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Ibovespa futuro, dólar, Nasdaq futuro em forte queda em meio à ameaça de IA da China e outros destaques

 

Publicado às 9h45

 

Ibovespa futuro

O Ibovespa futuro (INDG25 – contrato com vencimento para 12 fevereiro/25) abriu em queda nesta segunda-feira, 27. Às 9h44 caía 0,19% aos 122.845 pontos. Embora considerado um indicador de como poderá se comportar o mercado, esse índice nem sempre antecipa as informações que vão condicionar o pregão a partir das 10h. 

Dólar

Às 9h44 o dólar comercial tinha alta de 0,29% a R$ 5,936 na venda.

Futuros de ações em Nova York em queda

Os futuros americanos operam em forte queda nesta segunda-feira. Um dos motivos é a startup chinesa DeepSeek, e seu assistente de inteligência artificial. O aplicativo liderou a lista de downloads gratuitos no iPhone nos Estados Unidos. O modelo de inteligência artificial da DeepSeek é avaliado por especialistas como fortemente competitivo com as últimas versões da OpenAI e da Meta Platforms. Além disso, colabora para a aversão ao risco nesta segunda-feira, o temor de que o presidente americano Donald Trump aplique tarifas a outros países para impor suas políticas, como ocorreu com a Colômbia no domingo. Trump anunciou tarifas e sanções à Colômbia devido à recusa do governo colombiano em receber deportados colombianos em dois voos militares. Depois os Estados Unidos suspenderam a imposição, após o país sul-americano ter concordado em aceitar colombianos deportados dos Estados Unidos.

Às 9h40 em Wall Street, o Dow Jones futuro operava em queda de 0,83% e o S&P 500 futuro com desvalorização de 2,24%. Nasdaq futuro caía 3,86%.

Petróleo e minério

Às 9h20 o preço do barril de petróleo Brent caía 0,74% (US$ 77). O Brent é referência para a Petrobras.

Mais cedo, o contrato futuro para maio de 2025 do minério de ferro negociado na bolsa de Dalian, na China, tinha alta de 1,05% a 810 iuanes (US$ 111,6). A cotação pode impactar os papéis da brasileira Vale (VALE3) e CSN Mineração (CMIN3). Lembramos que o preço do contrato acima ainda tem oscilação nas próximas horas. Esse dado foi obtido no link: http://www.dce.com.cn/DCE/Products/Industrial/Iron%20Ore/index.html [1]

Notícias corporativas

JBS (JBSS3) entra no setor de ovos

A JBS (JBSS3) celebrou um acordo de investimento com a Mantiqueira Alimentos para realizar investimento na Mantiqueira mediante subscrição de ações representativas de 48,5% do capital social total e 50% das ações com direito a voto da Mantiqueira. O valor do investimento será estabelecido segundo regras comuns a este tipo de negócio tendo por base um enterprise value para 100% da Mantiqueira de R$ 1,9 bilhão. Com a concretização do investimento, a JBS terá o controle da Mantiqueira compartilhado com o sócio fundador da Mantiqueira, Leandro Pinto. Atualmente a Mantiqueira possui mais de 3 mil funcionários, capacidade estática de 17,5 milhões de aves em postura e recria, 4 bilhões de ovos produzidos por ano e foco em produção de ovos de galinhas livres desde 2020. Possui unidades em 6 estados do Brasil e presença em mercados em 16 estados do Brasil com exportação para América do Sul, Ásia, África e Oriente Médio. Nos últimos anos, a empresa investiu no fortalecimento de suas marcas – além de Mantiqueira ser a marca top of mind da categoria, Happy Eggs é a marca que mais cresce, com foco em galinhas livres, e Fazenda da Toca lidera o segmento de ovos orgânicos. “Este acordo representará para a JBS o ingresso no setor de ovos e reforça sua plataforma global diversificada por geografias e por proteínas, que têm permitido à companhia continuar crescendo com resultados sólidos”, afirma a JBS. Atualmente, a JBS já atua em bovinos, frangos, suínos, aquacultura (salmão) e proteínas alternativas (plant-based e cultivada). A transação está sujeita às condições usuais, incluindo, entre outras coisas, o recebimento das aprovações regulatórias aplicáveis.

