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Mercados nesta segunda, minério, petróleo e notícias corporativas

 

Publicado às 8h04

Atualizado às 8h41 com notícia da JBS

 

Bolsas, petróleo e bitcoin (7h55)

Alemanha (DAX): -1,27% 

Londres (FTSE 100): -0,23%

Japão (Nikkei 225): -0,83% (pregão encerrado)

China (Xangai Comp.): -0,06% (pregão encerrado)

Hong Kong (Hang Seng): +0,66% (pregão encerrado)

Petróleo Brent: +0,26% (US$ 77,7). O Brent é referência para a Petrobras.

Petróleo WTI: +0,33% (US$ 74,9)

Bitcoin futuro: -6,16% (US$ 98.975)

Minério de ferro em Dalian (7h54 – hora de Brasília) 

O contrato futuro para maio de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha, no horário acima, alta de 1,05% a 810 iuanes (US$ 111,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [1]

Futuros de ações em Nova York 

Os futuros americanos operam em forte queda nesta segunda-feira. Um dos motivos é a startup chinesa DeepSeek, e seu assistente de inteligência artificial. O aplicativo liderou a lista de downloads gratuitos no iPhone nos Estados Unidos. O modelo de inteligência artificial da DeepSeek é avaliado por especialistas como fortemente competitivo com as últimas versões da OpenAI e da Meta Platforms. Além disso, colabora para a aversão ao risco nesta segunda-feira, o temor de que o presidente americano Donald Trump aplique tarifas a outros países para impor suas políticas, como ocorreu com a Colômbia no domingo. Trump anunciou tarifas e sanções à Colômbia devido à recusa do governo colombiano em receber deportados colombianos em dois voos militares. Depois os Estados Unidos suspenderam a imposição, após o país sul-americano ter concordado em aceitar colombianos deportados dos Estados Unidos.  

Às 8h em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,87% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 2,67%. Nasdaq futuro caía 4,77%.

Notícias corporativas

JBS (JBSS3) entra no setor de ovos

A JBS (JBSS3) celebrou um acordo de investimento com a Mantiqueira Alimentos para realizar investimento na Mantiqueira mediante subscrição de ações representativas de 48,5% do capital social total e 50% das ações com direito a voto da Mantiqueira. O valor do investimento será estabelecido segundo regras comuns a este tipo de negócio tendo por base um enterprise value para 100% da Mantiqueira de R$ 1,9 bilhão. Com a concretização do investimento, a JBS terá o controle da Mantiqueira compartilhado com o sócio fundador da Mantiqueira, Leandro Pinto. Atualmente a Mantiqueira possui mais de 3 mil funcionários, capacidade estática de 17,5 milhões de aves em postura e recria, 4 bilhões de ovos produzidos por ano e foco em produção de ovos de galinhas livres desde 2020. Possui unidades em 6 estados do Brasil e presença em mercados em 16 estados do Brasil com exportação para América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio. Nos últimos anos, a empresa investiu no fortalecimento de suas marcas – além de Mantiqueira ser a marca top of mind da categoria, Happy Eggs é a marca que mais cresce, com foco em galinhas livres, e Fazenda da Toca lidera o segmento de ovos orgânicos. “Este acordo representará para a JBS o ingresso no setor de ovos e reforça sua plataforma global diversificada por geografias e por proteínas, que têm permitido à companhia continuar crescendo com resultados sólidos”, afirma a JBS. Atualmente, a JBS já atua em bovinos, frangos, suínos, aquacultura (salmão) e proteínas alternativas (plant-based e cultivada). A transação está sujeita às condições usuais, incluindo, entre outras coisas, o recebimento das aprovações regulatórias aplicáveis. 

