O gestor eficaz

4 de junho de 2018 Por Redação

 

 

 

Peter Drucker foi um gigante de sua época: o professor e consultor escreveu quase 40 livros. Em sua monumental obra, destacam-se, além de previsões acertadas sobre as profundas mudanças pelas quais passaria o setor corporativo, uma série de orientações sobre o gestão. Nesse artigo vamos falar sobre o que ele costumava chamar de ‘gestor eficaz’.

Emprega bem tempo e estimula o colaborador

Drucker afirmava que esse gestor define como usar e como não usar o tempo, ou seja, tem consciência das limitações impostas pelo relógio e gerencia isso para si e para os colaboradores.

O autor afirmava também que o gestor eficaz escolhe sua contribuição efetiva para a organização e estimula os funcionários a fazer o mesmo.

Estabelece prioridades

Além disso, ressaltava que esse perfil de gestor delega atividade para seus colaboradores com base nos pontos fortes deles. O objetivo é solicitar às pessoas o que elas podem fazer e depois exigir que façam com excelência.

Outra característica é que ele estabelece prioridades de longo prazo.

Ouve os colaboradores

Por último, e não menos importante, o gestor eficaz leva em conta vários pontos de vista. E na hora que precisa decidir, faz a escolha com base nessas opiniões. A decisão visa o que é mais importante, o que deve ser considerado em primeiro lugar.

Todos esses aspectos são detalhados no livro ‘O Gestor Eficaz’. A obra ensina que a eficácia pode (e deve) ser aprendida. Para isso é necessário apenas se concentrar nos aspectos mencionados acima.

Esses requisitos são essenciais tanto para dirigir grandes e médias organizações, como pequenas e micro empresas, em estágio inicial ou não. Como escreveu Drucker, não importa se o gestor trabalha em uma companhia, em uma repartição pública, hospital ou nas forças armadas, o que se espera é que “faça as coisas certas acontecerem; em outras palavras, se espera que seja eficaz”.

 

 

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