ações 

A Taurus Armas (TASA3, TASA4) anunciou nesta segunda-feira, 24, a criação de um programa de recompra de ações de emissão da companhia. Poderão ser adquiridas até 300 mil ações ordinárias, equivalentes a 3,9 % das ações ordinárias em circulação e 3.033.333 ações preferenciais, equivalentes a 4,5% das ações preferenciais em circulação. O programa encerra em 20 de setembro de 2026.   

Outras notícias corporativas

Vale (VALE3) paga remuneração semestral de debêntures participativas  [5]

Engie Brasil (EGIE3) anuncia aquisição de duas usinas hidrelétricas [6]

Copasa (CSMG3) vai pagar dividendos complementares [7]

Track&Field Co (TFCO4) anuncia o pagamento de JCP [8]

Grupo Mateus (GMAT3) aprova o pagamento de R$ 135 milhões em JCP [9]

Localiza (RENT3) anuncia o pagamento de R$ 480,9 milhões em JCP [10]

Rede D’or (RDOR3) vai pagar R$ 400 milhões em juros sobre o capital próprio [11]

Dimed – Panvel (PNVL3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital  [12]

SLC (SLCE3) passa a deter 100% das ações da SLC-MIT  [13]

BRF tem novo diretor jurídico [14]

T4F (SHOW3): conselho aprova convocação de assembleia para deliberar sobre grupamento [15]

Divulgam resultado do 4T24 nesta segunda-feira:

Sabesp, Copasa, Vamos, Armac, JSL, Brisanet, Dexxos, ClearSale – após o fechamento do mercado.

Agenda de proventos desta semana:

Confira as companhias que pagam provento (dividendo ou JCP) e as que têm ‘data com’ nesta semana. A ‘data com’ ou ‘data de corte’ indica qual é o último dia em que o investidor deve possuir uma ação para receber o provento anunciado.

Segunda, 24

Multiplan (MULT3) [16]

A Multiplan paga nesta segunda-feira, 24, os juros sobre o capital aprovados em março do ano passado. O valor total bruto é de R$ 90 milhões de reais, correspondente a R$ 0,15 por ação. Tem direito acionistas inscritos nos registros da companhia no dia 4 de abril de 2024. As ações passaram a ser negociadas “ex juros” a partir de 5 de abril de 2024.

Telefônica Brasil (VIVT3)  [17]

A ‘data com’ para ter direito aos juros sobre o capital (JCP) da Telefônica Brasil aprovados em 13 de março, é nesta segunda-feira, 24. Após essa data as ações serão consideradas ex-JCP. O montante bruto é de R$ 200 milhões de reais. Com retenção de imposto de renda na fonte resulta no valor líquido de R$ 170 milhões. O valor líquido por ação é R$ 0,10. A data será definida pela diretoria.

Totvs (TOTS3)  [18]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Totvs aprovados em 18 de março, é nesta segunda-feira, 24. As negociações de ações a partir do dia 25 de março, inclusive, serão realizadas ex-JCP. O montante total bruto é de R$ 82.026.143,36. Esse valor corresponde a R$ 0,14 (quatorze centavos) por ação. O pagamento será no dia 4 de abril de 2025.

Odontoprev (ODPV3)  [19]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Odontoprev aprovados em 19 de março, é nesta segunda-feira, 24. O montante total bruto é R$ 24.749.241,16 correspondentes a R$ 0,04 por ação. O valor líquido é R$ 21.036.854,99 correspondentes a R$ 0,03 por ação. O pagamento será em 10 de dezembro de 2025.

Smartfit (SMFT3)  [20]

A ‘data com’ para ter direito aos JCP da Smartfit aprovados em 19 de março, é nesta segunda-feira, 24. A a partir de 25 de março, inclusive, as ações da companhia serão negociadas “ex-juros sobre capital próprio”. O valor total bruto é de R$ 40 milhões, correspondente ao valor de R$ 0,06 por ação. O pagamento aprovado será realizado em parcela única, no dia 30 de abril de 2025.

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