Brava (BRAV3) obtém autorização definitiva para os sistemas de medição do campo de Papa-Terra

A petroleira Brava (BRAV3) informou nesta segunda-feira, 27, que no dia 26 de janeiro obteve autorização definitiva do Núcleo de Fiscalização da Medição da Produção de Petróleo e Gás Natural (NFP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para os sistemas de medição do campo de Papa-Terra. Para cumprimento da última exigência da ANP, a operação do ativo ficou paralisada do início do dia 25 de janeiro até o início do dia 26 de janeiro. “Após comprovar o sucesso das intervenções realizadas no FPSO 3R-3, com o devido atendimento às exigências da ANP, a NFP concedeu autorização definitiva para operação, sem qualquer exigência ou pendência remanescente”, afirmou a Brava. Ainda de acordo com a companhia, foi concluída a intervenção (workover) para substituição da bomba centrífuga submersa (BCS) do poço PPT-51. Dessa forma, a petroleira iniciará o processo de otimização da produção no campo de Papa-Terra. 

Petrobras avaliará possíveis impactos nas demonstrações financeiras de decisão da ANP sobre campos de Berbigão e Sururu  [2]

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) proferiu na quinta-feira, 23, decisão que determina a unificação dos campos de Berbigão e Sururu, localizados na concessão BM-S-11A, no pré-sal da Bacia de Santos, operado pela Petrobras (PETR3, PETR4) com 42,5% de participação. A decisão de unificação decorre da análise dos Planos de Desenvolvimento revisados das jazidas, que foram enviados pela Petrobras, na qualidade de operadora, à ANP em 2018. Esta decisão resulta no reporte da produção dos campos de Berbigão e Sururu em um único campo, majorando a alíquota aplicada no correspondente recolhimento de Participação Especial referente ao campo unificado, de forma retroativa à data de início da produção, explicou a petroleira. A decisão da ANP também determina a unificação das áreas referentes ao contrato de Cessão Onerosa do Bloco Entorno de Iara (Sul de Berbigão e Sul de Sururu; Norte de Berbigão e Norte de Sururu), operada pela Petrobras com 100% de participação; mas, neste caso, não há incidência de Participação Especial. Também foi determinada que a Superintendência de Participações Governamentais apure o valor de Participações Governamentais considerando os campos unificados. A Petrobras informou que avalia, no âmbito do consórcio, a adoção das medidas cabíveis nas esferas competentes. “A Petrobras avaliará os possíveis impactos nas suas demonstrações financeiras”, destacou a petroleira estatal.

Eletrobras (ELET3) inicia processo de deslistagem das ações da Latibex [3]

A Eletrobras (ELET3) informou na sexta-feira, 24, que iniciou o processo de deslistagem das ações ordinárias e preferenciais classe “B” de emissão da companhia do Mercado de Valores Latinoamericanos (Latibex), segmento da Bolsa de Madrid. O Banco Santander foi contratado para atuar na coordenação do processo de deslistagem (entidad agente) e a Auriga Global Investor Sociedad de Valores como instituição intermediária (especialista) e agente facilitador para aqueles investidores que possuem ações da Eletrobras listadas na Latibex e desejam aliená-las antes da deslistagem.

Monteiro Aranha (MOAR3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital [4]

A Monteiro Aranha (MOAR3) aprovou na sexta-feira, 24, o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no montante total de R$ 40 milhões. Esses juros sobre o capital próprio serão pagos à razão de R$ 3,264980690 por ação. Terá direito quem tiver ações de emissão da companhia em 29 de janeiro. A partir de 30 de janeiro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-direito” aos juros sobre capital próprio. O pagamento será realizado a partir de 10 de fevereiro de 2025.

Fundo Starwood vende todas as ações ordinárias que detinha da Log (LOGG3) [5]

O Starwood Brasil Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia vendeu, no dia 24 de janeiro, 5.985.521 ações ordinárias de emissão da Log Commercial Properties (LOGG3). Essa quantia equivale a 6,15% do capital social total da companhia, passando a não mais deter quaisquer ações de emissão da companhia. “A alienação se deu no âmbito de sua estratégia de investimento e de acordo com seu regulamento”, afirmou o Fundo.