Brava (BRAV3) obtém autorização definitiva para os sistemas de medição do campo de Papa-Terra

A petroleira Brava (BRAV3) informou nesta segunda-feira, 27, que no dia 26 de janeiro obteve autorização definitiva do Núcleo de Fiscalização da Medição da Produção de Petróleo e Gás Natural (NFP) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para os sistemas de medição do campo de Papa-Terra. Para cumprimento da última exigência da ANP, a operação do ativo ficou paralisada do início do dia 25 de janeiro até o início do dia 26 de janeiro. “Após comprovar o sucesso das intervenções realizadas no FPSO 3R-3, com o devido atendimento às exigências da ANP, a NFP concedeu autorização definitiva para operação, sem qualquer exigência ou pendência remanescente”, afirmou a Brava. Ainda de acordo com a companhia, foi concluída a intervenção (workover) para substituição da bomba centrífuga submersa (BCS) do poço PPT-51. Dessa forma, a petroleira iniciará o processo de otimização da produção no campo de Papa-Terra.

BRF (BRFS3): Bradesco passará a ser a instituição depositária de suas ações

A BRF (BRFS3) divulgou nesta segunda-feira, 27, que a partir de 3 de fevereiro, o Banco Bradesco passará a ser a instituição depositária de suas ações escriturais. O Bradesco vai substituir o Itaú. Dessa forma, a partir de 3 de fevereiro, o atendimento aos titulares das ações de emissão da companhia mantidas no ambiente escritural será realizado por meio da rede de agências do Bradesco. Os acionistas com ações em custódia na B3 continuarão a ser atendidos pelas suas respectivas corretoras de títulos e valores mobiliários e/ou agentes de custódia, não havendo interrupção da negociação das ações da companhia. Em razão desta migração, haverá a suspensão no atendimento aos acionistas no período de 27.01.2025 a 31.01.2025, para os seguintes procedimentos: consultas de posição; transferências de ações fora da bolsa de valores;  transferência de custódia; atualização cadastral; registro de gravames; pagamento de eventuais eventos pendentes, entre outros. As ordens de transferência de ações (transferência de custódia) cujos bloqueios tenham sido feitos pelo Itaú, sem que o respectivo depósito tenha ocorrido, serão repassadas para o Bradesco e os bloqueios permanecerão válidos até a respectiva data de vencimento. A mudança do Escriturador não alterará os direitos conferidos às ações de emissão da companhia, inclusive eventuais remunerações de capital e/ou dividendos. Da mesma forma, eventuais pagamentos realizados serão creditados na mesma conta corrente previamente indicada por cada acionista.

Petrobras avaliará possíveis impactos nas demonstrações financeiras de decisão da ANP sobre campos de Berbigão e Sururu  [2]

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) proferiu na quinta-feira, 23, decisão que determina a unificação dos campos de Berbigão e Sururu, localizados na concessão BM-S-11A, no pré-sal da Bacia de Santos, operado pela Petrobras (PETR3, PETR4) com 42,5% de participação. A decisão de unificação decorre da análise dos Planos de Desenvolvimento revisados das jazidas, que foram enviados pela Petrobras, na qualidade de operadora, à ANP em 2018. Esta decisão resulta no reporte da produção dos campos de Berbigão e Sururu em um único campo, majorando a alíquota aplicada no correspondente recolhimento de Participação Especial referente ao campo unificado, de forma retroativa à data de início da produção, explicou a petroleira. A decisão da ANP também determina a unificação das áreas referentes ao contrato de Cessão Onerosa do Bloco Entorno de Iara (Sul de Berbigão e Sul de Sururu; Norte de Berbigão e Norte de Sururu), operada pela Petrobras com 100% de participação; mas, neste caso, não há incidência de Participação Especial. Também foi determinada que a Superintendência de Participações Governamentais apure o valor de Participações Governamentais considerando os campos unificados. A Petrobras informou que avalia, no âmbito do consórcio, a adoção das medidas cabíveis nas esferas competentes. “A Petrobras avaliará os possíveis impactos nas suas demonstrações financeiras”, destacou a petroleira estatal.

Eletrobras (ELET3) inicia processo de deslistagem das ações da Latibex [3]

A Eletrobras (ELET3) informou na sexta-feira, 24, que iniciou o processo de deslistagem das ações ordinárias e preferenciais classe “B” de emissão da companhia do Mercado de Valores Latinoamericanos (Latibex), segmento da Bolsa de Madrid. O Banco Santander foi contratado para atuar na coordenação do processo de deslistagem (entidad agente) e a Auriga Global Investor Sociedad de Valores como instituição intermediária (especialista) e agente facilitador para aqueles investidores que possuem ações da Eletrobras listadas na Latibex e desejam aliená-las antes da deslistagem.

Monteiro Aranha (MOAR3) anuncia o pagamento de juros sobre o capital [4]

A Monteiro Aranha (MOAR3) aprovou na sexta-feira, 24, o pagamento de juros sobre capital próprio (JCP), no montante total de R$ 40 milhões. Esses juros sobre o capital próprio serão pagos à razão de R$ 3,264980690 por ação. Terá direito quem tiver ações de emissão da companhia em 29 de janeiro. A partir de 30 de janeiro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-direito” aos juros sobre capital próprio. O pagamento será realizado a partir de 10 de fevereiro de 2025.

Fundo Starwood vende todas as ações ordinárias que detinha da Log (LOGG3) [5]

O Starwood Brasil Fundo de Investimento em Participações Multiestratégia vendeu, no dia 24 de janeiro, 5.985.521 ações ordinárias de emissão da Log Commercial Properties (LOGG3). Essa quantia equivale a 6,15% do capital social total da companhia, passando a não mais deter quaisquer ações de emissão da companhia. “A alienação se deu no âmbito de sua estratégia de investimento e de acordo com seu regulamento”, afirmou o Fundo.

Grupo Mateus (GMAT3) inaugura loja no Maranhão e totaliza 273 em operação [6]

O Grupo Mateus (GMAT3) anunciou a inauguração de mais um supermercado no Maranhão. Localizado na cidade de São Mateus, região central do estado, a nova loja marca a 79ª unidade do Grupo no segmento de varejo. Com essa inauguração, o Grupo inicia sua expansão no ano de 2025 e totaliza 273 lojas em operação.

Syn (SYNE3) recebe 1° parcela pela venda de imóvel em SP  [7]

A Syn Prop e Tech (SYNE3) informou que foi realizado o primeiro fechamento da operação de venda pela companhia de sua participação no empreendimento denominado “Brasilio Machado”, localizado na Vila Olímpia, em São Paulo, para o BRC Renda Corporativa Fundo de Investimento Imobiliário. Em razão do primeiro fechamento, a Syn recebeu na sexta-feira, 24, o valor de R$ 9,45 milhões. Conforme informado no comunicado ao mercado de 31 de outubro de 2024, a operação foi estruturada em 6 tranches, e a Syn receberá as 5 parcelas restantes, em meses alternados, sendo 4 parcelas no valor de R$ 4,72 milhões e a última parcela no valor de R$ 4,14 milhões.

Estudo de ações da Bolsa

Assista ao estudo do Ibovespa, Vale3, Petr4, Bbas3, Cxse3, Pssa3, Irbr3, Itsa4, Itub4, Wege3, Lavv3 e de Plpl3. Acesse o vídeo aqui [8].

Agenda de proventos desta semana:

Terça, 28

Plano & Plano (PLPL3)  [9]

Na terça-feira, 28, a Plano & Plano tem ‘data com’ para o dividendo intercalar anunciado em 23 de janeiro.  As ações passarão a ser negociadas ex-dividendos, a partir de 29 de janeiro. O montante total é de R$ 200 milhões de reais. O valor por ação é R$ 1,00601344537. O pagamento dos dividendos intercalares será realizado no dia 4 de fevereiro de 2025.