Grupo Mateus (GMAT3) inaugura loja no Maranhão e totaliza 273 em operação [6]

O Grupo Mateus (GMAT3) anunciou a inauguração de mais um supermercado no Maranhão. Localizado na cidade de São Mateus, região central do estado, a nova loja marca a 79ª unidade do Grupo no segmento de varejo. Com essa inauguração, o Grupo inicia sua expansão no ano de 2025 e totaliza 273 lojas em operação.

Syn (SYNE3) recebe 1° parcela pela venda de imóvel em SP  [7]

A Syn Prop e Tech (SYNE3) informou que foi realizado o primeiro fechamento da operação de venda pela companhia de sua participação no empreendimento denominado “Brasilio Machado”, localizado na Vila Olímpia, em São Paulo, para o BRC Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliário. Em razão do primeiro fechamento, a Syn recebeu na sexta-feira, 24, o valor de R$ 9,45 milhões. Conforme informado no comunicado ao mercado de 31 de outubro de 2024, a operação foi estruturada em 6 tranches, e a Syn receberá as 5 parcelas restantes, em meses alternados, sendo 4 parcelas no valor de R$ 4,72 milhões e a última parcela no valor de R$ 4,14 milhões.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Cxse3, Pssa3, Irbr3, Itsa4, Itub4, Wege3, Lavv3 e de Plpl3. Acesse o vídeo aqui [8].

Agenda de proventos desta semana:

Terça, 28

Plano & Plano (PLPL3)  [9]

Na terça-feira, 28, a Plano & Plano tem ‘data com’ para o dividendo intercalar anunciado em 23 de janeiro.  As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos, a partir de 29 de janeiro. O montante total é de R$ 200 milhões de reais. O valor por ação é R$ 1,00601344537. O pagamento dos dividendos intercalares será realizado no dia 4 de fevereiro de 2025.

Quarta, 29

Taesa (TAEE11)  [10]

A Taesa paga na quarta-feira, 29, os dividendos intercalares e juros sobre o capital aprovados em 6 de novembro. Os dividendos intercalares por Unit TAEE11 são no valor de R$ 0,26. Os juros sobre capital próprio por Unit TAEE11 são no valor de R$ R$ 0,39. O pagamento ocorrerá com base na posição acionária do dia 11 de novembro de 2024. Desde 12 de novembro as ações e units passaram a ser negociadas “ex-proventos”.

Odontoprev (ODPV3)  [11]

A Odontoprev paga na quarta, 29, juros sobre o capital próprio anunciado em 17 de junho. O valor total bruto dos juros sobre o capital próprio soma R$ 21.641.858,23 correspondentes a R$ 0,03 por ação. O valor total líquido dos juros sobre o capital próprio é de R$ 18.395.579,50 correspondentes a R$ 0,03 por ação. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia em 24 de junho de 2024.

Monteiro Aranha (MOAR3)  [4]

A data com para ter direito aos JCP anunciados pela Monteiro Aranha (MOAR3) em 24 de janeiro, é na quarta-feira, 29. A partir de 30 de janeiro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-direito”. O valor por ação é R$ 3,26. O pagamento será realizado a partir de 10 de fevereiro de 2025.

Quinta, 30

JHSF (JHSF3) [12]

A data com para ter direito a 2° parcela de dividendos intermediários da JHSF é na quinta, 30. Essa segunda parcela será paga em 10/02/2025. O valor é R$ 0,03 por ação.

Schulz (SHUL3; SHUL4)  [13]

A Schulz paga na quinta,30, juros sobre o capital próprio anunciados em 23 de dezembro. O valor bruto total é de R$ 34,3 milhões, correspondente a R$ 0,09 (valor bruto) e R$ 0,08 (valor líquido) por ação preferencial; e a R$ 0,09 (valor bruto) e R$ 0,07 (valor líquido) por ação ordinária. O pagamento será realizado com base na posição acionária de 30/12/2024.