Quarta, 29

Taesa (TAEE11)  [10]

A Taesa paga na quarta-feira, 29, os dividendos intercalares e juros sobre o capital aprovados em 6 de novembro. Os dividendos intercalares por Unit TAEE11 são no valor de R$ 0,26. Os juros sobre capital próprio por Unit TAEE11 são no valor de R$ R$ 0,39. O pagamento ocorrerá com base na posição acionária do dia 11 de novembro de 2024. Desde 12 de novembro as ações e units passaram a ser negociadas “ex-proventos”.

Odontoprev (ODPV3)  [11]

A Odontoprev paga na quarta, 29, juros sobre o capital próprio anunciado em 17 de junho. O valor total bruto dos juros sobre o capital próprio soma R$ 21.641.858,23 correspondentes a R$ 0,03 por ação. O valor total líquido dos juros sobre o capital próprio é de R$ 18.395.579,50 correspondentes a R$ 0,03 por ação. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia em 24 de junho de 2024.

Monteiro Aranha (MOAR3)  [4]

A data com para ter direito aos JCP anunciados pela Monteiro Aranha (MOAR3) em 24 de janeiro, é na quarta-feira, 29. A partir de 30 de janeiro de 2025, as ações de emissão da companhia serão negociadas “ex-direito”. O valor por ação é R$ 3,26. O pagamento será realizado a partir de 10 de fevereiro de 2025.

Quinta, 30

JHSF (JHSF3) [12]

A data com para ter direito a 2° parcela de dividendos intermediários da JHSF é na quinta, 30. Essa segunda parcela será paga em 10/02/2025. O valor é R$ 0,03 por ação.

Schulz (SHUL3; SHUL4)  [13]

A Schulz paga na quinta,30, juros sobre o capital próprio anunciados em 23 de dezembro. O valor bruto total é de R$ 34,3 milhões, correspondente a R$ 0,09 (valor bruto) e R$ 0,08 (valor líquido) por ação preferencial; e a R$ 0,09 (valor bruto) e R$ 0,07 (valor líquido) por ação ordinária. O pagamento será realizado com base na posição acionária de 30/12/2024.

Sexta, 31

Bradesco (BBDC4)  [14]

O Banco Bradesco paga na sexta-feira, 31, juros sobre o capital próprio intermediários anunciados em 6 de junho de 2024, relativos ao primeiro semestre de 2024, no valor total de R$ 4 bilhões, sendo R$ 0,35 por ação ordinária e R$ 0,39 por ação preferencial. Serão beneficiados acionistas inscritos nos registros da Sociedade em 17.6.2024 (data-base de direito). O pagamento ocorrerá pelo valor líquido de R$ 0,30 por ação ordinária e R$ 0,33 por ação preferencial, já deduzido o Imposto de Renda na Fonte de 15%.

JSL (JSLG3)  [15]

A JSL paga na sexta-feira, 31, dividendos e juros sobre o capital próprio anunciados em 19 de dezembro. O valor da distribuição total é de 119.666.987,49, correspondente a R$ 0,42 por ação. São R$ 28.150.234,77 em dividendos, correspondente a R$ 0,09 por ação, e R$ 91.516.752,72 na forma de JCP, correspondente a R$ 0,32 por ação. As ações da companhia são negociadas ex-direito aos juros sobre capital próprio e dividendos desde 27 de dezembro de 2024, inclusive.

Lojas Quero-Quero (LJQQ3)  [16]

A Lojas Quero-Quero (LJQQ3) paga na sexta, 31, juros sobre o capital anunciados em 19 de dezembro no valor de R$ 23.807.547,87, correspondendo ao valor bruto de R$ 0,12 por ação ordinária. O valor total líquido é de R$ 20.236.415,69, correspondendo ao valor líquido de R$ 0,10 por ação. Tem direito a receber os acionistas detentores de ações em 26 de dezembro de 2024.

Monteiro Aranha (MOAR3) [17]

A Monteiro Aranha (MOAR3) paga a partir de sexta-feira, 31, os JCP anunciados em 21 de dezembro. O montante total bruto é de R$ 10 milhões. O valor por ação dos JCP é R$ 0,81. Haverá retenção de Imposto de Renda. Tem direito detentores de ações de emissão da companhia em 27 de dezembro de 2024.