Sexta, 31

Bradesco (BBDC4)  [14]

O Banco Bradesco paga na sexta-feira, 31, juros sobre o capital próprio intermediários anunciados em 6 de junho de 2024, relativos ao primeiro semestre de 2024, no valor total de R$ 4 bilhões, sendo R$ 0,35 por ação ordinária e R$ 0,39 por ação preferencial. Serão beneficiados acionistas inscritos nos registros da Sociedade em 17.6.2024 (data-base de direito). O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,30 por ação ordinária e R$ 0,33 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

JSL (JSLG3)  [15]

A JSL paga na sexta-feira, 31, dividendos e juros sobre o capital próprio anunciados em 19 de dezembro. O valor da distribuição total é de 119.666.987,49, correspondente a R$ 0,42 por ação. São R$ 28.150.234,77 em dividendos, correspondente a R$ 0,09 por ação, e R$ 91.516.752,72 na forma de JCP, correspondente a R$ 0,32 por ação. As ações da companhia são negociadas ex-direito aos juros sobre capital próprio e dividendos desde 27 de dezembro de 2024, inclusive.

Lojas Quero-Quero (LJQQ3)  [16]

A Lojas Quero-Quero (LJQQ3) paga na sexta, 31, juros sobre o capital anunciados em 19 de dezembro no valor de R$ 23.807.547,87, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,12 por ação ordinária. O valor total líquido é de R$ 20.236.415,69, correspondendo ao valor líquido de R$ 0,10 por ação. Tem direito a receber os acionistas detentores de ações em 26 de dezembro de 2024.

Monteiro Aranha (MOAR3) [17]

A Monteiro Aranha (MOAR3) paga a partir de sexta-feira, 31, os JCP anunciados em 21 de dezembro. O montante total bruto é de R$ 10 milhões. O valor por ação dos JCP é R$ 0,81. Haverá retenção de Imposto de Renda. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia em 27 de dezembro de 2024.

Eventos no radar do mercado:

Decisão sobre juros no Brasil

Um dos eventos mais importantes nesta semana é a decisão sobre os juros no Brasil. A divulgação é na quarta, 29, após às 18h30. A expectativa da maioria dos agentes financeiros é de alta de 100 pontos-base na Selic, passando de 12,25% para 13,25%. Mas há analistas que apostam em elevação para 13,75% ao ano. Será a primeira reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) sob coordenação de Gabriel Galípolo desde que assumiu a presidência do Banco Central do Brasil. O mercado vai avaliar o tom do comunicado do Copom, que poderá sinalizar os próximos passos da política monetária.

Decisão sobre juros nos Estados Unidos

Também na quarta-feira, 29, ocorre a tão esperada decisão sobre os juros nos Estados Unidos. Será às 16h. A maior parte das projeções indica que as taxas na maior economia do mundo ficarão inalteradas pelo menos até junho. Investidores e analistas acompanham com atenção a entrevista coletiva do presidente do Banco Central dos EUA, Jerome Powell, na tarde de quarta. Essa entevista é importante principalmente após o presidente americano Donald Trump avisar que vai pedir a redução de juros no país. Ainda nos EUA, na sexta pela manhã será divulgado o índice de inflação preferido do BC americano, o PCE, o que pode mexer com os mercados.

Relatório de produção e vendas da Vale (VALE3)

Também está no radar do mercado a divulgação do relatório de produção e vendas do quarto trimestre (4T24) da Vale (VALE3). O relatório será apresentado no dia 28 de janeiro (terça-feira), após o fechamento do mercado. Já a divulgação dos resultados do 4T24 será em 19 de fevereiro (quarta-feira), após o fechamento do mercado.

Balanço das big techs nos EUA

A temporada de resultados nos Estados Unidos é destaque com os balanços das big techs. Na quarta-feira divulgam o resultado Microsoft, Tesla e Meta Platforms. Na quinta-feira, apresenta o balanço a Apple, Amazon e Intel.

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